segunda-feira, 3 de outubro de 2016

No que você é bom




É muito comum entre os indivíduos, independente da idade e da formação, passar mais tempo identificando os pontos de melhoria e não investir naquilo que ele é bom. Com isso, as pessoas gastam muita energia aprimorando as falhas, quando deveriam fazer o contrário: investir nos pontos fortes. 

Todos nós temos pontos fortes, que são aqueles que nos destacam na vida pessoal e profissional e o nosso papel inicial na construção de uma carreira é identificar quais são esses pontos e como desenvolve-los. 

E como fazer isso?

Faça uma autoavaliação – Pare por um tempo, se desconecte das redes sociais, escolha um lugar silencioso e simplesmente faça uma autoavaliação. Anote aquilo que você é realmente bom – Pode ser uma habilidade relacionada à comportamento ou técnica. Perceba aquilo que você sabe e gosta de fazer e que as pessoas reconhecem. Se você gosta de cultivar relacionamentos, por exemplo, anote essa habilidade. Se você entende muito de tecnologia tome nota também. E assim, tenha bem definido quais são os seus pontos positivos. Lembre-se que todos nós temos algo a oferecer. Que seja este o seu foco. 

Crie um plano – Identificado os seus pontos fortes você precisa trabalha-los, por meio de cursos, leituras, filmes, vídeos, enfim, seja como for você precisa desenvolver suas habilidades. Estabeleça prazos e sobretudo cumpra-os. Se você tem facilidade com idiomas, aprimore esta habilidade. Se você gosta de escrever busque mais conhecimentos sobre o assunto. 

Resiliência – nesse processo será muito importante que você supere obstáculos e resista à pressão de situações adversas sem entrar em desespero. Muito provavelmente exigirá de você disciplina, determinação e paciência. 

Invista em você – Desenvolva suas habilidades por meio de técnicas. Não adianta nada ser bom em algo e não praticar. Portanto, mãos à obra. Na empresa, por exemplo, tente se aproximar de suas habilidades na medida do possível e não espere que as pessoas decidam por você. Ainda é muito comum, em pleno século XXI as pessoas acharem que as empresas são responsáveis pelo desenvolvimento dos colaboradores, quando na verdade, essa deve ser uma iniciativa de cada indivíduo, que por sua vez precisa estar alinhado à suas afinidades e interesses.

Não faça comparações - Será uma grande perda de tempo e de energia você querer ser bom em algo que você não é. O fato de um amigo ser muito bom em determinada habilidade não significa que você também tenha que ser - O que não o impede desenvolver novos conhecimentos. Seja como for é importante compreender os nossos limites e afinidades, esse autoconhecimento vai contribuir para que você foque no que é essencial.  


Um abraço, 

Simara Rodrigues 





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