quinta-feira, 12 de maio de 2016

Arrisque tudo




Quem me conhece sabe que acredito num universo de oportunidades e possibilidades e sobretudo que somos aquilo que acreditamos ser. Nós possuímos aquilo que desejamos - seja material ou espiritual. Enfim, nós somos a soma das nossas crenças. Se você acredita que é...então você é!


Há alguns anos tenho tido inquietações transformadoras. Daquelas que te fazem acordar no meio da noite e anotar num caderninho o próximo passo, o próximo desafio. A mesma inquietação que me pergunta, incansavelmente, "E por que não?". 

E é claro que não foi por acaso que recebi a mensagem abaixo de uma amiga, a partir de uma despretensiosa conversa numa ensolarada tarde de quarta-feira. 


"Sobre o que conversamos ontem..."

Arrisque tudo
A vida exige enorme coragem.
Os covardes apenas existem, eles não vivem, porque toda a vida deles é orientada pelo medo.

Eles vivem em um tipo de paranoia, eles têm medo de tudo e não apenas de coisas reais, eles temem coisas irreais também – medo do inferno, de fantasmas.

Apesar de todos os medos, temos que começar a viver. E por que é preciso coragem para viver?

Porque a vida é insegurança.

Se você fica preocupado demais com proteção, segurança, você permanecerá confinado a um pequeno cantinho, quase que em uma prisão, construída por você mesmo.

Será seguro, mas não será vivo – não terá aventura, êxtase.

A vida consiste em explorar, entrar no desconhecido, alcançar as estrelas.

Não sacrifique sua vida por pequenas coisas – dinheiro, segurança – nada disso tem valor.

Cada um deve viver sua vida tão totalmente quanto possível - somente então surge a alegria.

Aqueles que realmente desejam viver, tem que correr riscos, tem que se mover sempre no desconhecido e aprender uma das lições mais fundamentais da vida: que não existe lar, que a vida é uma peregrinação – sem começo, sem fim.

A vida é um movimento constante, nunca chega a qualquer fim – é por isso que a vida é eterna e nosso aprendizado constante. 

O único alimento da vida é o risco; quanto mais você arrisca, mais você está vivo. E uma vez que você compreenda isso, não por desespero, não por impotência, mas por uma consciência meditativa, você fica entusiasmado pela absoluta beleza dessa possibilidade.

Osho.


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