quarta-feira, 29 de abril de 2015

O Secretário contemporâneo

“Os executivos mais eficazes pensam, profundamente, sobre o quanto de sua carga de trabalho pode ser delegada ou reestruturada, para ser, parcialmente, assumida pelo assistente. Triagem e elaboração de respostas aos e-mails é uma tarefa central para praticamente todos os assistentes. Alguns executivos têm assistentes para ouvir as chamadas de telefone, a fim de organizar e acompanhar os itens de ação. 

Hoje muitos assistentes estão assumindo o papel de supervisão. Fazem gestão de fluxo de informações, lidam com a gestão financeira de base, participam de reuniões e fazem mais planejamento e organização. Os executivos podem ajudar a capacitar seus assistentes, tornando claro para a organização que eles têm autoridade real. A mensagem que o executivo deve transmitir é: "Confio nesta pessoa para me representar e tomar decisões." Assistentes experts entendem as necessidades não ditas e as características das pessoas com quem trabalham. Eles têm alto nível de inteligência emocional. Respondem aos sinais sutis e reagem com pertinência situacional. 

Prestam muita atenção às mudanças no comportamento de um executivo, no seu temperamento e compreendem que o tempo e o bom senso são a base de um saudável relacionamento de trabalho. Um bom assistente aprende rapidamente o que o executivo precisa, seus pontos fortes e fracos, o que poderia provocar a raiva ou estresse, e a melhor forma de se adaptar ao seu estilo pessoal. Boas parcerias são difíceis de serem formadas. Essa é a razão porque tantos assistentes bons acompanham seus executivos em todos os empregos que tiverem. 

Simplificando, os melhores assistentes executivos, são indispensáveis. A Microsoft nunca vai desenvolver um software que acalme um gerente de vendas histérico, que evite uma crise de reestruturação da empresa, que arrume um e-mail mal redigido, que acalme os ânimos de um cliente, que resolva um iminente problema, dentro de uma hora, e tudo isto sem interromper o gerente. 

Estes problemas são resolvidos pelos assessores executivos. Assistentes Executivos proporcionam que as empresas e os gestores sejam com um “rosto humano“. Eles são solucionadores de problemas, tradutores, atendentes de mesa de ajuda, diplomatas, bancos de dados humanos, consultores de viagem, os psicólogos amadores, e os embaixadores para o mundo interior e exterior. 

Depois de anos de cortes, as empresas podem aumentar a produtividade, dando aos gestores o suporte profissional de um assistente qualificado, para o qual podem delegar o trabalho de nível superior para ele ou ela. Relações entre o Executivo e o assistente são parcerias de negócios. São relações ganha-ganha entre pessoas inteligentes. Na verdade, são ganha-ganha-ganha, porque em última análise, as empresas colhem os benefícios”

Fonte: 






Quem tem disposição e competência se estabelece

O que difere cada individuo é sem dúvida sua incrível capacidade de se reinventar e recomeçar. Seja a mudança por vontade própria ou não é importante ter consciência que vai doer, assustar e deixar alguns vazios num primeiro momento. Mas seja como for, uma coisa é certa: Quem tem disposição e competência se estabelece e é feliz!!! 



Por Claudia Giudice 


11 horas da manhã do dia 13 de agosto de 2014. Não era sexta-feira, mas pareceu ser. Eu estava sentada na plateia do Fórum Exame Brasil 2020, no Hotel Unique, em São Paulo. Aguardava a palestra do candidato à presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, marcada para as 12h10. Com a brochura do evento na mão, passou um flash pela minha mente. O que faço se perder o emprego? 

Era uma premonição. Mas eu ainda não sabia disso.

Comecei a escrever num caderno em branco enquanto o Eduardo Giannetti da Fonseca falava. Na primeira página, as minhas receitas: alugueis de imóveis, pró-labore da minha pousada na Bahia, pensão do meu filho, investimentos e indenização. Na folha seguinte os custos fixos: escola e inglês do meu filho, clube, plano de saúde, ajuda de custo para meus pais, salário da Maria, salário da faxineira, internet, Netflix, luz, gás, condomínio, IPTU, alimentação, terapia, gasolina, IPVA, viagens.

Na folha seguinte, a conta de padaria mostrava que ia faltar dinheiro. Comecei a cortar. E numa outra folha listei alguns desejos: 1. Doutorado na USP, 2. Projeto Professora, 3. Projeto Consultoria, 4. Projeto Escritora, 5. Projeto Comunicação e 6. Projeto Aldeia Hippie.

Não fui adiante na lista de projetos porque um zunzunzum tomou conta da sala. Um avião havia caído em Santos. Um post na rede social dizia que Eduardo Campos estava a bordo. Fechei o caderno e lembrei que um dia eu fora repórter. Comecei a apurar. Liguei para amigos que faziam a campanha dele. Era verdade.

Soube depois que Eduardo havia desistido de participar do Fórum. Mudou de roteiro e escolheu viajar de avião para ao litoral paulista. Saí do evento abalada com sua morte e voltei para o escritório, na Marginal Pinheiros, em São Paulo. Era diretora de uma grande unidade de negócios na maior editora do país. Tinha muito serviço me esperando e esqueci a premonição, que ficou anotada à caneta no caderninho.

11 horas da manhã de 25 de agosto de 2014. Doze dias depois. Estava na minha mesa. Era o dia D na empresa. Sabia que muitas pessoas seriam demitidas. Havia falado com minha chefe e ela estava tranquila. Tinha estado com um acionista e com o presidente. Feedbacks positivos. Toca o telefone. O presidente executivo, que assumira há pouco tempo, e fora meu par dois anos antes, queria falar comigo. Subi, entrei em sua sala sorrindo e ouvi o que ele tinha a me dizer: Claudia, você está sendo demitida.

Consegui manter o sorriso no rosto, acho. E apenas perguntei: Onde eu assino?

Saí da sala com a folha assinada na mão. Tremia junto com ela. Fui direto falar com minha chefe. Perguntar por que ela não me demitiu. Fui demitida, eu disse. Eu também, ela respondeu. Eu, pelo presidente executivo. Minha chefe pelo chefe dele, como mandava a etiqueta hierárquica.

Desci para o meu andar, reuni as redações num canto – naquele momento eu respondia por 24 marcas e liderava mais de 200 pessoas – e dei a notícia para todos de uma só vez para evitar que o falatório ficasse ainda maior. Um discurso rápido. Agradeci a todos e fui cuidar da burocracia. Meu desejo era ir embora dali o mais rápido possível. Sentia alívio, porque estava vivendo sob enorme pressão já há muitos meses. No ano anterior, não havia entregue o resultado prometido, pela primeira vez em 10 anos ocupando em cargos de direção – eu estava na profissão há 30 anos e na empresa desde 1990, com uma breve interrupção. Naquele duro ano de 2014, o cenário era ainda pior. Depois de oito meses de trabalho intenso, acumulávamos perdas e mais perdas. Era boa a sensação de saber que não precisaria mais nadar contra aquela correnteza.

Aí lembrei da premonição de duas semanas antes. Preciso encontrar aquele caderno para ver quais eram os meus projetos. Ainda com a adrenalina nas alturas, dei a notícia à família – sempre uma missão árdua. Contei, numa raquetada, para meu pai: Fui demitida, preciso que você pegue o Chico, seu neto, na escola.

O resto do dia foi de falar com gente: um zilhão de ligações, e-mails, zap-zaps, conversas com amigos e ex-colegas. Falar faz bem nessa hora. Espanta os pensamentos cáusticos, distrai a dor, prolonga o estofo oferecido pela adrenalina.

Era neófita no assunto. Nunca havia sido demitida. Tive sorte. Tinha uma viagem de férias marcada para os Estados Unidos naquela semana. Fui e me fez bem. Escapei da falta de rotina dos primeiros dias sem crachá. Escapei da pressão familiar e dos amigos, que querem te deixar bem a qualquer preço – e, sem querer acabam escarafunchando a ferida. Lá, bem longe de casa, desabei pela primeira vez. Chorei feito criança pequena, abandonada, no escuro.

Não era medo. Nem necessidade. Não tinha urgência de arrumar outro emprego. Era a dor de perder algo que eu amava. Era a dor de ter sido rejeitada. Sofria porque, ao arrancarem meu crachá de 23 anos, arrancaram junto a minha pele. Estava em carne viva. Doía, latejava, ardia.

Por que eu? Por que não me quiseram mais? Por que me descartaram? Por que me despiram da minha identidade?

Hoje, oito meses depois, sei exatamente os motivos e entendo a escolha. Talvez fizesse o mesmo no lugar deles, apesar de continuar me achando uma boa profissional, comprometida, uma boa líder e uma boa gestora. Mas, como dizem por aí, quem vive de passado é museu. Declinei a vaga oferecida na ala dos dinossauros e fui, como dizem lá na Bahia, procurar a minha melhora.

No último dia 6 de abril, já de pele nova, entreguei o arquivo do meu livro Vida Sem Crachá para a Ediouro, que deve lançá-lo no segundo semestre. Nele conto como processei a saída da vida executiva e a perda de coisas como holerite, email e celular da firma. E principalmente, narro histórias inspiradoras de gente que, como eu, partiu para um plano B. Tem comédia, tragédia e muitas ideias para começar de novo. Espero, sinceramente, ajudar os próximos da fila a enfrentar esse momento tão difícil e, ao mesmo tempo, tão disruptivo, tão revolucionário, tão transformador.

Desde dezembro, assumi minha pousada pé na areia, A Capela, com 14 apartamentos, no litoral Norte de Salvador, como meu plano A. O primeiro trimestre de 2015 foi sensacional. Crescemos 80% relação ao ano anterior graças ao aumento do número de apartamentos e uma taxa de ocupação espetacular. Foi o melhor verão da minha vida. Trabalhei, aprendi, me diverti e, sobretudo, conheci pessoas e ouvi histórias incríveis. Fui, dia a dia, experimentando o prazer de, pela primeira vez na vida, ser dona da minha força de trabalho e da minha agenda.

Decidi que não queria voltar a ter crachá e parei de procurar emprego. Me contratei para cuidar com quatro olhos da minha pousada. Me contratei para escrever o blog A Vida Sem Crachá, livros, crônicas, contos e poemas. Estou montando uma plataforma de comunicação para dar suporte ao livro. Espero desdobrá-lo em outros livros, cursos, workshops e consultoria. Estou cumprindo à risca o plano que escrevi naquela triste quarta-feira (13 de agosto não tem como não ser um dia agourento, né?). Estou feliz. E é isso que aproveito para lhe desejar aqui.


Claudia Giudice, 49, empresária, jornalista, mestre em Comunicação pela Universidade São Paulo, ex-executiva. Trabalhou por 23 anos na maior editora de revistas do país e teve seu nome impresso em todos os expedientes, com exceção, justamente, veja só, das revistas de negócios da casa. 


fonte: 
http://projetodraft.com/ao-arrancarem-meu-cracha-senti-como-se-estivessem-arrancando-a-minha-pele/#sthash.GKKrqmVo.dpuf

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Como adquirir o livro "Os segredos para o sucesso pessoal e profissional"

Pessoal, 

Algumas pessoas têm me perguntado como podem adquirir o Livro: 

"Os segredos para o sucesso pessoal e profissional - O marketing aplicado aos relacionamentos" o qual sou coautora e apresento o tema "Uma abordagem do Profissional de Secretariado Executivo na área de Relações Governamentais"


O livro poderá ser adquirido pelo SINSESP ao custo de R$ 25,00 + taxa de correio ou diretamente com a editora Ser Mais

O livro traz estratégias de marketing com diversas ferramentas para que você alcance o seu pleno potencial e seja bem-sucedido em qualquer área. Os autores, por meio de suas experiências ensinam como aplicar a seu favor o marketing pessoal, o endomarketing, o networking, o coaching e muito mais! 


Todo o conteúdo é bem explicado e, o melhor, já foi colocado em prática no mercado e em relacionamentos que podem ser a chave para que você alcance os seus objetivos. 



sexta-feira, 24 de abril de 2015

A história não perdoa àqueles que não sabem acompanhá-la




Outro dia, conversando com um colega ele desabafou sobre o comportamento controlador de sua secretária e indignado compartilhou um episódio ocorrido. Segundo ele, certa vez, ao chegar pela manhã no trabalho ele queixou-se de uma terrível dor de cabeça. Ela, muito atenciosa, lhe deu um remédio. 

Certa altura do dia, quando ele foi consultar sua agenda percebeu que TODOS os compromissos daquele dia haviam desaparecidos. Foi então que ele dirigiu-se a ela e indagou: Judith, o que aconteceu com os meus compromissos da agenda? E ela prontamente respondeu: “Uê, eu cancelei todos, ou o senhor acha que iria fazer reuniões nesse estado?”. 

Esse tipo de comportamento - que entende o chefe como sendo uma propriedade particular - já não tem espaço no mundo corporativo contemporâneo, visto que atualmente os executivos tomam suas próprias decisões, embasadas em suas necessidades, isto é, como a Sra. Judith poderia precisar o que era importante para ele ou não? 

Tive um chefe que sempre dizia: Não tome decisões solitárias. O poder de decisão é meu. Concordo em número, gênero e grau. Cabe ao Profissional de Secretariado executar e assessorar seus gestores, inclusive tomando decisões, porém nunca de forma solitária. Sendo assim, perguntar será o caminho mais eficaz. 

Há algumas décadas, secretárias eram consideradas uma espécie de “leão de chácaras” de seus chefes. Cabia a elas o papel de controlar e proibir a entrada daqueles que elas entendessem como “personas non gratas”. Atualmente, acompanhando a globalização, o profissional de secretariado atua de forma completamente participativa, interativa e proativa, filtrando, quando necessário, os assuntos e demandas, entretanto, sem assumir um papel que não lhe compete, qual seja, decidir sobre a vida do outro.  Algumas pessoas confundem poder decisão com controle. 

É importante lembrar que nós, profissionais de Secretariado, atuamos como mediadores, facilitadores e assessores, portanto, ter essa sensibilidade e bom senso deve ser uma condição para atuar no mundo moderno. 

Parafraseando Gaudênio Torquatto deixo uma reflexão: “A história não perdoa àqueles que não sabem acompanhá-la”.

Um abraço, 

Simara Rodrigues 


quinta-feira, 23 de abril de 2015

12 coisas que líderes de sucesso não toleram

O texto foi publicado na página do Romero Rodrigues -  uma referência no mundo corporativo. Ouso dizer que as dicas do empreender devem ser extensivas a todos àqueles que buscam realização pessoal e profissional. 


12 coisas que líderes de sucesso não toleram



Tolerância é uma virtude – na maior parte do tempo. Mas algumas coisas não deveriam ser toleradas. Para construir uma carreira de sucesso, tenha certeza como um líder que os itens abaixo não constem na sua lista.

Em geral, tolerância é algo legal. As diferenças que encontramos são enriquecedoras para nossas vidas e para as empresas. Mas para chegar a uma vida de sucesso e a uma liderança inspiradora, precisamos nos negar a tolerar atitudes empobrecedoras e podem vir a enfraquecer-nos.



Comece negando as atitudes abaixo em si mesmo e nas pessoas com quem convive e veja o que muda nos resultados atingidos.

Desonestidade

Viver uma vida honesta permite que se mantenha em paz com os outros e consigo mesmo. Desonestidade impõe uma falsa realidade para sua vida e para aqueles ao seu redor.

Tédio

Pessoas bem sucedidas são curiosas e estão sempre explorando algo novo. A vida é muito curta para a inatividade e permanência na sua zona de conforto.

Mediocridade

É fácil, e uma tentação constante, se contentar com pouco. Mas o que leva as pessoas crescerem é sua perseverança para fazer escolhas difíceis que permitirão uma vida de sucesso.

Negatividade

Cada pensamento negativo te afasta do seu melhor. Se você se pegar resmungando, em voz alta ou para si mesmo, trate de se calar.

Toxicidade

No trabalho ou em casa, um ambiente “tóxico” vai te deixar doente, literalmente. Se você não se sente bem, se isso te deixa cansado ou te enche de pavor, faça o possível para mudar-se.

Desorganização

Desordem e bagunça causam stress e afetam seu bem estar mental e emocional. Livre-se daquilo que você não precisa e coloque todo o resto em seus lugares.

Qualquer coisa não saudável

Comida, relacionamentos e hábitos não saudáveis – faça suas escolhas sabiamente. Lembre-se de que você merece o melhor, e então dê o seu melhor.

Arrependimentos

Todos nós temos arrependimentos, mas você não pode avançar se você fica revivendo o passado constantemente. Aprenda com isso, acerte os erros que puder e deixe a situação para trás.

Desrespeito

Relacionamentos são o coração de sucesso, e respeito está na essência dos bons relacionamentos. Desrespeito, de qualquer forma e com quem quer que seja, é uma das forças mais destrutivas.

Desconfiança

A desconfiança muitas vezes chega através de uma sucessão de pequenas concessões aqui e ali. Tenha foco em manter sua própria integridade e cerque-se de pessoas que fazem o mesmo.

Raiva

Todos sentimos raiva e, se controlada, pode nos colocar em ação. Mas manter-se raivoso é paralisante e não leva a nada. Aprenda a projetar sua raiva nos problemas, não nas pessoas, e então acabe com ela.

Controle

Não se preocupe com as coisas que não pode controlar. Canalize suas energias onde terá bons resultados, e então esqueça o resto. Preste atenção na diferença entre as coisas realmente positivas na sua vida e aquelas que você simplesmente deve deixar rolar.

Lembre-se, você é a soma daquilo que tolera.

Fonte: 

http://www.romerorodrigues.com/12-coisas-que-lider-de-sucesso-nao-toleram/


quarta-feira, 22 de abril de 2015

É preciso cortar o mal pela raiz



O que cansa de verdade em um dia de trabalho não são as atividades, as urgências, as inúmeras vezes que não almoçamos para conseguir atender a todas as demandas e toda correria de um dia. O cansaço que acaba com a gente é o emocional. É aquele de quando convivemos com pessoas "carregadas", "pesadas". Minha avó sempre dizia que não tem planta que resista a uma pessoa assim. 

Alguns funcionários, na esperança de proteger-se desse tipo de pessoa que contamina o ambiente, apelam para os patuás. Já vi de tudo em estação de trabalho: sal grosso, Imagens de São Jorge, pote com alho, imagem de Nossa Senhora, buda, plantas, enfim, cada um, dentro da sua crença, buscando proteção. 

Já convivi em ambiente em que o simples fato da pessoa estar no local era motivo para tensão. Pela leitura corporal era possível perceber o incomodo e cansaço dos colegas - gerado por essas pessoas. Chegava a hora de ir embora não titubeavam um minuto. A maior alegação eram dores nas costas, irritabilidade, falta de ar e dor de cabeça.

Ambientes assim, além de tóxicos são improdutivos, o que para a empresa significa perda de receita. Já para os envolvidos, a perda é maior, porque envolve bem estar e qualidade de vida e isso não preço. 

Atualmente as empresas estão mais preocupadas com este aspecto e vêm desenvolvendo trabalhos que minimizem esse fator por meio de pesquisas de clima, interação entre equipes e área, avaliação de 360º e etc. Mas assim como uma maça podre estraga todo um cesto, uma pessoa "carregada" é capaz de contaminar todo o ambiente. E haja patuá para dar conta do recado. 

Em minha opinião, em tempos de crise, com números reduzidos de pessoas, aumento de trabalho e a necessidade de retenção de talentos o melhor cenário é cortar o mal pela raiz. 

Um abraço 

Simara Rodrigues 

segunda-feira, 20 de abril de 2015

IV Encontro UP de Secretariado do DF



O mês de maio está recheado de eventos e novidades relacionados ao Secretariado Executivo. 


Recentemente postei informações sobre o Comitê de Secretariado Executivo do DF que acontecerá dia 08/05 às 19:30 na UPIS e dia 06/05 a partir das 19:30 acontecerá o nosso tradicional encontro UP de Secretariado.


Todos os anos os alunos do 7o semestre - sob a coordenação da Professora Jaqueline Santos, responsável pela Disciplina Gestão de eventos e do Departamento de Secretariado - organizam um grande evento, aberto ao público, cuja finalidade é reunir profissionais da área e oferecer, gratuitamente, palestras e entretenimento. 

Este ano teremos uma palestrante muito especial, que tem toda a minha admiração. Sabe aquelas pessoas que você diz: "Quando eu crescer quero ser igual a ela"? é assim que me sinto sempre que refiro-me a ela. 

Mas por enquanto apenas reserve sua agenda. Em breve a programação completa e maiores informações serão disponibilizadas. 

Uma ótima semana, 

Simara Rodrigues

sábado, 18 de abril de 2015

Sobre comunicação não-violenta





A Comunicação denota um processo de construção e sentidos. Quando comunico estou fazendo alguma coisa com o outro. Fica implícito uma conexão, visto que eu não posso me comunicar sozinho”.

E foi assim que no último final de semana o inglês Dominic Barter, que durante 18 anos aprendeu a desenvolver técnicas de comunicação não-violenta com o psicólogo Marshall Rosenberg, iniciou um treinamento sobre comunicação não-violenta. 

A principio, quando me falaram de CNV, imaginei que fosse uma espécie de PNL, mas após participar do curso com duração de 12 horas percebi que a CNV não significa uma maneira de ser simpático ou ausência do uso de força, mas uma maneira de me sintonizar, me alinhar com o outro, isto é, significa reconstruir a convivência. 

Tenho percebido, por meio das minhas experiências e de relatos de pessoas próximas que o maior desafio da sociedade contemporânea não está em desenvolver habilidades técnicas, mas comportamentais. compreender e respeitar o outro como ele é, sem pré-julgamentos ou rótulos. Percebendo a necessidade por atrás do comportamento. 

O curso, por meio de dinâmicas, situações práticas, troca de experiência e exercícios nos convida a compreender o motivo pelo qual muitas relações são conflitantes e desgastantes. O instrutor destaca quatro elementos fundamentais nessa reconstrução: Observar sem julgar; identificar e expressar as necessidades (do outro e as minhas); nomear os sentimentos envolvidos (do outro e os meus) e a necessidade de se formular pedidos claros e viáveis.

Segundo Dominic, a CNV desenvolve a competência relacional e a resiliência emocional necessárias para transformar um conflito em conexão e apoiar parcerias fortes e flexíveis. 

A CNV atua em três importantes níveis: intrapessoal, interpessoal e sistêmico – possibilitando o diálogo e a empatia, mesmo em situações e comportamentos desafiadores.

Durante parte do treinamento pensei comigo: “Por quê eu tenho que ter empatia se o outro não tem. Por que eu tenho que ser solidária, boa colega de trabalho se o outro não é? Por quê tenho que ouvir desaforos e ataques de histeria? Não é mais fácil simplesmente sair? Ignorar?. 

Ao longo do curso Dominic respondeu minhas inquietações: 

Porque quando desenvolvemos a CNV aprendemos a perceber nossas relações de maneira mais humanizada, proporcionando um ambiente seja ele familiar, educacional ou profissional mais transparente, respeitoso e sociável, o que consequentemente nos proporcionará mais qualidade de vida e relações fundamentadas. 

De fato, se colocar do lado do outro, perceber suas emoções, suas fragilidades, sensibilidades, aflições e tudo mais que fica implícito é um processo de reaprendizagem visto que fomos condicionados a questionar, nos vitimar, nos defender e argumentar - sempre na postura de donos da razão - o que impossibilitou aprimorarmos a simples habilidade de empatia com o outro.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Vem ai o Comitê de Secretariado Executivo do DF





E foi a partir de inquietações que eu e a Profa. Marcela Brito idealizamos o Comitê de Secretariado Executivo do DF. Desde janeiro temos conversado e discutido muito acerca do assunto e no dia 08/05 a partir das 19:30 você é nosso convidado para conhecer o objetivo e finalidade desse cuja essência é debater sobre a profissão e fazê-la mais reconhecida e valorizada por todos os envolvidos.  

Neste primeiro encontro teremos uma palestra com a Profa. Marcela que abordará o tema central de seu livro: “O Secretariado Intercultural”. 

Não perca essa oportunidade, que além de contribuir para o desenvolvimento intelectual será uma ótima oportunidade de Networking.

Um abraço,

Simara Rodrigues

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Encerrando um ciclo







“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos”.



E foi parafraseando Fernando Pessoa que me despedi dos colegas de trabalho na última semana.  


A palavra coragem vem do latim “cuor agireagir com o coração. E foi isso que eu fiz recentemente quando, após 9 anos trabalhando em uma gigante das telecomunicações conclui que era a hora de encerrar um ciclo. 



Nove anos, eu contabilizada. Fusões, reestruturações, amizades construídas, sonhos realizados, aprendizados, processos seletivos internos, dezenas de Executivos que conheci e milhares de histórias - algumas guardadas a sete chaves. Era como se um filme passasse e eu, que sempre me considerei a típica virginiana – que não se abala, que é pé no chão - transbordava de dúvidas, incertezas, inseguranças e medos. 


A essa altura, mensagem no biscoito da sorte e em para-choque de caminhão já era motivo para eu pensar: é um “sinal”. Lia sobre o assunto em livros, revistas, colunas. Conversei com pessoas experientes, fiz coaching e comecei a vibrar com a coragem das minhas amigas que vinham "chutando o balde".

Certo dia li: “Em cada emprego que tive e em todas as experiências que vivi, soube que era hora de seguir em frente quando já tinha crescido o máximo possível ali”. BINGO! Era isso que eu sentia e permanecer significava aceitar a insuportável zona de conforto. Aquela que não te faz mover um único músculo. Respeito aqueles que apreciam esse estado, mas isso não combinada nada com o meu perfil.  

Cada escolha que fazemos nos permite construir o nosso próprio caminho e o que tenho desejado é que as minhas escolhas estejam coerentes com o meu discurso de vida, com as minhas crenças e as com os meus valores. 

Com o tempo tenho aprendido que dinheiro traz felicidade sim e proporciona várias oportunidades mas não compra paz interior e crescimento espiritual, que são transcendentais, porque é eterno.

Evidentemente que “chutar o balde” implica em algumas perdas, momentâneas, alguns reajustes na rotina e nos hábitos, mas nada que substitua a respiração leve, coração sereno e paz interior. Ter coerência entre o discurso e a prática é fundamental. 


É preciso sim muita coragem para levantar, sacudir a poeira e mudar aquilo que nos incomoda. Por isso, poucos se atrevem.

No final você acaba descobrindo que suas escolhas, com certeza, lhe renderão a maior recompensa que alguém pode desejar: A felicidade apesar de todas as consequências.



Parafraseando Eugênio Mussak concluo: Saber exatamente qual é o destino que você deseja em termos de carreira, em termos de vida, é fundamental para que você possa começar a construir o projeto que vai fazer com que você chegue lá. Mas, atenção, conhecer o destino que deseja é apenas parte do processo, é preciso saber também onde você está agora - isso é, quais são suas condições atuais para conciliar o que se tem hoje e o que se deseja para o futuro.



Muitas vezes é preciso dizer adeus, encerrar um ciclo para então (re)-começar.


Um abraço,  



Simara Rodrigues



P.S - O primeiro texto que me inquietou: 

http://revistacarneseca.com/a-geracao-x-esta-chutando-o-balde/



quinta-feira, 9 de abril de 2015

Recado para o chefe....

A ideia é, posteriormente, de forma anônima, postar o resultado e assim compartilhar o sentimento dos colegas de profissão e que o pensam de seus gestores. 

Imagine que você tenha alguns minutos de "desabafo"  - o que você diria sobre/para ele ou ela?

Não vale ofender ou usar palavras e baixo escalão. Até porque esta não é a postura mais adequada.  

Envie seu feedback para: simara.assessoriaexecutiva@gmail.com 








Um vírus chamado negatividade




Não tenho medo de morrer, nem de altura, nem de escuro. O que eu tenho medo mesmo é de gente negativa. 

Pra mim, gente negativa é como um vírus. Desses que quando a gente contrai sofre para encontrar a cura. O que em algumas situações leva tempo, pois a pessoa infectada não percebe que foi contaminada e sem saber segue contaminando todos ao redor. Uma verdadeira pandemia. 

Se tivesse um diagnóstico para quem contrai essa "doença" diria que os sintomas mais comuns são: raiva, mau humor, irritabilidade, inveja, desanimo, cansaço e azedume. Quer doença mais perigosa?

E se tivesse um remédio para a cura, certamente a bula orientaria: doses diárias de bom humor, otimismo e fé. 

Por sua vez, as contra-indicações seriam pontuais: mantenha distância de pessoas "infectadas". 

Eu, como forma preventiva, evito contato com gente negativa. Quando sinto que meu sistema imunológico vai "cair" fujo. Porque é muito mais fácil evitar a doença que contrai-la. Isso porque os efeitos colaterais, muitas vezes, são irreparáveis. 

Conheço gente que nunca se curou! 

Credo! morro de medo.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

7ª edição do Fórum de Secretariado e Assistentes da Alta Direção


Já estão abertas as inscrições para a 7ª edição do Fórum de Secretariado e Assistentes de Alta Direção, organizado pelo Informa Group e conta com o apoio institucional do Secretariar é uma Arte.


O Fórum que acontece entre 18 e 20 de junho em São Paulo apresentará ferramentas, técnicas e experiências a partir de uma perspectiva gerencial sobre o papel do profissional de secretariado nas organizações. 

Este tradicional encontro, parte da Academia de Secretariado, reunirá secretárias executivas, assistentes e profissionais que assessoram presidentes e executivos de alta direção para debater e conhecer mais sobre técnicas, ferramentas e experiências que visam aumentar e melhorar a produtividade dos profissionais. Gestão de Projetos, Design Thinking, Mapas Mentais, Tecnologia e Mobilidade serão abordados por especialistas. O evento trará ainda em sua programação apresentações sobre educação financeira, inteligência emocional, criatividade, inovação, persuasão e muito mais. 

Com uma programação que reúne apresentações de especialistas, painéis de debates, interações e dinâmicas em grupos, o Fórum é mais do que um evento, é uma experiência!

Serviço:

Fórum de Secretariado e Assistentes da Alta Direção - 7ª edição

Data: 18,19 e 20 de junho de 2015 

Local: Hotel Pullman Ibirapuera – Rua Joinville, 515 - São Paulo (SP)

Horário: das 8h30 às 18h30

Inscrições e informações: 

E-mail: secretariado@informa.com

Telefone: (11) 3017-6888


quarta-feira, 1 de abril de 2015

Audiência para criação do Conselho de Secretariado


Pessoal, 

Há anos, nós profissionais de Secretariado, clamamos pela Criação do nosso Conselho. E para isso é preciso o envolvimento de todos os interessados. Nesse sentido, encaminho comunicado da FENASSEC acerca do assunto. Repassem essa informação e participem! 

um abraço 
Simara Rodrigues 


ATENÇÃO: AUDIÊNCIA NA CTASP, PARA DEBATER A CRIAÇÃO DO CONSELHO DE SECRETARIADO SERÁ DIA 12 DE MAIO!

Caros profissionais, estudantes e demais envolvidos com a profissão de Secretariado, informamos que foi pré-agendada para 12 de maio, às 14h30 a realização da audiência pública na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP) da Câmara dos Deputados, em Brasília-Distrito Federal, para debater o PL. 6455 de 2013, pretendendo criar o “Conselho Federal de Secretário e Técnico de Secretariado Executivo e os Conselhos Regionais de Secretariado Executivo e Técnicos de Secretariado Executivo”.

É mais uma conquista da profissão e a FENASSEC convoca a categoria para lotar a sala da audiência da CTASP, que comporta 100 pessoas!

Fonte: 
https://www.facebook.com/Fenassecnacional/posts/949261731773599?fref=nf&pnref=story