quinta-feira, 17 de março de 2016

Sobre escolhas, mudanças e propósitos


Já compartilhei algumas vezes aqui no Blog sobre as mudanças que vêm acontecendo comigo no último ano. 

2015 foi um ano marcante em minha vida. Um ano em que estava cheia de conflitos, medos, dúvidas sobre a minha carreira e sobre os rumos da minha vida profissional, mas também com grandes perspectivas. 

Uma coisa que aprendi nesse tempo é que não há nada mais prejudicial para a saúde – física e mental - que a zona de conforto. É ela a responsável por estagnarmos e em muitas situações terceirizarmos nossas frustrações – no Governo, na sociedade, na família, na empresa, na vida, no chefe...

Todas as minhas inquietações, que não eram poucas, foram culminadas em abril de 2015 quando resolvi começar uma transição na minha carreira, ampliar mais ainda o leque de atividades e começar novos projetos. 

E foi então que surgiu o questionamento: Por que não abrir meu próprio negócio, potencializando minhas melhores habilidades? Ao longo da minha carreira fui percebendo que minha capacidade de somar, servir e conectar pessoas era um diferencial. Habilidades estas que são aperfeiçoadas constantemente. 

A concepção da SecGlobal surgiu no melhor momento. Quando o mercado buscava fazer mais com menos, sem perder a qualidade e prontidão que se espera nos serviços. 

Um projeto que iniciou há praticamente um ano - após muito planejamento, estudo de mercado, tendências, análises de comportamento, perfil do clientes, estratégia de marketing e tantos outros detalhes necessários para a abertura de um negócio - vem ocupando um espaço significativo no Distrito Federal. Alguns, que no início não compreendiam a essência do negócio, hoje literalmente compram a ideia. 

Sempre que analiso os resultados que a SecGlobal vem alcançando sinto profundo contentamento e percebo que o segredo para encontrarmos realização pessoal e profissional está na dedicação, trabalho árduo e paixão por aquilo que fazemos. 

A criação da SecGlobal está alinhada com tudo aquilo que planejei para a minha vida: conectar pessoas, compartilhar conhecimento, servir e contribuir para o reconhecimento da minha profissão. 

Por isso, é tão importante respondermos a uma simples pergunta: O que te motiva?





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