sexta-feira, 28 de abril de 2017

Vem aí a Jornada Acadêmica de Secretariado Executivo - UNIP

A Universidade Paulista - UNIP, promove de 02 a 05 de maio a Jornada Acadêmica de Secretariado Executivo. O evento, que será aberto ao público, tem como objetivo promover a aproximação dos alunos com a realidade do mercado de trabalho por meio de palestras, seminários e feira empreendedora. Os temas a serem abordados prometem agregar conhecimentos à todas as áreas de conhecimento e profissões. 


A abertura dos eventos será com a feira empreendedora, no dia 02/05 a partir das 19:00 no Pátio Central da Instituição localizada na SGAS 913 SUL, Brasília, DF. O objetivo da feira é estimular os alunos e interessados em um tema amplamente discutido: O empreendedorismo e as oportunidade de negócio. Durante o evento será possível conhecer empresários, serviços e segmentos e participar de rodadas de negócios que acontecerão simultaneamente e de acordo com a programação. 


No dia 03/05 a partir das 19:00 acontecerá no anfiteatro da Instituição a palestra com a psicóloga Stela Lobato que abordará o tema Inteligência emocional e o impacto no ambiente de trabalho e no Dia 04/05 acontecerá também no anfiteatro da UNIP o seminário de iniciação científica. 


Todos os eventos são gratuitos e aberto ao público


As inscrições estão sendo realizadas diretamente do no site no evento ou a partir dos links abaixo descritos: 






Conheça o site do evento 



PROGRAMAÇÃO DO DIA 02/05/2017 


19:00 Credenciamento
19:20 In​ício da primeira Rodada com ​mesas simultâneas
20h00 Visita aos stands empreendedores
20h30 In​ício da segunda rodada com ​mesas simultâneas
21h10 Mudança de mesa
21h20 In​ício terceira rodada com ​mesas simultâneas
​​22h0 Encerramento


Cada participante escolhe até 03 (três) assuntos de seu interesse e participa das discussões com especialistas em mesas com no máximo 8 pessoas.

saiba mais e conheça os palestrantes 



Mais informações e inscrição: jornadaunip2017@gmail.com

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Como organizar um Coffee break de qualidade?



Sempre gostei de organizar Coffee break nos eventos corporativos das empresas que trabalhei, o que modéstia a parte, me rendeu muitos elogios e trouxe visibilidade para o meu trabalho. Lembro-me, com muito carinho, de uma época que assessorei um expatriado e tínhamos uma lista de "exigências" de melhores práticas do que podia e não podia, o que incluía - pasmem - corte de frutas em lamina. Para alguns soava como soberba e falta "do que fazer" Para mim, uma oportunidade singular para aprender sobre sofisticação, bom gosto e etiqueta. 


Algumas pessoas pensam que organizar um Coffee break significa ligar na lanchonete do prédio e encomendar pão de queijo, coxinha frita e suco, mas não é. Embora pareça uma atividade simples , a organização de um Coffee break pode falar muito sobre você, destacando seu bom gosto, cuidado, zelo e planejamento. Isso, sem deixar de mencionar que o Coffee break também influencia na imagem que os participantes levarão do evento. 


Veja algumas dicas, surpreenda seu cliente e prepara-se para os elogios. E lembre-se não é porque uma atividade é simples que precisa ser simplista. Continuo acreditando na máxima: Não há nada mais medíocre que contentar-se com o bom, busque sempre o melhor!


Montagem da mesa - Reserve duas mesas: uma para as bebidas (café, chá, chocolate quente, água, por exemplo) e outra para as comidas. Escolha toalhas claras - elas deixa um ar de limpeza. Lembre-se de disponibilizar guardanapos. 


Se a empresa tiver serviço de garçom oriente-o como montar a mesa e após a montagem faça um check list, dando o seu "toque final' e suas considerações. 


Alimentos naturais - Atualmente as pessoas têm se preocupado mais com a saúde e têm buscado alimentos saudáveis. Então, evite frituras, refrigerante e alimentos indigestos. Lembre-se que as pessoas estão em uma reunião. Portanto, opte por alimentos leves e saudáveis. Um bom Coffee break não precisa ter milhares de calorias para ser saboroso e proporcionar resultados positivos no público presente. 


Aposte nas frutas - Frutas, além de saudáveis, decoram a mesa. Portanto, monte de uma mesa com frutas de fácil consumo. Morango e uva são boas sugestões. Outra proposta são potinhos individuais de saladas de frutas. Só tenha cuidado para não deixaram a salada "aguada demais". Certa vez, pedi salada de fruta e o fornecedor preparou com melancia. Não ficou legal essa combinação. 


Tenha uma lista de fornecedores - Networking, como sempre é tudo! até para contratação de fornecedores. Foi em um café e gostou dos produtos, peça o cartão e verifique a forma de entrega, pagamento e etc. Crie um banco de dados de seus fornecedores. Oportunidade é isso: Estar sempre atento. 


Evite frituras - Frituras são indigestas, deixam o ambiente com odor, não são saudáveis e deixam a mesa "pesada". Evite esses produtos em Coffee break. Opte por eles em coquetel volante, e olhe lá! 


Horário certo: 


Se o Coffee break for Entre 7h e 9h aposte em itens típicos de café da manhã, como pão de queijo e cereais. Entre 9h e 11h30: é possível servir itens mais “pesados” e com “cara de almoço”, como tortas salgadas e sanduíches mais incrementados. Das 15h em diante: aposte em opções salgadas e tortas doces. 


Sugestão do que servir em um coffee break pela manhã


café 
Mini sanduíches (com queijo e peito e peru) 
Petit fours (salgados e doces) são ótimos, baratos e gostoso 
Biscoitos e cereais 
Frutas da época 
iogurte 
geleia 
torradas 
suco natural (aposte no clássico de laranja) - 
chá (Twinings são os melhores)
pão de queijo (tamanho coquetel) 


O que servir em um coffee break à tarde 


Bolos diversos: fubá, chocolate, laranja, etc. 
Mini pães doces de chocolate e creme
mini sanduíches com peito queijo, alface e tomate (adoro um que vende na casa dos biscoitos mineiros) 
croissant (doce e salgado)
suco natural 
café, 
chá 
gelatina 


E como calcular a quantidade por pessoa?


Em linhas gerais, você não vai errar se calcular as quantidades da seguinte maneira:


Salgados: cinco porções por pessoa 
Doces: três porções por pessoa 
Frutas: uma porção por pessoa 
Bebidas: 300 ml por pessoa. 


Se a sua empresa tiver itens itens de copa - aposte em cestas, bandejas de porcelana, xícaras, mini pratinhos e talheres clássicos. Em alguns casos, vale a pena alugar e montar uma mesa mais requintada. Se a regra da empresa é utilizar tudo descartável, uma dica é negociar com os fornecedor que as louças sejam cedidas/emprestadas na contratação do Coffee. Negocie! 


E por último, não esqueça dos vegetarianos. Hoje eles, na verdade nós, porque me incluo, fazemos parte significativa do mundo corporativo e também comemos. :) 


Espero que as dicas sejam úteis




domingo, 16 de abril de 2017

Ter apenas "dom" não basta

Na autobiografia “Mais rápido que um raio”, o velocista jamaicano Usain Bolt admite ter nascido com o dom para o esporte, mas ressalta que a conquista de nove medalhas de ouro em Jogos Olímpicos e de outras onze em mundiais se deve principalmente ao seu esforço, disciplina e foco para atingir os resultados.


A conclusão do homem mais rápido do planeta nos leva a refletir que o talento é capaz de elevar uma pessoa a um determinado patamar de sucesso, porém, a permanência na posição de destaque por um longo período, de maneira consistente, e superação de novas marcas só acontecerá se a habilidade e o esforço caminharem lado a lado. Fazendo um paralelo, isso também é válido no mundo corporativo, independente do seu nível hierárquico dentro da companhia.

Nem todas as pessoas percebem, mas, assim como no esporte, no mundo corporativo o dia a dia de um profissional de sucesso não é um mar de rosas, com um salário atraente, bônus volumosos, auxílio educação e automóvel da empresa à disposição, por exemplo. Em geral, o destaque e os prêmios são resultados de constantes atualizações durante e após o expediente, anos de qualificações acadêmicas, dedicação para o desenvolvimento ou aprimoramento de suas habilidades e muitas reuniões para definir, acompanhar e redefinir metas. Apenas algumas pessoas estão dispostas a essa rotina.

Na vida, poucas vezes as vitórias estão relacionadas apenas à sorte. Vence quem acredita que o esforço vai além do talento! Esforce-se!

Por Fernando Mantovani

Fonte:
https://www.roberthalf.com.br/blog/ter-apenas-dom-nao-lhe-levara-ao-topo

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Amigos amigos, indicações à parte



Em tempos de desemprego ainda alto, praticamente todo mundo conhece alguém que acabou de perder o emprego ou já está há tempos à procura de trabalho. E quando esta pessoa é um grande amigo que agora clama por sua ajuda, você indicaria para uma vaga? Não é apenas por causa da proximidade que você é obrigado a indicar a qualquer custo. Veja como não entrar numa saia justa sem perder a amizade:

Você se sente realmente seguro para indicá-lo para a vaga? 
Muitas vezes conhecemos mais nossos amigos do que nossa própria família. Então, provavelmente, você sabe muito bem se o perfil dele combina com o clima da área e a cultura da empresa. Caso já saiba que ele potencialmente não iria se adaptar, não vale a pena perder nem seu tempo nem o dele nesta indicação. Melhor tentar ajudá-lo de outra forma.

Seu amigo é realmente apto para a vaga? 
Ele tem as habilidades que o posto demanda ou você está querendo “forçar um pouco a barra” para ajudar uma pessoa que gosta muito? Uma indicação não é o único ponto que determina uma contratação, mas pode ajudar em alguns casos. Amigo mesmo é aquele que é sempre sincero e você certamente saberá a melhor forma de conversar com ele sobre o assunto.

Você não se sente à vontade para indicar, mas mente que enviou o currículo ou o Linkedin? 
Isso acontece - e muito. Principalmente se a pessoa que procura uma vaga quer muito aquele posto ou procura desesperadamente por um emprego. Mas você já pensou que um dia essa história pode vir à tona? Amigos com bom senso entenderão quando estiverem fora do perfil almejado pelo posto ou fora da cultura da empresa.

Seu amigo foi chamado para a entrevista de emprego, mas não foi contratado? Foi contratado, mas não se adaptou ao novo emprego? Acontece muito também. E não é culpa sua. Por mais que uma indicação possa, de alguma forma, ajudar em uma contratação, contam ainda mais o perfil profissional, experiência e características que o posto almeja. Uma indicação também não é segurança de que a contratação será 100% certeira. Erros acontecem. E seu amigo precisa ter maturidade suficiente para saber que esta é a dinâmica do mercado.

* Por Juliana Porto


FONTE: 

https://www.roberthalf.com.br/blog/amigos-amigos-indicacoes-parte

terça-feira, 11 de abril de 2017

Até quando permanecer numa empresa?



Afinal, quanto tempo devemos permanecer numa empresa? Costumo dizer que essa é a pergunta de 1 milhão!

A verdade é que não há um cronograma que prevê o tempo que devemos permanecer em uma empresa ou ocupando um determinado cargo. O que vai definir esse tempo são duas variáveis: 


Valor agregado - O que significa avaliar se o trabalho desempenhado na empresa está contribuindo e agregando aos resultados esperados. E também se a empresa está agregando valor à sua carreira e atendendo às suas expectativas. É importante destacar que essa análise não pode ser terceirizada, ou seja, é papel de cada individuo avaliar e refletir sobre os pontos positivos e negativos, e o quanto a experiência tem valido a pena. Você pode ficar 20 anos em uma empresa, a questão é a ser avaliada é: você produz resultado? você tem inovado nos processos? você continua aprendendo e aprimorando suas habilidades? você continua apaixonado pelo que faz? Seus pares e líderes reconhecem o seu potencial? Você continua motivado e vendo sentido no trabalho que desempenha? Você está feliz?





Plano de carreira - Diferente do século passado em que a empresa participava do crescimento profissional de seus colaboradores a partir das promoções e trajetória profissional, hoje somos nós quem protagonizamos a nossa carreira. O que significa dizer que cabe a você se preocupar com o seu plano de carreira, definir suas aspirações, necessidades, expectativas e anseios. 

Escrevendo esse artigo, lembrei-se de um gestor que trabalhei que não apoiava a minha decisão em iniciar uma pós-graduação. Para ele, o essencial era que fosse apenas a "gestora de sua agenda". Acontece que meus planos iam além, eu deseja muito mais e aquela experiência era, para mim, uma etapa importante, mas não definitiva. Infelizmente, muitos gestores, dominados pelo egoísmo, nos levam a limitação intelectual e profissional. Por isso, é tão importante saber aonde você quer chegar e se as habilidades desempenhadas atualmente estão alinhadas com o seu plano de carreira. Do contrário, você já sabe o que deve fazer! 


#prapensar 


Um abraço, 


Simara Rodrigues



segunda-feira, 10 de abril de 2017

As descabidas teorias sobre o fim dos empregos


 Vira e mexa surgem especulações sobre o fim de algumas profissões, a exemplo da Profissão de Secretariado. 

Particularmente não acredito que uma profissão milenar seja extinta. 

Entretanto, acredito, sem sombra de dúvidas, numa mudança de perfil, postura e posicionamento. 



Portanto, o grande desafios das gerações futuras "é fazer uma leitura sobre tendências de cada área. Buscar o “gap” de oportunidade é a chave para manter a competitividade no mercado de trabalho. As novas carreiras são evoluções das atividades profissionais existentes. Poucas são realmente disruptivas e fazem áreas desaparecerem"

Recomendo a leitura do artigo abaixo, publicado no jornal Valor Econômico em 30/03/2017 pelo colunista Rafael Souto, na expectativa de "desconstruir" algumas crenças limitantes. 

AS DESCABIDAS TEORIAS SOBRE O FIM DOS EMPREGOS

Nossa espécie tem um apetite voraz para produzir teorias apocalípticas. Cresci com a ideia de que o petróleo acabaria no planeta antes da virada do milênio. Hoje, as reservas de petróleo se mostram muito maiores do que as previsões apontavam.

Em 2005, o furação Katrina fez estragos profundos em New Orleans. Não faltaram alarmistas para afirmar que as temporadas seguintes seriam muito piores. O fato não se confirmou. É verdade que sofremos com alterações climáticas. Questiono, no entanto, as tentativas quase sempre equivocadas de prever o futuro. Escuto teorias sobre elevação do mar em 100 anos, quando temos dificuldade de prever o clima na próxima safra agrícola. Definitivamente somos pouco efetivos em olhar o futuro.

Na mesma família de futurologia aparecem estudos sobre os rumos do emprego no planeta. O economista Jeremy Rifkin é um dos expoentes na ideia de que o emprego vai desaparecer. Fez um ensaio detalhado sobre o desemprego estrutural num livro chamado o “Fim dos Empregos”, de 1996. Ele mostrou que, ao longo do tempo, em função da tecnologia, competitividade dos negócios e crescentes custos com pessoal, o emprego tende a evaporar.

Não faltam artigos, livros e estudos nessa direção. O Fórum Economico Mundial de Davos tratou da chamada quarta revolução industrial. Fez uma estimativa de que devem ser perdidos até cinco milhões de empregos até 2020 nas quinze maiores economias do mundo, em função do avanço de tecnologia que substitui humanos.

Poucas vozes surgem como contraponto dessa onda pessimista. Entre elas, destaco três pesquisadores britânicos: Alex Cole, Ian Stewart e Debapratim. Em seu mais recente estudo, o trio afirmou que a tecnologia cria mais empregos do que extingue. Dizem que o principal fator para o erro nas previsões é justamente a imprevisibilidade dos negócios. Também citam que as mudanças são menos rápidas como achamos.

Quando observo o mercado de trabalho, tendo a concordar com o estudo desses britânicos, com destaque para dois aspectos.

O primeiro deles é uma separação conceitual entre emprego e trabalho. O emprego tradicional terá sempre seu espaço. Está na base do capitalismo e tende a crescer em momentos de aquecimento econômico. No entanto, é naturalmente um ciclo finito na carreira de cada profissional. Dessa forma, é necessário construir alternativas de trabalho. Pensar em emprego para a vida toda é algo inviável. Com o aumento de longevidade, é necessário construir estratégias de trabalho para continuar produtivo e gerando receita quando o período do emprego tradicional se encerrar. Como atividades empreendedora, de docência e de consultoria. Nesse sentido, o emprego pode ter fim na vida de uma pessoa, mas o trabalho seguirá existindo na economia.

A segunda reflexão é sobre às atividades profissionais. Não faltam publicações que citam carros autônomos, inteligência artificial, big data e outras tendências que nos fazem parecer jurássicos. Esse tom de jornada nas estrelas pouco ajuda na reflexão prática sobre estratégias de carreira. Algumas profissões podem ser extintas, mas a grande maioria vai sendo transformada com o tempo.

Se observamos as novas profissões, podemos concluir que são carreiras tradicionais que sofreram mutações. O marketing digital, por exemplo, é uma evolução das áreas tradicionais de marketing. Assim como as novas atividades na área de logística tiveram origem das atividades ligadas às áreas de materiais e distribuição.

Os contadores foram durante algum tempo considerados como profissionais ultrapassados. De fato, os contabilistas de calça caqui e suspensório deram lugar aos profissionais de controladoria que hoje são altamente valorizados.

O desafio do futuro das profissões é fazer uma leitura sobre tendências de cada área. Buscar o “gap” de oportunidade é a chave para manter a competitividade no mercado de trabalho. As novas carreiras são evoluções das atividades profissionais existentes. Poucas são realmente disruptivas e fazem áreas desaparecerem.

Para descobrir quais são as tendências, é necessário curiosidade e controle sobre a carreira. O brilhante estudioso Mark Savikas afirma que os mais adaptáveis assumem a gestão de sua carreira, são curiosos na busca de informações e novas experiencias e têm a clareza de que são os responsáveis pelo seu sucesso profissional.

Fonte: 

http://www.valor.com.br