quarta-feira, 1 de julho de 2015

A diferença de bom e bonzinho



Tive um chefe, que diga-se de passagem me transmitiu lições valiosas,  que sempre dizia: “Não confunda bom com bobo. A única semelhança entre as duas palavras é que ambas começam com “B”. Pura verdade!

É altamente importante, para a vida pessoal e profissional, compreender a diferença entre ser bom e ser bonzinho.

Muitas vezes, o bonzinho faz as coisas por medo, necessidade de ser aceito ou simplesmente porque não consegue dizer “Não”. 
Para Max Gehringer: 

“O Bonzinho é o funcionário que todo mundo quer ter como colega. Ele é simpático, não faz intriga, não puxa o tapete de ninguém, elogia todo mundo e está sempre disposto a ajudar. Por isso mesmo, chefes e colegas preferem que ele continue onde está, contribuindo positivamente para o ambiente de trabalho. Na verdade, o bonzinho está sendo vítima do egoísmo geral, e todo mundo lhe daria inteira razão se ele reclamasse”.

Já o bom é aquele que está disposto a colaborar, contribuir, compartilhar, ensinar, orientar e somar. Logo, o indivíduo para ser bom necessita de esforço contínuo, superação, dedicação e educação.

Por isso, é importante para ser bom aprender a dizer não sem culpa – quando necessário - discordar sem ser agressivo ou grosseiro, colocando limites aos pedidos e possíveis “excessos” de colegas mais espaçosos. A propósito, os bonzinhos são alvo fácil desse público.

Ser bom é ser justo com o outro, mas principalmente com si mesmo. É não ser omisso, diferente do bonzinho.

Não tenho dúvidas que o bonzinho tem grande vantagem competitiva. Ele é bom. Só precisa deixar ser bonzinho e isso, só o tempo nos ensina a sutil diferença entre um e outro.

um abraço,

Simara Rodrigues

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