quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Feliz 2016 com fé renovada


É inevitável ao final de mais um ano termos aquele momento de reflexão e promessas renovadas. Certamente porque é quando somos convidados, por uma espécie de lei universal, a analisar nossas ações, comportamentos, falhas e conquistas. 

Para mim, 2015 foi um ano incrível e deixará muitas saudades. Foi um ano que conheci pessoas admiráveis que foram força motriz no meu processo de transformação. Foi também um ano de surpresas em que pude contar com pessoas que nunca imaginei que poderia contar e me decepcionar com outras que reinava a certeza de apoio incondicional. Ficou a lição de não criar expectativas mas perspectivas. 

Afirmar que 2015 foi um dos melhores anos, não significa dizer que foi um ano leve e tranquilo, mas significa dizer que apesar dos percalços, medos e desafios sobressaiu a resiliência e minha fé fortalecida. Foi um ano de muito choro - de alegria e de tristeza - ambos libertadores! 

Acredito que sempre saímos fortalecidos de um processo de transformação e cabe a cada um de nós reconhecer o tamanho da nossa força e capacidade de seguir em frente. Parafraseando o Poeta Fernando Sabino: "De tudo, ficaram três coisas: a certeza de que ele estava sempre começando, a certeza de que era preciso continuar e a certeza de que seria interrompido antes de terminar. Fazer da interrupção um caminho novo. Fazer da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sono uma ponte, da procura um encontro".

Desejo, de todo o meu coração, que 2016 seja um ano tão vitorioso como este. Que cada dia deixe saudade e não alivio ao findar-se. Desejo que nossa fé seja renovada e que a paz faça morada em nossos corações. Sobretudo desejo que tenhamos saúde para seguir com alegria e determinação e que depois de todas as tempestades venha a Bonança.  

Namastê 

Simara Rodrigues 






Video: 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Que bicho você é?




Tenho participado de alguns treinamentos sobre alta performance profissional e na ânsia de contribuir para o crescimento dos meus leitores, compartilho algumas técnicas e ferramentas que têm sido aplicadas nos encontros. 


Quando falamos de alta performance, é preciso, inicialmente, olharmos para dentro de nós. Afinal, toda mudança precisa partir de cada indivíduo. 

A Análise do Comportamento proposta pelo Instituto Brasileiro de Coaching permite traçar o perfil de cada indivíduo a partir de um mapa comportamental que indica a dominância cerebral, e como esse resultado pode ser decisivo em nossa trajetória e nossas motivações. 

A análise do comportamento apresenta quatro modelos que indicam as características centrais de cada um dos perfis comportamentais. Fazendo uma metáfora com alguns tipos de animais, é possível identificar alguns aspectos relevantes, pontos fortes, pontos de melhorias e motivações. 

Descubra que bicho você é e como isso influencia em sua vida.

Afinal, as "As pessoas são contratadas pelas suas habilidades técnicas, mas são demitidas pelos seus comportamentos." Peter Drucker


ESCOLHA UMA ALTERNATIVA PARA CADA QUESTÃO E SEJA SINCERO, PARA QUE O RESULTADO ESTEJA DE ACORDO COM AQUILO QUE VOCÊ REALMENTE É. Não se preocupe com o julgamento alheio. Neste momento é você com você. 

Marque com um X a questão que mais você se identifica 


1) Eu sou...

( I ) Idealista, criativo e visionário 
(C) Divertido, espirituoso e benéfico 
(O) Confiável, meticuloso e previsível 
(A) Focado, determinado e persistente 

2) Eu gosto de...


( I ) Ser piloto 
(C) Conversar com os passageiros 
(O) Planejar a viagem 

(A) Explorar novas rotas 

3) Se você quiser se dar bem comigo...

( I ) Me dê liberdade 
(C) Me deixe saber sua expectativa 
(O) Lidere, siga ou saia do caminho 
(A) Seja amigável, carinhoso e compreensivo 

4) Para se conseguir obter bons resultados é preciso...

( I ) Ter incertezas 
(C) Controlar o essencial 
(O) Diversão e celebração 
(A) Planejar e obter recursos 

5) Eu me divirto quando...

( I ) Estou me exercitando 
(C) Tenho novidades 
(O) Estou com outros 
(A) Determino as regras 

6) Eu penso que...

( I ) Unidos venceremos, divididos perderemos 
(C) O ataque é melhor que a defesa 
(O) É bom ser manso, mas andar com um porrete 
(A) Um homem prevenido vale por dois 

7) Minha preocupação é...

( I ) Gerar a ideia global 
(C) Fazer com que as pessoas gostem 
(O) Fazer com que funcione 
(A) Fazer com que aconteça 

8) Eu prefiro...

( I ) Perguntas a respostas 
(C) Ter todos os detalhes 
(O) Vantagens a meu favor 
(A) Que todos tenham a chance de ser ouvidos 

9) Eu gosto de...

( I ) Fazer progresso 
(C) Construir memórias 
(O) Fazer sentido 
(A) Tornar as pessoas confortáveis 

10) Eu gosto de chegar...

( I ) Na frente 
(C) Junto 
(O) Na hora 
(A) Em outro lugar 

11) Um ótimo dia pra mim é quando...

( I ) Consigo fazer muitas coisas 
(C) Me divirto com meus amigos 
(O) Tudo segue conforme planejado 
(A) Desfruto de coisas novas e estimulantes 

12) Eu vejo a morte como...

( I ) Uma grande aventura misteriosa 
(C) Oportunidade para rever os falecidos 
(O) Um modo de receber recompensas 
(A) Algo que sempre chega muito cedo 

13) Minha filosofia de vida é...

( I ) Há ganhadores e perdedores, e eu acredito ser um ganhador 
(C) Para eu ganhar, ninguém precisa perder 
(O) Para ganhar é preciso seguir as regras 
(A) Para ganhar, é necessário inventar novas regras 

14) Eu sempre gostei de...

( I ) Explorar 
(C) Evitar surpresas 
(O) Focalizar a meta 
(A) Realizar uma abordagem natural 

15) Eu gosto de mudança se...

( I ) Me der uma vantagem competitiva 
(C) For divertido e puder ser compartilhado 
(O) Me der mais liberdade e variedade 
(A) Melhorar ou me der mais controle 

16) Não existe nada de errado em...

( I ) Se colocar na frente 
(C) Colocar os outros na frente 
(O) Mudar de ideia 
(A) Ser consistente 

17) Eu gosto de buscar conselhos de...

( I ) Pessoas bem sucedidas 
(C) Anciões e conselheiros 
(O) Autoridades no assunto 
(A) Lugares, os mais estranhos 

18) Meu lema é...

( I ) Fazer o que precisa ser feito 
(C) Fazer bem feito 
(O) Fazer junto com o grupo 
(A) Simplesmente fazer 

19) Eu gosto de...

( I ) Complexidade, mesmo se confuso 
(C) Ordem e sistematização 
(O) Calor humano e animação 
(A) Coisas claras e simples 

20) Tempo para mim é...

( I ) Algo que detesto desperdiçar 
(C) Um grande ciclo 
(O) Uma flecha que leva ao inevitável 
(A) Irrelevante 

21) Se eu fosse bilionário...

( I ) Faria doações para muitas entidades 
(C) Criaria uma poupança avantajada 
(O) Faria o que desse na cabeça 
(A) Exibiria bastante com algumas pessoas 

22) Eu acredito que...

( I ) O destino é mais importante que a jornada 
(C) A jornada é mais importante que o destino 
(O) Um centavo economizado é um centavo ganho 
(A) Bastam um navio e uma estrela para navegar 

23) Eu acredito também que..

( I ) Aquele que hesita está perdido 
(C) De grão em grão a galinha enche o papo 
(O) O que vai, volta 
(A) Um sorriso ou uma careta é o mesmo para quem é cego 

24) Eu acredito ainda que...

( I ) É melhor prudência do que arrependimento 
(C) A autoridade deve ser desafiada 
(O) Ganhar é fundamental 
(A) O coletivo é mais importante do que o individual 

25) Eu penso que...

( I ) Não é fácil ficar encurralado 
(C) É preferível olhar, antes de pular 
(O) Duas cabeças pensam melhor do que uma 
(A) Se você não tem condições de competir, não compita 

RESULTADOS: 


Verifique quantas questões correspondem a cada letra e multiplique o resultado por 4:
Exemplo: 6 questões com a letra "O" x 4 = 24% 

I - multiplique por 4 e encontre a porcentagem % predominante - ÁGUA

C - multiplique por 4 e encontre a porcentagem % predominante- GATO

A - multiplique por 4 e encontre a porcentagem % predominante - TUBARÃO

O - multiplique por 4 e encontre a porcentagem % predominante - LOBO


Agora confira o resultado





GATO: FAZER JUNTO!




Os que possuem esse perfil gostam de estar rodeados de pessoas e tem muita facilidade para trabalhar em equipe. Quando líderes, sabem delegar as tarefas e são muito persuasivos, utilizando dos sentimentos para influenciar as pessoas.
Sentimentais e sensíveis, Gatos tem um carisma todo especial, porém devem tomar cuidado para isso não prejudicá-los quando se trata de resultados e relacionamentos profissionais.

Sabem manter uma comunicação harmoniosa, tendendo a esconder conflitos em função disso. Porém, sua comunicação costuma ser aberta, reconhecendo as qualidades daqueles ao redor e visando sempre a igualdade.

Seus maiores valores são: felicidade e igualdade.



LOBO: FAZER CERTO!
Metódico, organizado, correto, detalhista e pontual, Lobos são totalmente previsíveis, pois eles sempre farão as coisas de maneira planejada e de uma única forma, a certa!

São leais, seguros e seguem todas as normas, por isso possuem uma dificuldade muito grande de se adaptar às mudanças.

Nesse perfil, as pessoas têm bastante dificuldade de arriscar e fazer algo que não conseguem ver início, meio e fim. Dificilmente farão confortáveis uma viagem de última hora ou uma surpresa, porém com certeza nunca errarão um presente e dificilmente terão problemas com o percurso. Na empresa, podem atrapalhar o andamento de algo pelo excesso de detalhes, mas entregarão exatamente aquilo que foi acordado.

Seu maiores valores são: ordem e controle.





ÁGUIA: FAZER DIFERENTE!


Infelizmente o mundo de hoje está acabando com a Águia que existe dentro de cada um de nós, a parte criativa, com foco no futuro, idealizadora e intuitiva. Não sei no seu, mas no meu meio social, pessoas assim são raras e extremamente interessantes de se conversar.

Águias têm o dom de prever o futuro e provocar mudanças radicais, gostam de arriscar e apostar no novo por um simples motivo, porque é novo! Adoram mudanças e possuem dificuldade de focar no aqui e agora, detestando rotinas.



TUBARÃO: FAZER RÁPIDO!


Essas são as pessoas com uma qualidade que toda empresa gosta: foco no resultado! Elas querem fazer rapidamente e estão com seu senso de urgência sempre aguçado, assim como a motivação que possuem e transmitem em tudo que fazem.


Pró-ativos, Tubarões adoram desafios e detestam repetir tarefas, já que uma vez que entregaram, querem passar para a próxima. Não gostam de delegar tarefas, pois acreditam que na mão deles será feio mais rápido em função da sua auto suficiência e impulsividade.


Devem tomar cuidado com esses impulsos para não passarem por cima das regras e até mesmo dos outros, pois repetidas vezes acabam fazendo isso ao olhar apenas os resultados, sendo extremamente competitivos e cegos para os detalhes. 

Devem sempre se lembrar também que nem sempre o mais rápido e mais fácil é o melhor.


Seus valores são: rapidez e resultados.


Fonte:

http://www.ibccoaching.com.br/tudo-sobre-coaching/analise-de-comportamento-teste-de-perfil-comportamental/

http://coachtiago.blogspot.com.br/2014/10/ferramenta-de-coaching-perfil.html


quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Vaga para Estágio na área de Secretariado Executivo


Pessoal,

Em atenção à solicitação de uma amiga de Profissão, compartinho informações sobre vagas para estágio na área de Secretariado:

Local: Embrapa - Unidade da Embrapa Cerrados - Localizada Próximo à cidade de Planaltina-DF
Quantidade de vagas: 02 vagas
Escolaridade: Cursando Secretariado Executivo
Mais informações podem ser obtidas pelos telefone: (61) 3388-9971/ 9972/ 9974 - falar com Rita Abud

Um abraço, 

Simara Rodrigues 




quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Keep calm and be happy






Hoje a tarde, voltando do almoço, não percebi que a preferência da via que dirigia não era minha. Como já havia entrado, achei melhor continuar e assim evitar um acidente. Foi então que a mulher que vinha na via, cuja preferência era dela, soltou aquela buzinada em mim. 

Na expectativa de me desculpar fui desacelerando até que ela chegasse próximo do meu veículo. De repente, a mulher baixou o vidro e enlouquecida, ou melhor, endiabrada aos berros dizia: “a preferência é minha, a preferência é minha” como seu eu estivesse dizendo que não fosse. Mas eu apenas respondia: “me desculpe, me desculpe”, afinal, ela tinha razão e eu concordava: a preferência era dela. 

Mas , ela sem prestar atenção ao que eu dizia, porque não parava de gritar, não me dava ouvidos. Coitada, ela não deveria estar em um bom dia. 

E assim acontece no trabalho, na vida pessoal, na faculdade, no happy hour, na fila do banco, no supermercado. As pessoas estão tão preocupadas em argumentar e ter razão que não prestam atenção a mais nada, a não ser aos seus próprios gritos. 

Uma pena, porque hoje o dia estava lindo. Além disso, que atire a primeira pedra quem não comete erros!  

Um abraço, 

Simara Rodrigues 


Vaga para Estágio na área de Secretariado Executivo


Estágio - Secretariado Executivo em Brasília

Estagiário - Secretariado Executivo
EstágioLocal: asa norte

Cursando a partir do 3o. Semestre do curso de Secretário Executivo
Horário de trabalho: 12h às 18h
A empresa oferece:
Bolsa: R$864,00
Benefícios: vt e vr (208,34)

Os interessados na oportunidade deverão encaminhar o currículo atualizado


Fonte: http://www.cadernonacional.com.br/vagas/estagiario---secretariado-executivo-222147.aspx

Vaga para Estágio na área de Secretariado Executivo

Empresa de grande porte líder no segmento de atuação contrata:

Estagiário de Secretariado (v1269148)

Código da vaga: v1269148
Nível hierárquico:Estágio
Local:Brasília / DF / BR
Quantidade de vagas:1
Data de expiração:16 de Dezembro de 2015
Cursando 2º ano de Secretariado Executivo;
Inglês avançado;

FONTE:

http://www.vagas.com.br/vagas/v1269148/estagiario-de-secretariado

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Confraternização na empresa é uma extensão do ambiente corporativo



Outro dia uma amiga comentou que em seu trabalho, na véspera da festa de confraternização o RH da empresa costuma deixar na mesa de cada colaborador um singelo "bilhetinho" com a seguinte mensagem: "lembre-se que na segunda-feira você estará de volta ao trabalho". Desnecessário, não? 




Veja a matéria postada no IG sobre o assunto e lembre-se de comportar-se como se houvesse amanhã, porque há! :) 

um abraço, 

Simara Rodrigues 


Com a chegada do final de ano, já é costume da maior parte das empresas fazer uma festa de confraternização entre todos os funcionários. De pequenos jantares no próprio local de trabalho até grandes baladas em espaços para eventos, essas ocasiões são motivo de ansiedade para os mais festeiros e de apreensão para os mais reservados. Com a presença dos mais altos cargos de liderança da organização, a postura de todos pode estar sendo avaliada e o clima informal pode colaborar para que as pessoas percam os limites do profissionalismo.

Quando foi convidado para a festa de confraternização da primeira empresa para a qual trabalhou, o publicitário Leonardo*, de 24 anos, estava convencido de que se comportaria bem. No entanto, a bebida alcoólica liberada atrapalhou os seus planos. “Eu já tinha ido com o pensamento 'Eu não vou dar vexame. Eu não vou dar vexame’, mas tinha muita gente lá. Aí você começa a tomar um drink com um, um drink com outro. Foi uma coisa que foi crescendo”, lembra o publicitário.

As festas de final de ano das empresas são uma extensão do ambiente corporativo e o comportamento de todos pode estar sendo avaliado

Durante a comemoração, Leonardo gritava e brincava com todos os colegas de trabalho. “Eu passei muita vergonha. Eu era o palhaço da festa”, conta ele. Porém, o ápice da sua empolgação foi quando ele pegou no colo a faxineira da companhia e a ergueu pelas pernas. “No que eu ergui, a gente caiu no chão. Eu estava muito bêbado e não percebi que o tombo tinha sido forte. Na segunda-feira, ela apareceu roxa”, comenta Leonardo, que foi o assunto do escritório durante a semana.

“A minha chefe fez um prêmio, do mais comportado e do mais animado. Eu acabei ganhando o de mais animado”, lembra o publicitário. No entanto, nem todas as empresas levam os excessos dos colaboradores na esportiva e as consequências de uma bebedeira ou de outras gafes podem ser graves.

Para o presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos no Rio de Janeiro, Paulo Sardinha, o motivo dos exageros é que as pessoas se esquecem de que ainda estão sendo observados. “O nome já diz, é festa de empresa. 

Apesar de você estar em um ambiente mais informal você continua sob o olhar dela”, avalia.

Com a ajuda de especialistas, o iG selecionou 10 dicas de comportamento para não passar vexame na festa da firma. Confira abaixo as recomendações para aproveitar a celebração da melhor maneira possível:

1 – Por mais que não goste, tente comparecer

Independentemente do tamanho da festa, a empresa investiu tempo e dinheiro para proporcionar a integração e um bom clima entre os funcionários e, dependendo da cultura da empresa e do cargo do funcionário, a presença do colaborador é esperada pelos gestores. “É importante prestigiar. Se você não for, deixa margem para as pessoas interpretarem da maneira que eles quiserem. Eles podem entender que você não está comprometido”, observa Marcel Lotufo, da Havik, empresa de consultoria em RH.

No entanto, quando a celebração acontece fora do horário de trabalho, não é obrigatório que o funcionário compareça. “Se você perceber que não vai ser prejudicado, porque as lideranças não levam isso em consideração, não tem problema em ficar em casa”, lembra Ricardo Nogueira, headhunter e presidente da Junto Brasil.

2 – Se aceitou o convite, não dê “apenas uma passadinha”

Ficar apenas 15 minutos na festa pode ser interpretado como falta de interesse

Em alguns casos, a liderança da organização aproveita o momento em que todos estão reunidos para fazer um pronunciamento sobre os resultados obtidos no ano e o que está esperando para o próximo ano. É recomendável que o funcionário fique até o final destes discursos, não apenas por educação, mas para se inteirar sobre os assuntos da companhia. “A partir daí é como aniversário, depois que cantou os parabéns fica quem quiser. Ficar 15 minutos é mostrar que não está interessado e só está ali de corpo presente”, comenta Paulo Sardinha.

Porém, como as festas acontecem geralmente no período noturno e alguns dos colaboradores têm filhos ou outras questões pessoais para cuidar, é normal que nem todos possam ficar até o final. Neste caso, é válido utilizar os 15 minutos para cumprimentar os gestores e colegas mais próximos, avisando que terá de sair em breve.

3 – Não vá vestido para matar (grifo Simara Rodrigues) 

“[Festa de empresa] não é o lugar em que você vai como se fosse para uma balada”, comenta Roberto Bonito, gerente executivo da Talenses, consultoria em RH. Caso o tipo de traje não esteja especificado no convite do evento, por mais que o ambiente seja informal, o recomendável é que o profissional não exagere demais na hora de se vestir. “É um momento em que você pode ousar mais, mas não é o lugar onde você vai colocar um decote, uma fenda ou uma saia mais curta”, diz Roberto Bonito. Roupas que fogem demais do ambiente corporativo podem prejudicar a credibilidade do profissional e virar motivo de comentários entre os colegas.

4 – Beba com moderação

A bebida alcoólica acaba se tornando uma propulsora de comportamentos inadequados

Quando o funcionário é convidado para a festa da empresa, a bebida alcoólica é uma das primeiras coisas a vir na cabeça. “Tem sim que tomar uma ou duas doses, para ficar mais tranquilo e tomar coragem de conversar com as pessoas das áreas que você não conhece. Porém, geralmente as bagunças e os escândalos começam com o álcool”, lembra Roberto Bonito. Se não tem certeza de que vai conseguir se controlar, o ideal é ficar na água e refrigerante e deixar para extravasar junto com amigos e família, sem a presença do seu chefe.





5 – Dance como se houvesse o amanhã

Algumas empresas têm uma cultura mais formal e esperam que seus funcionários mantenham essa postura no ambiente de trabalho. No caso das confraternizações, elas podem ser consideradas como parte da organização e, portanto, a formalidade deve continuar presente. Isso não significa que o funcionário deve virar uma estátua de cera e não aproveitar a música. “Você pode dar uma dançadinha, pode brincar. Só não pode colocar a gravata na cabeça e fazer coisas toscas”, observa Ricardo Nogueira, que lembra que além de ser observado, o funcionário pode ser filmado por alguém mal intencionado e o vídeo cair na internet.

6 – Controle-se na comida, esta não é a última ceia 

Não precisa exagerar no tamanho do prato ou ter pressa para comer

O departamento responsável por organizar a festa normalmente toma os cuidados necessários para que não falte comida ou bebida. Portanto, não é necessário se desesperar na hora de comer. Além disso, as festas duram algumas horas, tempo suficiente para experimentar de tudo um pouco. “A gente vê as pessoas comendo como se fosse a última refeição. Não precisa pegar 30 salgadinhos no mesmo prato de uma vez. Você não está ali para encher a pança e ir embora”, comenta Bonito.


7 – Fortaleça seus relacionamentos e não fale apenas sobre trabalho

“Infelizmente, até quando eu corro no Parque Ibirapuera [em São Paulo] eu ouço as pessoas falando de trabalho ou fofocando sobre as pessoas do trabalho. Então, em uma festa de final de ano de empresa, o que mais vai ser falado é de trabalho”, conta Ricardo Nogueira. Apesar de ser um assunto em comum a todos os presentes na comemoração, tentar relaxar e conversar sobre amenidades não relacionadas ao mundo corporativo é a melhor maneira de fazer amizades e conhecer colegas de outras áreas, aumentando sua rede de relacionamentos na empresa.

“´[A pessoa deve] aproveitar a situação para reconstruir algumas relações que ao longo do ano foram tensas. É o momento de sentar, conversar e trocar assuntos de uma maneira mais amena e agradável”, diz Paulo Sardinha.

8 – Nem sempre é permitido flertar

Apesar do clima informal das celebrações colaborar para que as pessoas se soltem mais e tomem atitudes que normalmente não tomariam dentro do escritório, o flerte entre colegas de uma mesma empresa nem sempre é permitido. Algumas companhias têm como regra de conduta a proibição deste tipo de relação entre os funcionários. Portanto, o colaborador deve evitar quebrar esta regra, ainda mais em um ambiente em que todos da companhia o estão observando.

Já nos casos em que a organização não se importa com este tipo de relacionamento, o namoro pode acontecer. “Se você se apaixonou mesmo ou os dois já estavam flertando, eu acho que é o momento ideal para convidar para jantar ou fazer algo depois. Mas tem de ser com muita educação”, recomenda Ricardo Nogueira.

9 – Não force intimidade com o seu chefe

“Um antigo diretor com quem eu trabalhava dizia o seguinte: com diretor não existe conversa informal, tudo o que você fala é formal”, conta Paulo Sardinha. Embora os líderes da empresa não estejam exercendo o papel de autoridade durante a confraternização, eles continuam sendo chefes e podem avaliar o comportamento dos funcionários naquele momento. Assuntos inadequados ou pessoais demais, quando não existe uma relação de intimidade entre o gestor e o subordinado, podem prejudicar a imagem do profissional. “[O chefe] não se transformou em um amigo para o qual você vai fazer confidências e com quem pode falar de qualquer assunto”, conclui o presidente da ABRH.



10 – Desculpe-se pelos excessos

Se por falta de experiência, ou por excesso de bebida alcoólica, o profissional cometer alguma gafe que incomodou a liderança da empresa ou outros colegas, é recomendável que a pessoa peça desculpas quando voltar ao escritório. Desta maneira, ela se mostrará humilde e pode reverter a situação, dependendo do tamanho do estrago.

No entanto, nem sempre um pedido de desculpa pode resolver o problema. A advogada Daniela Yuassa, chefe da área trabalhista do escritório de advocacia Stocche Forbes, lembra que em certos casos, como agressão moral e física, o empregador pode demitir o funcionário por justa causa, baseando-se no artigo 482-J, da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que trata de “atos lesivos da honra ou da boa fama”. “Isso poderia ser aplicado mesmo em eventos fora da empresa, pois gera a quebra de confiança entre o dois”, comenta a advogada, que já soube de casos em que os funcionários de uma empresa foram mandados embora após brigarem em uma confraternização de fim de ano.


FONTE:

http://economia.ig.com.br/carreiras/2013-12-01/os-10-mandamentos-para-nao-cometer-gafes-na-festa-de-fim-de-ano-da-empresa.html


quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Confraternização de final de ano




E está aberta a temporada de confraternizações - no trabalho, no grupo de futebol, no clube da Luluzinha, com as amigas da faculdade.... 

Dezembro é oficialmente o mês em que as pessoas celebram o ano, as conquistas, as amizades e renovam suas promessas. 

Para os profissionais de Secretariado é a oportunidade de exercer atividades relacionadas à organização de eventos e assessoria executiva, habilidades relevantes para o mercado de trabalho.

Já imaginou se o seu gestor solicita que você organize uma confraternização para a Diretoria da empresa e você, não atentando-se para o perfil do público, escolhe um lugar que é "baladinha" de adolescente? É preciso bom senso para avaliar situações como esta. Por isso vale fazer algumas reflexões como: Qual o perfil da Diretoria? Que tipo de ambiente eles gostam de frequentar? qual é o foco do evento?



Isso porque, em muitas situações, as confraternizações de final de ano são, para os Executivos, uma oportunidade de fazer o que eles mais apreciam: Negócios. Portanto, saber escolher o melhor ambiente é fundamental. 

Ainda que seja uma simples confraternização, para poucas pessoas, é importante que o Profissional de Secretariado tenha: Bom gosto, bom senso, conhecimento de ambientes que atendam ao perfil dos convidados, boa percepção, perfil criativo e inovador.  

Em Brasília, uma boa sugestão é realizar eventos dessa natureza em restaurantes que possuam salas privativas ou reservadas. Quando as confraternizações acontecem nesse formato deixa o ambiente mais leve, foge do barulho natural de ambientes que são compartilhados e possibilita redução de custos, uma vez que muitos restaurantes não cobram custo adicional para a utilização desse serviço. Vale ressaltar que na busca por um ambiente adequado, conhecer as restrições alimentares dos convidados é importantíssimo e sobretudo elegante. 

Veja abaixo algumas sugestões que costumo indicar. Organize seu check list e surpreenda seus convidados e não esqueça de reservar o local com antecedência.


Restaurante Piantella 
No coração da cidade é um ambiente conhecido dos Executivos. Comida boa e um bom atendimento, além de oferecer ótimas sugestões de vinhos.
202 Sul, s/n - bloco A, loja 34 - Asa Sul 


Restaurante Lakes 
Também no coração da cidade, o espaço é aconchegando e bem frequentado por Executivos. 


Grand Cru 
O Espaço é agradabilíssimo e o atendimento é um diferencial. 


Restaurante Bottarga 
O espaço é aconchegante, a comida é saborosa e a atendimento também é um diferencial. 
SHIS CL QI 05 Conjunto 09 Bloco "D" Lojas

Agora, se a sua missão é organizar a confraternização para todos os colaboradores da empresa o planejamento deve ser outro. Mas isso é assunto para outro post!

Um abraço,




sexta-feira, 27 de novembro de 2015

"Geração do diploma" decepciona o mercado


Já dizia meu professor de estatística em 1999 em sala de aula: "O mercado seleciona" e isso é incontestável. 


Nunca tantos brasileiros chegaram às salas de aula das universidades, fizeram pós-graduação ou MBAs. Mas, ao mesmo tempo, não só as empresas reclamam da oferta e qualidade da mão-de-obra no país como os índices de produtividade do trabalhador custam a aumentar.

Na última década, o número de matrículas no ensino superior no Brasil dobrou, embora ainda fique bem aquém dos níveis dos países desenvolvidos e alguns emergentes. Só entre 2011 e 2012, por exemplo, 867 mil brasileiros receberam um diploma, segundo a mais recente Pesquisa Nacional de Domicílio (Pnad) do IBGE.

"Mas mesmo com essa expansão, na indústria de transformação, por exemplo, tivemos um aumento de produtividade de apenas 1,1% entre 2001 e 2012, enquanto o salário médio dos trabalhadores subiu 169% (em dólares)", diz Rafael Lucchesi, diretor de educação e tecnologia na Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A decepção do mercado com o que já está sendo chamado de "geração do diploma" é confirmada por especialistas, organizações empresariais e consultores de recursos humanos.

"Os empresários não querem canudo. Querem capacidade de dar respostas e de apreender coisas novas. E quando testam isso nos candidatos, rejeitam a maioria", diz o sociólogo e especialista em relações do trabalho da Faculdade de Economia e Administração da USP, José Pastore.

Entre empresários, já são lugar-comum relatos de administradores recém-formados que não sabem escrever um relatório ou fazer um orçamento, arquitetos que não conseguem resolver equações simples ou estagiários que ignoram as regras básicas da linguagem ou têm dificuldades de se adaptar às regras de ambientes corporativos.

"Cadastramos e avaliamos cerca de 770 mil jovens e ainda assim não conseguimos encontrar candidatos suficientes com perfis adequados para preencher todas as nossas 5 mil vagas", diz Maíra Habimorad, vice-presidente do DMRH, grupo do qual faz parte a Companhia de Talentos, uma empresa de recrutamento. "Surpreendentemente, terminanos com vagas em aberto."

Outro exemplo de descompasso entre as necessidades do mercado e os predicados de quem consegue um diploma no Brasil é um estudo feito pelo grupo de Recursos Humanos Manpower. De 38 países pesquisados, o Brasil é o segundo mercado em que as empresas têm mais dificuldade para encontrar talentos, atrás apenas do Japão.

É claro que, em parte, isso se deve ao aquecimento do mercado de trabalho brasileiro. Apesar da desaceleração da economia, os níveis de desemprego já caíram para baixo dos 6% e têm quebrado sucessivos recordes de baixa.

Mas segundo um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) divulgado nesta semana, os brasileiros com mais de 11 anos de estudo formariam 50% desse contingente de desempregados.

"Mesmo com essa expansão do ensino e maior acesso ao curso superior, os trabalhadores brasileiros não estão conseguindo oferecer o conhecimento específico que as boas posições requerem", explica Márcia Almstrom, do grupo Manpower.

Fonte: 


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

ENADE, UNIP e muito amor envolvido



Ontem, dia 22 de novembro de 2015, aconteceu em todo o País o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), cujo objetivo é avaliar a qualidade dos cursos e das Instituições de ensino superior brasileiro. Este ano 26 cursos foram avaliados e entre eles o Curso de Secretariado Executivo. 

Para o profissional de Secretariado Executivo é a oportunidade de demonstrar que adquiriu as habilidades e competências necessárias para o bom exercício de sua profissão.  

Em Brasília, as provas foram realizadas em 09 cidades (Sobradinho, Asa Sul, Asa Norte, Taguatinga, Águas Claras, Guará) e a Universidade Paulista - UNIP esteve presente em todos estes pontos para apoiar seus alunos. Foi uma energia maravilhosa entre coordenadores, professores, assistentes, apoio e alunos, desde a concentração que aconteceu no inicio da manhã com a montagem do stand até às 18:00. 

Foram criados grupos de conversa no whatsapp para troca de mensagens de apoio, fotos e até mesmo para organizar toda a logicística que envolvia as centenas de alunos e cursos oferecidos pela Instituição. 

Foi realmente maravilhoso participar desse momento, torcer pelo bom desempenho dos meus alunos - que apesar do pouco tempo de convívio já ocupam um lugar significativo no meu coração - e que sobretudo estavam ali representando nossa profissão, que por vezes é tão rotulada. 

Essa mesma energia foi compartilhada com os demais Campi da Instituição: Tatuapé, Chácara Santo Antonio, Campinas, Aphaville, Marquês etc. Uma verdadeira rede do bem, que em tempo real encaminhavam informações para todos os envolvidos. 

Fiquei muito orgulhosa da minha equipe, mesmo àqueles que torciam e enviavam boas energias de longe. O engajamento, o carinho e dedicação que fazem parte dos bastidores - e que só os envolvidos sabem - é força motriz. Definitivamente a docência é um ato de amor e o que recebemos em troca não tem preço. 

Estou confiante em bons resultados e acredito que todos nós (alunos, docentes e Instituição) fizemos o melhor que podíamos. 

Um abraço, 

Simara Rodrigues


Profa. Andrea Brilhante em  Águas Claras 





Profa. Kettyplyn Sanches em Taguatinga com os alunos 







Eu na Asa sul com com os alunos :) 




Professores, coordenadores e equipe da Asa Sul :) 






Encontre pessoas que te inspiram



Desde que me entendo por gente busco pessoas que me inspiram e me motivam. 

Na pré-adolescência, Madonna era a minha inspiração. Sua ousadia e determinação sempre me inspiraram. Lembro-me de faltar aula para ler, escondida, sua biografia. Achava o máximo, na década de 80, existir uma mulher tão diferente do estereótipo da época e tão determinada. Aquilo me fascinava. 

Na adolescência minha irmã foi minha inspiração. De família humilde teve que começar do zero. Ela era determinada e sabia o que queria, sua disciplina era e é até hoje incontestável. Tanto que hoje é uma executiva de alto escalão. Adorava pedir suas roupas, lenços e sapatos elegantíssimos emprestados. Apesar de suas origens soube se posicionar no mercado e no meio em que trabalhava - predominantemente masculino.  

Já adulta, atuando como Secretária Executiva, minha amiga Anitra foi minha inspiração. Sempre muito educada, elegante, com um vocabulário de uma verdade dama, se vestia maravilhosamente bem e mesmo irritada era um lady.  
Também no mundo corporativo conheci Enilce. Ela tinha o dom da escrita. Tudo, exatamente tudo que escrevia era perfeito. Dela adotei um estilo para escrever e aprendi muito sobre a escrita e língua portuguesa. 

Devo muito a um chefe que tive, entre tantos ensinamentos me ensinou que “quem planta tomate não colhe cebola”. O que em segunda análise significa dizer que tudo aquilo que plantamos em um determinado momento será colhido. E isto é irrefutável.

Por toda a vida minha mãe tem sido minha maior inspiração. Nunca a ouvi dizer que algo não é possível. Qualquer coisa que aconteça ela logo contesta “a gente dá um jeito”. E dá mesmo. Ainda que seja aos trampos e barrancos. Ela é incrível e gosto de acreditar que pareço com ela. 

Minha lista não para por aí. Tenho pessoas que admiro profundamente, sem ao menos saberem. São professores, líderes religiosos, empreendedores, alunos, Profissionais de Secretariado e etc. E mesmo no meu anonimato não deixo de observar e te-los como fonte de inspiração.  

Todos tem algo  a oferecer. É provável que você tenha uma lista de pessoas que te inspiram. Então aproveite esse presente que a vida nos oferece diariamente e inspire-se. Isso, certamente, será como bússola em sua trajetória e te motivará a seguir sempre em frente. 

Um abraço e uma ótima semana, 

Simara Rodrigues 


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Ponha um tubarão no seu tanque




Recebi a mensagem abaixo de um chefe há alguns anos, para ser mais exata em 2011, quando assumi um novo desafio. Daqueles que te fazem arrepiar e tremer dos pés a cabeça. Eu era Secretária Executiva e após um processo seletivo interno fui trabalhar como Executiva de Negócios do Governo Federal. 


Eu sabia muito pouco ou quase nada sobre a função. As metas eram ousadas e os números também. Entre minhas responsabilidades estava: Gerenciar o relacionamento com o cliente, desenvolver e executar o Plano Estratégico da Conta, Prospectar novos negócios, liderar o "time de contas" e áreas de atendimento ao cliente (Pós Venda e Cobrança) e Elaborar briefings e sumários executivos da conta. 

E foi em uma das noites, por volta das 22:00, horário que geralmente saia do trabalho, que meu chefe e eu conversávamos sobre minhas metas e o meu desempenho que ele disse: "Simara, ponha um tubarão no seu tanque". 



"Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas. Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. 

E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes. Para resolver este problema as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Entretanto, os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado, e é claro, eles não gostaram do peixe congelado. 

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, "como sardinhas". Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam cansados e abatidos, porém, vivos.


Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor. Os japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático. Então, como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor ? 

Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria ?

Quando as pessoas atingem seus objetivos tais como, quando encontram um namorado maravilhoso, começam com sucesso numa empresa nova, pagam todas suas dívidas ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões . 

Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então relaxam. Elas passam pelo mesmo problema que os ganhadores de loteria que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros que nunca crescem e de donas de casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta. 


Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples. L. Ron Hubbard observou no começo dos anos 50. "O homem progride, estranhamente, somente perante a um ambiente desafiador".

Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema.

Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado em tentar novas soluções. Você se diverte. Você fica vivo!

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque. O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega "muito vivo". Os peixes são desafiados.

Portanto, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista. Se reorganize!

Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda.

Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá de encontro aos objetivos do seu grupo, da sociedade e até mesmo da humanidade. Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele.

Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer diferença.


"Então, ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar"


Pittsburgh University - MBA

Desse dia em diante tenho colocado tubarões em meu tanque e isso faz toda diferença! 

Um abraço, 

Simara Rodrigues


Quem não se comunica se trumbica


Olá pessoal, 

Você já parou para pensar sobre a quantidade de e-mails que você recebe e envia por dia, sejam eles corporativos ou pessoais? E quanto tempo você gasta com esta atividade? Agora imagine se você não utiliza esta ferramenta de forma produtiva. 

A dica de hoje é sobre a redação de e-mails e o campo “assunto”. 

Quer coisa mais desagradável que receber um e-mail nos seguintes formatos:

Assunto: U R G E N T E 

E eis que você abre o e-mail, para sua surpresa, não há nada de urgente ou que não possa aguardar. Infelizmente esta palavra deixou de ser exceção e passou a ser regra, o que em muitas situações atrapalha ao invés de contribuir. 

Quando eu leio em meu celular um e-mail com o assunto “URGENTE” eu imediatamente paro tudo que estou fazendo e trato de abri-lo e muitas vezes me deparo com assuntos banais. É realmente necessário fazer isso? Afinal, é urgente para quem? 

Tive um chefe que todas as vezes que eu dizia para ele: “Dr. Fulano, o assunto é urgente” ele imediatamente respondia: “Simara, não faça da incompetência dos outros a minha urgência”. 

Com o tempo você vai observando que aquilo o urgente geralmente foi realizado sem prazo e planejamento. 

Assunto: “....

Fico me perguntando o que uma pessoa que utiliza o campo assunto para digitar “três pontinhos” quis dizer. Ao contrário daqueles que escrevem “urgente” os que escrevem “três pontinhos” dificilmente terão seu e-mail lido. Afinal, se você não preocupou-se em ser visto porque alguém se preocuparia?

Assunto: Solicito emitir os trechos BSB/SDU/BSB dia 30/10/2015 às 15:00 TAM JJ 3593 e 01/11 dia JJ 3088 – 18:00. Obrigada Judith 

Sim, há pessoas com esse nível de falta de bom senso e escrevem toda a mensagem no campo destinado ao assunto que será tratado. Muitas pessoas justificam essa postura à falta de tempo ou “praticidade”. Mas uma coisa é ser dinâmico outra, bem diferente, é ser desleixado. 

Assunto: Solicitação 

“...Venho por essas mal digitadas linhas” - O dizer de um e-mail escrito sem qualquer esforço? Segundo Samuel Johson, o que é escrito sem esforço em geral é lido sem prazer.

Assunto: 

Um e-mail enviado com o assunto em branco corre grande risco de ser deletado ou simplesmente não lido. Então, se a sua intenção é que seu e-mail seja lido, a melhor opção é escrever a ideia central do e-mail de forma objetiva. 

Lembre-se que comunicação não é o que eu falo ou escrevo, mas o que o outro entende e mesmo em tempos de sobrecarga de trabalho e stress vale o bom senso que além de outros benefícios evita retrabalho e parafraseando Abelardo Barbosa, mais conhecido como Chacrinha, quem não se comunica se trumbica

Um abraço,

Simara Rodrigues

Ainda sobre a crise

Para pensar: 




“A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias.

Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”.
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que as soluções. A verdadeira crise é a crise da incompetência.

O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.

Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um.
Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.
Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”

Albert Einstein



quarta-feira, 18 de novembro de 2015

O poder do "Mas"


Um texto que eu gostaria de ter escrito por alguns motivos: porque acredito que vivemos o melhor momento dos últimos tempos. Um momento em que temos a oportunidade de descobrir novos talentos, habilidades e sairmos da inércia, criada por nós mesmo. Porque acredito que o "mas" é transformador e motivador. É quando somos capazes superarmos a nós mesmos. Se fizermos uma análise histórica, poderemos constatar que muitas histórias de sucesso vieram após alguns fracassos e crises. E sobretudo, porque tenho profunda admiração pelo Prof. Mussak. 

Vivemos um excelente momento para plantar e acreditar que as sementes serão prosperas e abundantes. MAS para isso é preciso uma boa dose de otimismo e perseverança. 

Um texto que vale a pena a leitura: 


EM TEMPOS bicudos como o que estamos vivendo, uma boa dose de otimismo pode nos ajudar a enfrentar as dificuldades do dia a dia. Os otimistas costumam ser mais positivos mesmo diante das adversidades, e, com isso, têm mais chance não só de encontrar meios para sobreviver à crise como de criar alternativas para sair dela, independentemente dos acontecimentos ao seu redor. 

Reconhecemos os otimistas de algumas maneiras. Uma delas é pelo tempo de seu discurso. Enquanto os pessimistas falam no pretérito, os otimistas preferem falar sobre o futuro. Os pessimistas insistem em ponderar como deveria ter sido. Os otimistas ocupam-se em discorrer como poderá vir a ser. Ao mesmo tempo em que um pessimista culpa o passado pelo presente, o otimista encontra nele os elementos para alavancar o futuro. É o jogo dos tempos, e cada um é mais hábil a seu jeito. Outra maneira de diferenciar um pessimista de um otimista é pelo uso do “mas”. Sim, do mas... a conjunção coordenativa adversativa, a palavrinha de três letras muito usada quando dois pensamentos se complementam, e parecem ser opostos. 

Usamos esse artifício linguístico todos os dias e nem nos damos conta disso. Cada vez que você diz “agora faz sol, mas mais tarde vai chover”, ou “minha cabeça dói, mas já vai passar”, está usando uma conjunção que, assim como a preposição, tem a finalidade de ligar termos de uma mesma oração. Lembra das aulas de língua portuguesa no colégio? Vale recordar. 

As conjunções podem ser aditivas, conclusivas, alternativas, explicativas e também adversativas, que são as que indicam oposição entre duas ideias. O mas é uma delas. As demais nós conhecemos: porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto, não obstante. Pulando da gramática para a psicologia, quem abusa das conjunções adversativas passa uma imagem de certa indecisão perante os fatos da vida. Tipo: “Não sei bem o que quero, mas me dá este aqui”, ou “Acho que vou tentar, mas não tenho certeza se vou conseguir”. 

Voltando ao tema do otimismo e do pessimismo, sabemos que esses dois estados, que demonstram a visão que as pessoas têm da situação em que se encontram, bem como das perspectivas futuras, se refletem no uso dos recursos linguísticos. Um deles é o uso do mas. Ou melhor, da ordem em que se colocam os termos da oração em torno dele. Explico. Uma coisa é dizer: “Eu sei que está ruim, mas vai melhorar”. Outra é afirmar: “Eu sei que vai melhorar, mas que está ruim, está”. As duas frases acima envolvem exatamente os mesmos elementos em sua construção. Ambas fazem uma ponderação sobre a situação presente e uma consideração relativa ao futuro. A diferença está no foco. 
Enquanto a primeira frase está claramente focada no futuro, a segunda denuncia uma preocupação maior com o presente. E esse, com sabemos, não é nada bom. 

Lembro de uma colega de trabalho que sempre terminava as frases com “mas veja bem...”. Não importava o que vinha antes. Ela podia estar falando de um projeto, de uma conquista, de uma notícia boa, sempre emendava o “mas veja bem...”, e depois vinha uma consideração do tipo “é preciso ser cauteloso”, ou “as coisas nem sempre são como parecem ser”. De pouco importava quão auspiciosa era a notícia, sempre tinha um mas para colocar as coisas em perspectiva. A dela, claro, que quase sempre era pessimista. Outra pessoa que emerge de minha memória é outro amigo querido, otimista de carteirinha. Ele também usava o mas, só que em outra conotação, evidentemente. Quase sempre seu “mas” vinha antes de “vamos dar um jeito”, ou “isso vai passar, você vai ver”. Tem mas para todos os gostos. Depende de nós usá-lo para criar um bom ambiente, um estado de esperança racional, um estímulo à solução, ao desenlace ideal, ao melhor momento, ou não. 

Sempre podemos usar o mas para criar inspiração ou para jogar um balde de água fria no ânimo de qualquer um. Li, recentemente, dois textos sobre esportes que abusavam do mas. Um era sobre um jogador conhecido de futebol. Dizia o colunista, em um texto primoroso, que o problema do tal esportista era que ele era um jogador “mas”. Era visivelmente talentoso, mas essa qualidade não estava colaborando para sua carreira. Ele é capaz de jogadas brilhantes, mas elas nem sempre aparecem quando são necessárias. Cria oportunidades fantásticas, mas nem sempre finaliza. Esse atleta carrega um “mas do mal” em seu currículo. 

O segundo texto era sobre outro esportista de salto com vara. Nos recentes Jogos Pan-Americanos de Toronto, ele não conseguiu o resultado que queria, e que se esperava dele. Por suas conquistas anteriores, ele era forte candidato ao ouro, e ainda é uma das esperanças para as Olimpíadas do ano que vem. Disse o colunista que ele não conseguiu a medalha, “mas” isso não significa que ele não foi bem-sucedido, considerando a fase do treino em que se encontra. Ele não ganhou, mas esse fato não se deve à falta de talento ou qualidade, e sim à sua inexperiência e à estratégia usada, e que foi, acima de tudo, um grande aprendizado. Agora ele amadureceu. O primeiro mas questiona o valor do jogador de futebol. O segundo deixa claro que o saltador continua sendo uma de nossas esperanças para o Rio 2016. 

Essas são situações em que o mas serve para ponderar, analisar, criar uma imagem realista de um fato, uma situação, ou mesmo sobre uma pessoa, um profissional. O outro valor do mas é o de criar esperança. Quando algo não está bem, como o momento econômico, o crescimento da inflação e do desemprego, surgem dois pensamentos: o de que tudo vai piorar, e o de que daqui pra frente só é possível melhorar. “A situação é ruim, mas não será para sempre”, dizem alguns. 

Outros preferem afirmar: “A situação está ruim, mas ainda não chegamos ao fundo do poço”. E, já que é assim, proponho o otimismo consciente. Aquele que não nega a realidade, mas que acredita na solução, no recomeço, na recuperação, na melhoria, no crescimento. Nosso país está como está porque fizeram com ele o que fizeram. Mas ele será o que será porque faremos o que faremos. 

E, neste caso, como diz o ditado, “não tem mas nem meio mas”. Só depende de nós.


Por EUGENIO MUSSAK