terça-feira, 27 de dezembro de 2016

A síndrome de noé


Este ano no Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento – CBTD um dos palestrantes mencionou, de forma muito bem humorada e simples, sobre a nova síndrome do mundo corporativo – A Síndrome de Noé. 

Ela costuma aparecer quando há falta de iniciativa das pessoas em determinadas situações que prontamente costumam dizer: “Noé comigo” procura outra pessoa. 



Esta síndrome costuma contaminar aquelas pessoas que são mestres em “tirar o corpo fora”, que fazem o mínimo esforço e assim como os medíocres, fazem apenas o que foram contratadas para fazer. Vontade de ajudar os outros? ZERO. 

Um exemplo é quando você liga em determinado departamento ou área equivocadamente, e a pessoa do outro lado não tem o mínimo de proatividade para direcionar o assunto. Ou ainda quando você precisa localizar um colaborador e liga em determinado telefone e recebe a clássica resposta: não é aqui, liga no telefone geral. A pessoa não pode abrir o outlook/intranet ou qualquer outro sistema oferecido pela empresa para verificar o bendito telefone? 


Que fique bem claro: O sucesso está reservado para pessoas que ao contrário da “síndrome de noé”, estão prontas para ajudar e resolver qualquer tipo de assunto, mesmo aquelas que fujam de sua alçada. Em alguns casos, poderão até não saber, mas encontrarão alguém que ajude a resolver determinado assunto. Essas pessoas são as que têm a “síndrome do É” e são exatamente esses profissionais que vida começa a recompensar. 

O que precisamos, cada vez mais ter em mente é que quanto mais útil você for no trabalho, mais próximo estará dos seus objetivos de carreira. Quanto mais engajado você for, mais perto estará do sucesso. 

Isso porque o que garante empregabilidade é a capacidade de contribuir com o trabalho da sua equipe e da empresa. É o que costumam chamar de “vestir a camisa”. E quanto menos você se mostrar proativo e prestativo, menor será a sua possibilidade de evolução, na empresa e na vida. 

O mercado está cada vez mais censurando a “Síndrome de noé” e desesperadamente em busca de profissionais com a “síndrome do é”.


E você, de que lado quer estar?

Um abraço, 

Simara Rodrigues 


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