quarta-feira, 23 de março de 2016

Serviços sob demanda: inovação em tempos de crise

Desde que escolhi o Secretariado como profissão e não como um mero emprego, que pagaria minhas contas no final do mês, eu decidi que faria acima do esperado e sobretudo com excelência. É claro que não é fácil ser diferente, pensar diferente e fazer diferente, numa sociedade cheia de rótulos e (pré)-conceitos e opiniões previamente formada sobre determinados assuntos. 


Esta semana, o site da Exame publicou uma matéria sobre a empresa que fundei recentemente, a SecGlobal, e fico pensando em como foi importante acreditar em mim, nos meus ideais e na minha capacidade de fazer a diferença. Isto, sem dúvida, é o que me faz acreditar cada dia mais que nós somos a soma das nossas escolhas e que o céu é o limite.

Portanto, seja qual for a sua escolha, ela só será bem sucedida a partir do tempo e esforço dedicado e sobretudo da sua determinação. 

Um abraço, 


Simara Rodrigues 



Serviços sob demanda: inovação em tempos de crise

Quando a economia retroage, normalmente impacta nos indicadores de desemprego, já que para a maioria das empresas, a folha de pagamento é um dos fatores que mais afetam o orçamento. 

Entretanto, para sobreviver em épocas como esta as organizações precisam continuar mais atuantes que nunca e sem perder a qualidade na oferta de produtos e serviços. 

É enxergando a crise como oportunidade, que muitos profissionais despontam com soluções inovadoras e empreendedoras transformando-as em verdadeiras fórmulas de sucesso. É claro que não basta apenas uma boa ideia, mas dominar a área em que pretende atuar e um bom planejamento também são fundamentais para se consolidar num mercado que está cada vez mais acirrado. 

Segundo a última edição da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM 2015), a taxa de empreendedores iniciais (TEA) aumentou de 17,2% em 2014 para 21% em 2015. A TEA mede a proporção da população entre 18 e 64 anos que abriram um negócio há menos de 42 meses. 

Pensando nisso que Simara Rodrigues, 37, e Vanessa de Paiva, 28, resolveram arriscar e criaram a SecGlobal, empresa pioneira no Distrito Federal, que oferece serviços de secretariado executivo e assessoria empresarial sob demanda. "O cliente que não precisa de um funcionário em tempo integral contrata nossos serviços apenas pelo período que necessita ou para um projeto específico, pagando por hora. Com isso, ele reduz custos, já que não tem despesas com funcionários e nem vínculos empregatícios e ainda conta o suporte de nossos profissionais", explica Simara, sócia-fundadora da empresa. De acordo com Vanessa, o primeiro contato com as empresas ocorrem por meio de uma reunião presencial e a partir daí a maior parte da demanda é feita de forma remota, por telefone, e-mail ou Skype. No portfólio há desde secretariado remoto, gestão de eventos, assessoria financeira e pessoal até planejamento de viagens e consultoria completa em processos licitatórios para profissionais liberais e organizações de todos os portes. 

Outro exemplo de empreendedorismo é o de Fernanda Muniz, 36, que trabalhava no departamento de faturas em um hospital de Taguatinga e decidiu há três anos utilizar a expertise que tinha para explorar esse nicho do mercado. "Eu comecei a empresa prestando serviços de faturamento apenas para os médicos com os quais trabalhava e hoje já tenho clientes em todo o DF", esclarece Fernanda. 

Para Christian Della Giustina, sócio diretor de uma empresa de consultoria e planejamento ambiental, os serviços sob demanda só otimizaram os negócios. "Cada vez mais as empresas modernas precisam otimizar o emprego de seus recursos, sobretudo no que tange aos recursos humanos. Empresas modernas focam em suas atividades fins, onde de fato está o seu expertise. O ônus de manter equipes para desenvolver atividades meio, sobretudo considerando os elevados custos trabalhistas, pode comprometer a eficiência de processos produtivos" afirma o Diretor. 





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