quinta-feira, 11 de junho de 2015

Sobre o Diabo veste Prada e a vida real

Assistindo novamente o brilhante filme "O Diabo Veste Prada", eu decidi analisar mais a fundo a personagem Andy (protagonista do filme) e percebi que o filme vai muito mais além do que podemos imaginar.

Me dei conta que muitas pessoas no início da carreira se sentem exatamente como ela: perdidas, injustiçadas ou exploradas por seus superiores e chefes.

Diante de uma série de demandas elas não têm outra saída a não ser superarem a si mesmas, mas, talvez, durante o processo elas não saibam disso totalmente.

Lendo mais a respeito da personagem, encontrei um texto escrito por Alessandra Garattoni chamado "Uma aula de trabalho com Andy Sachs" que achei muito interessante e pode ajudar você que se vê no lugar da personagem do filme. Acredite, o que parece ruim pode na verdade ser o maior teste profissional da sua vida.

Má notícia 1: chefes como Miranda Priestley (e pedidos tão surreais como o manuscrito do não-publicado livro do Harry Potter) existem e, infelizmente, são mais comuns do que se imagina.


Má notícia 2: sim, nos seus primeiros anos de carreira, é possível – e provável – que você tenha que se curvar e atender a essa demanda quase não-humana como se ela fosse absolutamente normal.


Má notícia 3: atender essa demanda significa tirar forças, energias e talentos que você nem imaginava ter dentro de você, algo fundamental pra sedimentar sua base de carreira. Em alguns momentos vai parecer uma gincana maluca; em muitos dias você vai se perguntar o que está fazendo ali. Mas assuma isso como parte do processo. Vai te fazer crescer e amadurecer. Acredite: vai contribuir para sua formação.

BOA NOTÍCIA: existe um prazo de validade pra ser personagem de gincana, ao menos se você se transformar em um bom e completo profissional, coisa ainda rara no mercado. Uma vez estabelecido e com uma rede de contatos, não alimente nem, muito menos, dê prosseguimento a esse círculo vicioso quase doido – na prática, não se transforme também em uma Miranda Priestley pra se vingar dos que te fizeram sofrer, por favor!

Resumidamente, trate de fazer como Andy e atender às mais absurdas ordens. Mostre-se competentíssima e à prova de testes, sem medir esforços. Mas, uma vez mais maduro e preparado, saiba a hora de colocar um ponto final e seguir em frente, há pessoas normais no mercado também! Nem Andy Sachs quis ser Andy Sachs pra sempre…"


Fonte:

https://www.facebook.com/leilanavarro?fref=ts



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