segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Vaga para a área de Secretariado Executivo

Empresa de Tecnologia da Informação contrata:
Secretária Executiva Bilíngue (v1291471)

Código da vaga:v1291471
Nível hierárquico:Pleno
Local:Brasília / DF / BR
Quantidade de vagas:1
Data de expiração:04 de Março de 2016
Atividades: apoio de secretariado aos diretores da empresa, rotinas administrativas, gestão de viagens, controle de agenda e reuniões, arquivamento de documentação.

Salário: R$4.500,00
Benefícios: Plano de Saúde e odontológico, Vale Refeição, Seguro de vida, Vale transporte.

Fonte:
https://www.vagas.com.br/vagas/v1291471/secretaria-executiva-bilingue


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Vaga para Assessor Executivo

A B2P Pessoas & Estratégias, assessorando empresa do terceiro setor, busca profissionais com o perfil abaixo:


ASSESSOR EXECUTIVO (v1309573)

Código da vaga:v1309573
Nível hierárquico:Pleno
Local:Brasília / DF / BR


Atividades:
- Planejar, organizar, coordenar e controlar serviços administrativos.
- Assessorar os Diretores.
- Elaborar textos, memorandos, atas o outros documento oficiais em reuniões, conferências e eventos nacionais e internacionais.
- Avaliar, selecionar, receber, arquivar e elaborar correspondências institucionais.
- Controlar agenda de compromissos dos Diretores.
- Recepcionar parceiros, doadores, fundadores e fornecedores.
- Acompanhar, organizar e preparar reuniões, viagens, workshops e eventos.
- Preparar prestações de contas e reembolsos de despesas da equipe.

Requisitos:
- Ensino Superior completo em Secretariado Executivo
- Experiência em assessoria a executivos.
- Desejável vivência em empresa do terceiro setor.
- Conhecimento em redação oficial.
- Inglês fluente.

Informações adicionais:
- Local de trabalho: Plano Piloto/Brasília


FONTE: 

Por que temos tanta dificuldade em decidir o que queremos fazer?

Um dos melhores textos que já li e sinto-me na obrigação de compartilhar com aqueles, que assim como eu, tem verdadeiro pavor ao status quo. 


ESTE ARTIGO FAZ PARTE DO LIVRO THE BOOK OF LIFE, CAPÍTULO 2: TRABALHO.

Em 1700, na Europa Ocidental, havia aproximadamente 400 tipos diferentes de trabalho para escolher. Atualmente, há cerca de 500 mil. Não é de espantar que, às vezes, tenhamos um pouco de dificuldade em decidir o que queremos fazer.

Durante boa parte da história, a maioria das pessoas acreditou que esta vida não é a única chance que temos de nos realizar. Existiriam mais vidas além da morte, nas quais poderemos corrigir os erros cometidos aqui na Terra. A ansiedade na carreira surge – em parte – de uma incapacidade crescente de acreditar em outras vidas.

Uma vida média pode ter apenas 600 mil horas. Identificar um trabalho realizador exige uma mistura sensata de medo e pressa, com exame de consciência e paciência.

Depositamos nossas esperanças de felicidade no Amor e no Trabalho, mas, com relação a ambos, nós nos recusamos a planejar metodicamente, a nos entendermos completamente, a treinar incansavelmente e a fazer terapia antes de agirmos. Idolatramos o instinto nos lugares errados.

Raramente temos tanta insatisfação e incerteza sobre o que nos satisfaria quanto em relação a nosso trabalho. Só sabemos o que está errado, não o que seria certo; nosso descontentamento grita para ser ouvido, mas se recusa a nos apontar alguma direção clara quando nos abaixamos para escutá-lo.

Como nos relacionamentos, é um alívio tremendo – e não um sinal de maldade – saber que outras pessoas também estão infelizes com seu trabalho. Não se sentir sozinho é um consolo significante e digno.

A pior hora para crises na carreira é no final de tarde de domingo, normalmente às 17h: quando as esperanças vagas e a sensação de possibilidade do final de semana finalmente colidem com a fria realidade da semana que está para começar. A extensão de nosso desespero é uma medida de nosso grau de potencial não aproveitado.

A ansiedade com a carreira é nosso talento latente uivando em nossas mentes, desesperado para não morrer inutilizado.

O sentido moderno da vida: nossos interesses mais profundos devem encontrar expressão externa de uma forma que os outros achem útil – e que trará dinheiro suficiente para uma vida confortável. A ambição é enorme, linda e digna de respeito solene por sua complexidade.

Somente na história muito recente é que tentamos não apenas ganhar dinheiro no trabalho, mas também – extraordinariamente – ser felizes ali. Essa ideia teria soado profundamente peculiar para a maioria de nossos ancestrais, especialmente para os aristocratas que nunca trabalharam e para as classes operárias que teriam desejado fervorosamente não trabalhar. O trabalho feliz é a invenção genial e malévola da burguesia.

Nossas crises na carreira são agravadas pela noção de que nossos talentos só são reais se a) nos rendem dinheiro, b) são utilizados o tempo inteiro e c) não são apenas hobbies. Tais dogmas são, no mínimo, abertos a questionamento.

Reafirmamos a nós mesmos a quantidade de tempo que nos resta ao darmos à nossa morte imaginada a data da expectativa média de vida, sem lembrar que, antes de chegarmos ao ponto final, teremos enfrentado anos de crescente incerteza, terror enquanto nossos amigos morrem, uma sensação de que não estamos mais em casa no mundo e humilhantes problemas intestinais. Em outras palavras: nunca devemos deixar de ter um pânico útil com relação ao pouco tempo que nos resta.

Como a questão que isso trata é consequencial, é extraordinário que o aconselhamento de carreira ainda seja a mais amadora e casual das ocupações, quase tão malfeita quanto a neurocirurgia nos tempos medievais.

Muitos de nós ainda estamos presos dentro da jaula de carreira inconscientemente criada por algumas escolhas desinformadas e apressadas que, desavisados, fizemos aos 18 anos.

Na utopia, começaríamos a estudar “O que quero ser quando crescer?” dos cinco aos 18 anos, uma hora por semana, subindo para três no último ano do ensino médio.

Quando seus talentos e aptidões atendem às necessidades do mundo, essa é a zona de nossa missão em particular na vida.

Escreva 10 empregos que seus conhecidos da universidade têm e nos quais você definitivamente não tem interesse. Liste os motivos para isso. Comece a entender as particularidades de sua identidade no trabalho.

O que queremos, acima de tudo, é um trabalho significativo – o que significa, em essência, um trabalho que alivia o sofrimento ou aumenta o prazer dos outros.

Quando o trabalho parecer significativo, você estará pronto para dar a vida por ele por um salário praticamente equivalente ao mínimo. Quando sabe que, essencialmente, não faz sentido, briga por milhões. Soldados versus banqueiros.

A inveja parece desagradável e vergonhosa, mas contém pistas essenciais sobre suas ambições ocultas. Mantenha um registro de todos que você conhece com empregos que o deixam com inveja. Lentamente, monte um retrato de sua ocupação ideal através de uma análise de suas emoções invejosas. Mantenha um Diário da Inveja.

Com frequência não fazemos nenhuma mudança na carreira porque ficamos fixados em enormes transformações – e ignoramos o papel das evoluções. No entanto, uma carreira totalmente nova pode germinar de uma matrícula em um curso noturno semanal.

As pessoas não tendem a deixar os empregos por causa do salário ou mesmo por causa da política corporativa – saem quando não estão mais aprendendo.

Pensar em quais eram nossos interesses mais satisfatórios na infância é importante, em parte, porque, naquela fase, estávamos livres das duas grandes ansiedades que mais tarde inibem o desabrochar de nossas verdadeiras personalidades no trabalho: a necessidade de dinheiro e o anseio por status. O sucesso verdadeiro pode significar, aos 50 anos, ter voltado de maneiras essenciais ao que era divertido fazer aos cinco.

Todos os pais criam inconscientemente (ou não) uma noção de que alguns empregos não são possíveis para seus filhos – porque são humildes demais, ou ambiciosos demais, ou simplesmente porque as pessoas da família não fazem esse tipo de coisa. Pense em 10 ocupações que podem ter sido plausíveis, mas foram (psicologicamente) descartadas em casa.

A servidão terminou na Europa Ocidental no início do século 15, mas continua como uma categoria psicológica em nosso inconsciente. Tais coisas podem levar alguns milênios para se resolverem. É por isso que, normalmente, somos tão catastroficamente modestos sobre o que merecemos atingir.

É alentador, nem um pouco ridículo e, ainda assim, mortalmente consequencial que a maior parte de nosso sucesso na vida dependa da CONFIANÇA, uma matéria que nunca é ensinada na escola, que soa como algo saído de manuais bobos de autoajuda – mas que, mesmo assim, determinará o quanto ousamos (o que é metade do caminho, no mínimo).

Se a confiança não pode ser convocada de maneiras mais comuns e suaves, a morte sempre está ali como um recurso para nos assustar a sermos produtivos.

A mudança começa quando o medo de não agir finalmente supera o medo paralisante de cometer um erro.

DINHEIRO, CRIATIVIDADE, RESPEITO, ESTABILIDADE. Coloque em ordem de importância.

Reconheça quão parco seu conhecimento sobre possíveis ocupações pode ser – devido à influência nada útil da arte (especialmente o cinema) que joga incansavelmente os holofotes sobre os mesmos lugares: médico, advogado, político... Quantas pessoas não seguiram sua vocação porque não há – ainda – seriados de TV ambientados no mundo da logística?

Quando pensamos em mudar de carreira, com frequência nos detemos ao pensar em alguns amigos em particular que, achamos, ficariam especialmente surpresos e um tanto ofendidos. Uma mudança de carreira pode envolver, em parte, reajustar seu círculo de amigos.

Nossos possíveis lados profissionais são como bonecas russas. Há pelo menos cinco desses lados totalmente plausíveis dentro de cada um de nós. Somos diversos lados buscando em vão por identidades únicas.

Em uma folha grande de papel, faça um mapa, no formato de um rio, de como você chegou onde está agora; mostre os afluentes alimentando a correnteza principal e represas onde as coisas foram bloqueadas ou fracassaram.

Que trabalho a pessoa que você mais gostaria de ver falhar tem? Há pistas aqui.

Faça uma lista de seus medos com relação ao trabalho, como: não ganharei o suficiente; serei ridicularizado; decepcionarei fulano; ficarei entediado; não darei uma contribuição à sociedade; não usarei adequadamente meus talentos. Dê a cada um uma pontuação de gravidade de 1 a 10.

Uma enfermeira de cuidados paliativos afirmou que um dos principais arrependimentos de doentes em estado terminal é o desejo de terem tido a coragem de viver uma vida fiel a si mesmos, não a vida que os outros esperavam deles.

Pare de pensar em empregos que poderia querer ter – e comece a pensar nas qualidades nos trabalhos. Em resumo, não ‘designer gráfico’ ou ‘professor’, mas palavras como: criativo, liderança, sentido, calmo, espírito de equipe.

Enfrentamos duas tarefas: nos darmos bem com nossos pais e termos um trabalho de que gostamos. Os pais nunca deveriam deixar a escolha mais difícil do que é.

O que temo mais em minha carreira dar errado é: não ganharei o suficiente; não serei suficientemente criativo; não darei uma contribuição à sociedade; serei um ninguém. Organize de acordo com a urgência.

Em quais desses itens você, no final das contas, é melhor: números, palavras, imagens, pessoas...?

Minha mãe/meu pai me deu uma noção de que uma boa carreira é... Se minha mãe/meu pai realmente tivesse me ajudado a ser...

A possibilidade de ter sucesso é notavelmente assustadora. Quem ou que experiência pode ter lhe feito sentir que pode não merecer o sucesso?

Não ter um plano nos coloca rapidamente à mercê daqueles que têm um.

Criar; Ajudar; Servir; Ensinar; Projetar; Construir; Ganhar; Dê uma nota até 10 para cada um.

Envie um e-mail a sete amigos e conte que está participando de um experimento no qual você precisa perguntar a eles que cinco empregos acreditam ser mais adequados do que o que você procura atualmente.

Cada empreitada bem-sucedida é, no fundo, uma tentativa de resolver o problema de alguém: quais são – para você – os problemas mais interessantes da humanidade?
Cada momento de infelicidade é, potencialmente, uma nova empreitada esperando para nascer.

Em que áreas da vida você é considerado pelos amigos como especialmente “exigente”? Trate essa sensibilidade aumentada como um armazém no qual ideias de negócio ficam enterradas.
Relembre as ideias mais ‘ridículas’ para uma empresa que você já teve: imagine se não fossem nada ridículas. Segundo Emerson: “Nas mentes de gênios, encontramos – novamente – nossos próprios pensamentos negligenciados”.
Se eu fosse forçado a comandar uma loja, venderia...

Não se condene por ficar preocupado com seu futuro profissional. Não deixe que os outros descrevam a ansiedade como neurótica. Dê à agonia o tempo que ela precisa; refestele-se nisso. Prepare-se para passar uma hora nela cada manhã e quatro a cada final de semana.

O fato de você ainda não ter encontrado sua vocação não é uma indicação de que nunca a descobrirá. Mesmo que você tenha 73 anos atualmente.

É totalmente aceitável ter perdido tanto tempo.

Como é incomum querer ser feliz através do trabalho... Estamos tentando fazer algo novo e pioneiro, como voar no espaço – e pode haver acidentes em nossas missões.
Um trabalho que você ama não significa que só exista um trabalho que você possa amar. Então, será sempre razoável ter arrependimentos.

É fácil imaginar que tudo já foi feito e tentado: a verdade empolgante e, ao mesmo tempo, alarmante é que ainda mal começamos. Há centenas de anos de invenção e criatividade anda restantes para nossa espécie.
Existe uma tentação de ver o lado imaturo de seus pais como sendo originados do trabalho deles – e, portanto, descartar seguir seus passos profissionais, talvez perdendo algumas oportunidades potencialmente muito boas. Não tenha muito desprezo pelo familiar não exatamente admirável.

Suspeite das chamadas “indústrias criativas”: elas tendem a ser muito mais “indústrias” do que centros “criativos”. No final das contas, talvez existam pouquíssimos lugares em que você pode estar adequadamente seguro e ser adequadamente criativo.

Frequentemente, julgamos os empregos por seus inícios – e, portanto, fazemos um tremendo desserviço a algumas carreiras enquanto sobrevalorizamos outras. O que a carreira parece ser nos primeiros cinco anos pode não ter nada a ver com o que ela será mais tarde. Muitos dos melhores empregos não têm bons começos.

É hora de recuperar e dar dignidade à noção de arrependimento: obviamente haverá coisas que nunca conseguiremos fazer... Espalhe um espírito confortador ao aprender a perguntar em festas, com uma suave melancolia, não ‘o que você faz?’, mas sim ‘o que você queria ter feito?’

The School of Life 

Grupo de Estudos Secretariando lança segundo livro

Grupo de Estudos Secretariando lança segundo livro


No dia 27/02, sábado, acontecerá em São Paulo/SP, o lançamento do segundo livro do Grupo de Estudos Secretariando, do Sindicato das Secretárias e Secretários do Estado de São Paulo. Concomitantemente ao lançamento, haverá, também, a Assembleia Geral Ordinária e a posse da Nova Diretoria da Entidade.

Este livro é fruto do trabalho conjunto de 13 pessoas, profissionais e docentes de Secretariado, sob a liderança de Ana Paula Lopes Marinho. Nesta edição da obra, o tema escolhido foi Plano de Carreira do Secretariado.

Os interessados em adquirir o livro, de 144 páginas, devem enviar e-mail para o seguinte endereço atendimento@sinsesp.com.br.






Fonte: SINSESP
http://www.sinsesp.com.br/

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Nós somos a soma das nossas escolhas


Ainda grávida ouvia música clássica para que meu filho nascesse calmo, intelectualizado e inteligente. Alguém, em algum momento, me disse que era bom e eu desejava tanto que sua vida fosse diferente da minha que ouvia por horas. Sempre desejei que ele não precisasse passar pelos percalços que passei. Acabei apreciando música clássica, mesmo sem qualquer contato anterior. 


Quando ele nasceu, em sua banheira eu já colocava livros educativos a prova d'agua - com cores, números, formas, animais e etc. Todos os presentes que meu orçamento permitia eram educativos: livros, quebra-cabeça, brinquedos de montar. 

Durante toda a sua infância liamos juntos, antes de dormir. Aos 10 anos, ele ganhou o concurso de literatura da escola. Com 11 anos resolvi matrícula-lo no kumon. Nunca entendi muito bem o método, mas era nítido seu desenvolvimento e afinidade com a matemática. 

Aos 15 anos ele resolveu que seria engenheiro e decidiu participar de um concurso de bolsas no qual foi aprovado em uma renomada escola de Brasília. O que se repetiu pelos 2 anos seguintes. Apesar de não ser uma bolsa integral era gratificante saber que ele estava entre os melhores alunos da escola. 

Aos 17 anos, estudando 11 horas por dia, ele passou na Universidade Federal de Brasília - Unb para o curso de engenharia. Particularmente não acho que ele seja fora da curva, superdotado e melhor do que os outros. Mas tenho certeza de sua dedicação e força de vontade. Ele soube valorizar cada oportunidade. 

O que quero dizer com esta história é que nada cai do céu. Se realmente desejamos alcançar êxito em algo não são os instantes finais o responsável, mas todo o tempo e dedicação depositados. Não existe esta história de sucesso da noite pro dia. É preciso trabalho árduo, disciplina e muito amor.

Portanto, se você deseja alcançar êxito, seja no quer for, comece agora e não desista, apesar das circunstâncias. 

Desejar o sucesso sem qualquer ação é o mesmo que gostar de sombra e nunca ter plantado uma árvore e vale lembrar que as grandes mudanças começam com pequenas ações. 

Por toda a vida enviarei minhas preces de agradecimento e proteção ao meu filho, consciente que o seu sucesso depende exclusivamente de suas escolhas, cabendo a mim apoia-lo e direciona-lo no que for possível. E que seja doce, prospero e abundante. 

Simara Rodrigues 

Behind every great executive is an even greater personal assistant

Pessoal,

Compartilho artigo publicado no site yourcoffeebreak sobre a nossa profissão.
Behind every great executive is an even greater personal assistant


Some of the world’s most coveted gatekeepers are the women behind influential figureheads such as Nelson Mandela, Bill Gates and Eric Schmidt. The stereotypical, meek, Mad Men style typists are far from the reality of today’s assertive, versatile EAs, PAs and Administrative professionals. They are career-driven and business savvy with a thirst for success – and most importantly – recognition.


In fact, these assistants are tired of standing in the shadows, coming together now as an industry to shed light on the thankless job no one could work without.

LIVEFrom March 20 to 21, Executive Secretary LIVE, the leading international event for senior and aspiring Administrative Professionals and Executive Assistants, returns to London at the Grange City Hotel with one main mission: to reverse the stereotypes of the profession and recognize the field for the middle-management expertise these professionals deliver.

Professional assistants from across the world will come together to experience two days of intensive training and motivation from the world’s most passionate speakers in the business. Industry leaders will bestow advice from their own accounts as assistants, sharing anecdotes of ups and downs, achievements and struggles and insider tips that helped them succeed.

The hope is that attendees will use this insider knowledge as a tool to finding similar successes in their own careers.

The Director of Executive Secretary LIVE Lucy Brazier sums it up best.

“The role of PAs and admin assistants has changed dramatically over the past five years, due to the effects of recession,” Brazier says. “Gone are the days of simply fetching the coffee and sitting at a typewriter. Professionals who operate in this sector of industry are crucial to the success and profitability of a company, and it is important to continue investing time, effort and resources in to moving the profession forward.”

Featured speakers will include Executive Assistants to Nelson Mandela, Zelda la Grange; Bill Gates, Lauren Jiloty; and Eric Schmidt, Ann Hiatt, highlighting why the PA industry has proven its necessity in booming multinational companies around the globe.

One insightful session led by Zelda la Grange is sure to inspire. She details how to overcome adversity and deliver change as she learned to do. From an awkward, terrified young typist in her 20s to a spit-fire, right-hand woman to President Mandela, she grew to be his loyal and devoted confidante, spending most of her working-life travelling with, caring for eventually calling ‘Khulu’, or ‘grandfather’ the political icon we all knew from speeches on or television sets.
Zelda & Mandela Image1 (2)The former personal assistant to President Mandela shared this:

Being a gatekeeper to anyone is not easy. I was sensitive to criticism in the beginning but then realised that it was not a popularity contest I signed up for. I had to account to my boss and make sure he was comfortable with how I managed his professional world. Life equips you for the challenges you face, it is a journey of self-actualisation and personal growth.  The key is to remain humble and grounded and realize that you always have something to learn.

Alongside Zelda la Grange, Ann Hiatt EA to Eric Schmidt, Executive Chairman, Google, and Lauren Jiloty Senior EA to Bill Gates, will take centre stage at Executive Secretary LIVE.

As EA to three of the world’s most successful giants of technology, Ann Hiatt’s 10 year career has been on quite a journey; currently Executive Assistant to Eric Schmidt (Executive Chairman) at Google, she is also the former EA to Marissa Mayer (CEO of Yahoo!) and before that she was EA to Jeff Bezos (CEO of Amazon.com). At the event Ann will share her story and tips for being a top level Assistant, leadership and personal effectiveness.

Lauren Jiloty Senior EA to Bill Gates, will also be sharing her story, offering advice on how to get to the top and stay there. Jiloty will also reveal the secrets of her phenomenal career: a path that has taken her from a lowly volunteer for state and local political campaigns to Executive Assistant to New York Senator Hillary Rodham Clinton before landing her current role: overseeing all administrative aspects of Bill Gates’ professional responsibilities to the Bill & Melinda Gates Foundation and Microsoft.

Other speakers at the Executive Secretary LIVE event include Microsoft’s renowned Office Master instructor Vickie Sokol Evans, Admin professional Lisa Olsen, Management Consultant Richard Arnott, US specialist PA trainer Kemetia Foley, PASFA President Anel Martin and event host and international PA trainer Lucy Brazier.

To attend the event, or to learn more about the program, please visit Executive Secretary LIVE.


Fonte: 


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Vagas para estágio


Confira as vagas para estágio oferecidas pelo CIEE:

SECRETARIADO EXECUTIVO

Cód.: 1699897/ Vaga: 1 /Asa Norte / Sem.: 1° ao 6°/ Período: 5h variáveis / Bolsa: R$ 1.000+benefícios / Requisitos: Windows, Word, Excel e internet.

Cód.: 1707861/ Vaga: 1 /Lago Sul / Sem.: 2° ao 3°/ Período: 6h variáveis / Bolsa: R$ 700+benefícios / Requisitos: Windows, Word, Excel e internet.

Cód.: 1707861/ Vaga: 1 /Lago Sul / Sem.: 5° ao 6°/ Período: 6h variáveis / Bolsa: R$ 700+benefícios / Requisitos: Windows, Word, Excel e internet.

Cód.: 1708524/ Vaga: 1 /Riacho Fundo / Sem.: 1° ao 7°/ Período: 13h30 às 17h30 / Bolsa: R$ 600+benefícios / Requisitos: Windows, Word, Excel e internet.

Cód.: 1721285/ Vaga: 1 /Asa Sul / Sem.: 2° ao 3°/ Período: 6h variáveis / Bolsa: R$ 520+benefícios / Requisitos: Windows, Word, Excel e internet.

Cód.: 1721285/ Vaga: 1 /Asa Sul / Sem.: 6°/ Período: 6h variáveis / Bolsa: R$ 520+benefícios / Requisitos: Windows, Word, Excel e internet.

Cód.: 1724011/ Vaga: 1 /SIA / Sem.: 1° ao 2°/ Período: 8h às 12h / Bolsa: R$ 203+benefícios / Requisitos: Windows, Word, Excel e internet.

Cód.: 1734579/ Vaga: 1 /Esplanada / Sem.: 3° ao 7°/ Período: 6h variáveis / Bolsa: R$ 520+benefícios / Requisitos: Windows, Word, Excel e internet.

Cód.: 1735410/ Vaga: 1 /Asa Norte/ Sem.: 3° ao 4°/ Período: 10h às 17h / Bolsa: R$ 1.082+benefícios / Requisitos: Windows, Word, Excel e internet.


Fonte: 

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/tf_estagio/2016/02/07/tf_estagio_interna,516801/ciee.shtml

Vagas para estágio na área de Secretariado Executivo

Confira as vagas para estágio oferecidas pelo IEL:

SECRETARIADO EXECUTIVO

Empresa: privada –80073/Sem.: 4º ao 8º/ Vaga: 1/ Guará / Bolsa: R$ 900 +AT/ Conhec. Exigidos: Curricular. / Enviar currículos para: curriculos.iel@sistemafibra.org.br e no assunto coloque: 80073.

Empresa: privada –73188/Sem.: 2º ao 7º/ Vaga: 1/ Águas Claras/ Bolsa: R$ 800 +AT/ Período: A definir / Conhec. Exigidos: Curricular. / Enviar currículos para: curriculos.iel@sistemafibra.org.br e no assunto coloque: 73188.

Empresa: privada –84592/Sem.: 2º ao 7º/ Vagas: 2/ Núcleo Bandeirante/ Bolsa: R$ 750 +AT/ Período: 9h às 15h/ Conhec. Exigidos: Pacote Office. / Enviar currículos para: curriculos.iel@sistemafibra.org.br e no assunto coloque: 84592.

Empresa: privada –83798/Sem.: 4º ao 9º/ Vaga: 1/ Asa Norte/ Bolsa: R$ 900 +AT/ Período: A Definir/ Conhec. Exigidos: Curricular. / Enviar currículos para: curriculos.iel@sistemafibra.org.br e no assunto coloque: 83798.

Empresa: privada –88467/Sem.: 2º ao 6º/ Vaga: 1/ Park Way/ Bolsa: R$ 700 +AT/ Período: 13h às 19h/ Conhec. Exigidos: Pacote Office. / Enviar currículos para: curriculos.iel@sistemafibra.org.br e no assunto coloque: 88467.

Fonte: 
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/tf_estagio/2016/02/07/tf_estagio_interna,516802/iel.shtml

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Apagão de talentos




Ligo no salão para agendar um horário com a manicure e o dialogo é mais ou menos assim:

- Bom dia. A fulana de tal tem horário hoje para fazer pé e mão às 14:00?

A atendente responde: Não. 

Eu pergunto: E só a mão, não dá tempo?

Ela responde: Não

Eu insisto: E 13:30? 

Ela, sem paciência nenhuma, responde: Não. 

E eu desisto e digo: Obrigada e desligo o telefone. 

Ligo em outro salão e consigo agendar um horário. 


Infelizmente estamos cercados por pessoas despreparadas representando um negócio. Será que os proprietários têm conhecimento disso? Será que os interessados estão atentos a isto? Será que os sócios têm conhecimento do impacto desse atendimento?

Em muitas situações é o cliente quem precisa "forçar" para obter um serviço, insistindo pelo atendimento. É uma verdadeira inversão de papéis.

Situações como esta, acontecem diariamente em diversos segmentos - atendimento médico, odontológico, clinicas de estética, lavagem de veículo, posto de gasolina, escola de idiomas, restaurante e etc. 

Podemos perceber, em determinadas situações, o despreparo de funcionários atendendo o público e o desinteresse em ser gentil, proativo e eficiente - habilidades básicas no mercado de trabalho.  

Muito se fala em crise econômica, mas o que vejo mesmo é uma crise de indivíduos  engajados e comprometidos. Um verdadeiro apagão de talentos - Independente da área de atuação. Sempre há um "mas" quando deveria haver um "Se". 

Vivemos a era da prestação de serviço, mas muitos indivíduos não se deram conta que nesse cenário a excelência é o divisor de águas. Em tempos de crise, ser eficiente é mais que um diferencial, é uma necessidade. 







quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Muito mais que atender telefone




Inovar sempre foi uma necessidade para atuar na área de Secretariado. Por fatores diversos: perfil do executivo, perfil da empresa, cultura organizacional e cenário econômico. Certamente por isso, uma das habilidades relevantes para este profissional é a flexibilidade e adaptação. 


No último domingo (31/01/2016), o Correio Braziliense publicou uma matéria destacando as profissões que devem se reinventar para permanecer no mercado de trabalho. Segundo a matéria, aspectos como a tecnologia e inovação devem fazer parte desse novo perfil. E foi com profundo orgulho que falei sobre a nossa profissão, os desafios e os mitos. 

Não tenho dúvidas do nosso potencial e capacidade de inovação. Na verdade, essa habilidade já faz parte do nosso DNA. Não consigo imaginar um executivo bem sucedido sem a nossa assessoria. E mesmo com todo o avanço tecnológico, acredito que somos uma peça fundamental. Entretanto, cabe a nós, buscar o aperfeiçoamento contínuo. 

Leiam a matéria: 


Você provavelmente não se lembrará da última vez em que viu um vendedor de enciclopédias. As novas gerações também não devem ter precisado que uma telefonista completasse ligações, sequer devem ter conhecido alguém que trabalhasse como datilógrafo. Por fatores como o avanço tecnológico ou a redução no número de pessoas que demandavam o serviço, essas ocupações praticamente não existem mais. E elas não foram as únicas que avistaram o momento em que se tornariam obsoletas. A notícia boa é que, dependendo da função exercida, o caminho do esquecimento tem volta, e é possível incluir outras atividades na lista de tarefas, absorver as novas técnicas e definir áreas de atuação ainda não exploradas para manter a carreira no mercado.

“Dois movimentos fazem com que as profissões precisem se reinventar: o avanço da tecnologia, que impulsiona transformações no modo como as atividades diárias são feitas, e a interação entre o profissional e o público, que define a demanda pelo serviço”, explica a professora da Fundação Getulio Vargas (FGV) e especialista em gestão de pessoas Ida Fernandes. Os dois processos estão associados: quando a internet dá acesso aos mais diversos conteúdos, por exemplo, a quantidade de interessados em manter enciclopédias em casa diminui. Assim, a figura do vendedor que oferece o produto de porta em porta se torna desinteressante. “É um processo natural ter que se reconstruir dentro de um novo contexto tecnológico”, completa a especialista.

Do mesmo modo, quando as pessoas começam a fazer compras pela internet, as ocupações que promovem a divulgação de produtos, empresas e serviços em meios tradicionais ficam desatualizadas se não dominam o espaço em que a maior parte do público está presente. “A melhor maneira de se manter no mercado de trabalho é se especializar. Os profissionais muito genéricos tendem a ter menos espaço, já que as empresas buscam cada vez mais pessoas preparadas para lidar com demandas específicas. O ideal é, já na graduação, definir qual a área de interesse e onde quer atuar no futuro”, avalia Lúcia Coletto, consultora da empresa de recursos humanos Employer.

“Aqueles que trabalham com comunicação, por exemplo, estão sujeitos a exigências que vão além do domínio técnico, como criatividade e velocidade para atuar na internet. O processo de reinvenção das áreas de publicidade, marketing, jornalismo e outros começou e deve perdurar nos próximos anos”, destaca Lúcia. Marketeiros e publicitários que antes atuavam na definição de planejamento estratégico da empresa e executavam o plano de divulgação e vendas sentiram na pele as mudanças. Eles continuam tendo as mesmas atribuições, mas precisaram incorporar novas plataformas: sites e mídias sociais.

“O aspecto digital se tornou central na vida do consumidor, e isso impactou diretamente diversas carreiras na área de comunicação. A principal transformação é que esses profissionais passaram a prever ações em um meio diferente, com as quais o consumidor possa interagir, o que originou a especialização de marketing digital”, destaca a consultora e pesquisadora em mídias sociais Carolina Terra. Segundo ela, o ramo tem atraído ainda outras profissões relacionadas, como as de tecnologia da informação (TI), logística e administração. “A mudança nessas ocupações vem com o perfil da geração digital. A tendência é que a comunicação seja cada vez mais integrada, e os trabalhadores nesse meio busquem especialização e não graduação, já que várias atividades estão imersas nessa plataforma”, explica.

O que fazer para continuar no mercado?

Segundo o consultor de carreiras do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC) Marcio Codogno, o movimento para que a profissão não se torne obsoleta deve partir dos trabalhadores da área. 

Confira o que pode ser feito para que sua carreira continue sendo demandada:


— Esteja a par de novas tecnologias. O mercado de trabalho exige, cada vez mais, pessoas antenadas e capazes de se adaptar a mudanças. “É essencial que o profissional consiga perceber conflitos no ambiente corporativo e tenha iniciativa para resolvê-los”, explica Marcio.

— Conheça a necessidade das pessoas que precisam dos seus serviços. Um segmento que começa a ganhar espaço pode representar uma nova área de atuação.

— Procure desenvolver-se afetivamente e comportamentalmente, criando relacionamentos profissionais e desenvolvendo a inteligência emocional.

— Busque se aprimorar. “É preciso sempre fazer a pergunta ‘o quanto eu posso ser melhor?’. O ambiente social sofre mudanças, mas a permanência no mercado começa com atitudes individuais dos profissionais”, aconselha Marcio.

Em transição / Confira outras profissões que estão se adaptando para permanecer no mercado de trabalho

Muito mais que atender telefone

Antes com atividades resumidas a atender o telefone e organizar a agenda do assessorado, a ocupação de secretário ganhou novas atribuições ao decorrer dos anos. “Antes era muito mais uma função e, atualmente, é de fato uma profissão”, explica a presidente do Sindicato das Secretárias e dos Secretários do Distrito Federal (Sisdf), Normélia Alves. Por conta da tecnologia (que facilitou a organização dos compromissos pessoais), as incumbências do profissional mudaram. Os graduados na área assessoram executivos, elaboram documentos, controlam a correspondência física e eletrônica, auxiliam na execução de tarefas administrativas e reuniões, prestam serviços em idioma estrangeiro, organizam eventos e viagens, entre outras atividades. Há ainda os técnicos, que revisam documentos e transformam a linguagem oral em escrita.




No currículo de Simara Rodrigues, 37, a parte referente à formação acadêmica é extensa. Além do curso superior em secretariado executivo, concluído em 2003 na UPIS, ela fez especializações em pensamento estratégico, gerência de projetos, relações institucionais e iniciou um mestrado em educação, que deve ser retomado no próximo ano. Simara também concluiu cursos em dois idiomas: espanhol e inglês. Atualmente, assessora o presidente e quatro diretores da Fundação Sistel de Seguridade Social, coordena um curso de bacharelado numa faculdade privada e é proprietária de uma empresa de prestação de serviços de secretariado executivo. Para ela, a chave do sucesso está na especialização. “Os assessorados têm necessidades diferenciadas. Se você vai trabalhar com um executivo de fundo de pensão, por exemplo, vai precisar conhecer um pouco sobre o tema”, afirma.



terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

O Secretariado pelo mundo

El nuevo perfil de las secretarias ejecutivas

Discretas, competentes, proactivas y dueñas del control de las agendas personales más importantes del mundo de los negocios. Las secretarias ejecutivas, también llamadas asistentes de gerencia, no sólo se han convertido en el brazo derecho de CEO 's y directivos. También han pasado a ocupar un rol clave en la gestión y administración de las compañías, aportando soluciones a los conflictos, creatividad y dinamismo a los proyectos, y organización a la tareas cotidianas.

Con el paso de los años, estas profesionales han cobrado cada vez más protagonismo en los asuntos corporativos. Y es que desde hace tiempo dejaron de tener entre sus tareas primordiales redactar documentos, contestar llamadas telefónicas y enviar faxes. Hoy manejan varios idiomas y están altamente preparadas para crear, innovar e implementar iniciativas; preparar presentaciones de productos o servicios; concertar reuniones; realizar eventos, y atender a proveedores y clientes.

La asistente de gerencia actual ya no sólo debe poseer los conocimientos básicos que la gestión administrativa requiere, sino también cualidades personales en donde se manifieste su buen carácter, comportamiento, responsabilidad y compromiso organizacional. El rol de las otrora secretarias ejecutivas hace que cada vez sea más importante la capacidad de manejar habilidades tan simples pero vitales, como el sentido común, el criterio y el buen trato.

“La secretaria ejecutiva debe contar con una serie de cualidades. Algunas se desarrollan a lo largo del tiempo, como construir lazos de confianza y honestidad con los jefes, compañeros y clientes, y otras son fundamentales en esta profesión, como la discreción, lealtad con la empresa y a ti misma, es decir, ser consecuente, disciplinada, proactiva, y emprendedora”, dice Isabel Castillo, asistente de gerencia desde hace 15 años.

Castillo, quien se ha desempeñado en las filiales chilenas de diferentes multinacionales, entre ellas Pepsi, el sello Universal y la empresa de tecnología CA, le atribuye además, una gran importancia a las buenas ideas que pueda tener una secretaria para mejorar el funcionamiento de la empresa, y a la capacidad de apoyar la labor del CEO, “para que su día sea lo más productivo posible y le permita concentrarse en lo que realmente da valor”.

Susana Posch, secretaria ejecutiva bilingüe desde hace más de 20 años, coincide en este aspecto al señalar que la empatía que la asistente pueda tener con su jefe es fundamental. “De lo contrario nunca podrás anticiparte a los hechos, a lo que él quiere o a lo que él va a necesitar. Para eso se debe mantener una buena comunicación, mostrando interés tanto por el aspecto laboral como por el personal. Ser práctica y metódica igualmente es primordial, ya que la idea es facilitar el trabajo del jefe y no entorpecerlo”, señala.

La confidencialidad también sigue siendo un requisito indispensable en esta profesión. No por nada la denominación de secretaria proviene de la palabra secreto, que desde el siglo XV es utilizada para denominar a los empleados de gran confianza. Seis siglos más tarde, esta característica y el manejo de información reservada, siguen siendo requisitos de las secretarias ejecutivas.

“El jefe tiene que confiar si o si en su secretaria, ya que por nuestras manos pasa mucha información que uno tiene que saber guardar”, asegura Posch, quien se ha desempeñado en empresas como Montajes Tecsa, Ingenieros Consultores Inca y Dialum.

Respecto de lo que más valoran los gerentes en la relación que tienen con su asistente, la profesional asegura que lo principal es su formación integral, tanto académica como personal. “Se trata de un todo, un conjunto. No sólo se fijan en aptitudes intelectuales o que tenga eficacia, eficiencia o autonomía, sino también que tenga empatía, calidez humana e innegablemente la apariencia personal es importante. Uno es la cara de la empresa, la que tiene contacto con los clientes, proveedores, socios o dueños de otras empresas”, dice.

Una nueva formación. Carlos Torres, jefe del Centro de Capacitación Empresarial de la Cámara de Comercio de Lima, explica que los constantes cambios que ha experimentado el rol de las asistentes ejecutivas, ha provocado también un replanteamiento de los contenidos educativos y de formación que hasta hace poco se ofrecían a las profesionales del rubro.

Es así, como las tradicionales clases de dactilografía, computación y redacción, hoy se complementan con formación en áreas como técnicas de expresión oral, desarrollo de habilidades interpersonales, relaciones públicas y gestión de eventos.

“El rol de la asistente de gerencia ha cambiado con los años. Actualmente es una persona que influye incluso en la toma de decisiones y para ello debe tener una capacitación integral. Una secretaria debe diferenciar lo importante de lo urgente, tener nociones de todas las cosas, aprender a trabajar en equipo y bajo presión”, dice.

Entre los programas de capacitación que imparte la institución peruana, se encuentra el Diplomado para Asistentes de Gerencia, que busca capacitar en áreas como administración, contabilidad, negocios, finanzas y marketing empresarial, entre otras. El curso tiene un enfoque mucho más práctico que teórico y busca, por sobre todo, potenciar las habilidades blandas de las secretarias.

“Queremos lograr que las asistentes se involucren cada vez más en la gestión empresarial, que se conviertan en el brazo derecho de los jefes, y para ello deben capacitarse en todos los ámbitos”, añade.

Por último, Torres enfatiza en que la formación de las secretarias ejecutivas debe ser constante en el tiempo. De esta forma, podrán tener un amplio campo laboral, adquirir nuevas experiencias y desarrollar diversas herramientas que pueden ser útiles para proyectos futuros. 


Por Alejandra Clavería

Fonte: 

http://mba.americaeconomia.com/articulos/reportajes/el-nuevo-perfil-de-las-secretarias-ejecutivas