quinta-feira, 3 de julho de 2014

Já ouviu falar na síndrome do coitadismo?


Tem coisa mais "pesada" que trabalhar com alguém que vive reclamando da vida, do trabalho, do salário, do chefe, do trânsito, da relação, da família, do Governo....Esse comportamento "vampiriza" o ambiente. 

É claro que há dias de desanimo e desmotivação, mas todo dia? por anos? Conheço pessoas que há anos reclamam de questões pontuais mas não fazem nada para mudar e fazem dos outros suas "lixeiras emocionais". Aqueles mais educados ouvem com paciência e compaixão, outros preferem fugir dessas pessoas como o diabo foge da cruz!

Acredito, de corpo e alma, que terceirizar os problemas e delegar aos outros a nossa felicidade é o primeiro passo para a frustração. Tudo é permissivo e só depende de mim ir em frente! 

E isso é fácil? É claro que não! Se fosse, todos o fariam! 
por isso é importante saber que "Aquele que deseja colher frutas precisa subir na árvore". 

Veja abaixo artigo sobre a síndrome do coitadismo e se você for um desses, está na hora e rever seu comportamento, se não for por você que seja em respeito ao outro! 




A Síndrome do Coitadismo atinge a metade da população e reflete a incapacidade dos seres humanos de tomarem os rumos de suas vidas e buscarem a realização de seus sonhos.

Veja a entrevista com Maurício Sampaio, especialista em orientação vocacional e profissional, coach e fundador do Instituto MS de Coaching:




A Síndrome do Coitadismo acomete boa parte da população, por qual motivo as pessoas preferem assumir o papel de vítimas do que assumir os rumos da própria vida?



Muitas pessoas adotam essa posição como uma muleta para não andar mais rápido em direção a seus objetivos ou cumprirem o que é preciso. E isso acontece na vida pessoal e profissional.



Cansamos de nos deparar com pessoas falando mal do seu trabalho, emprego, da esposa, dos filhos. Talvez você já tenha perguntado a alguém: “Oi, tudo bem?”. E a pessoa respondeu: “Tá indo…”. O “tá indo” demonstra a falta de controle da própria vida.



Muita gente mantém relacionamentos, seja pessoais ou profissionais, mesmo sabendo que já estão falidos, por qual motivo?

Essas pessoas preferem evitar sair da chamada “zona de conforto”, aonde elas se sentem mais seguras. Já conhecem os atalhos, já sabem aonde pisar.

Isso é uma tendência de boa parte das pessoas, inclusive eu também faço parte disso. O nosso cérebro é muito inteligente, ele evita a dor e aprova fielmente o prazer.

É o que acontece com um relacionamento ruim. Para mudar isso, é preciso aceitar um modelo de relacionamento, e para que isso aconteça é necessário acostumar nosso cérebro ao novo. E essa transição, por mais benéfica que seja, causa dor.

Um exemplo clássico são casais que se suportam durante anos, pois acreditam que “ruim com ele/ela, pior sem”. E na vida corporativa isso também acontece.

O que os profissionais devem assumir para mudar este cenário pessimista e sem energia?

Para começar a mudança é necessário ser honesto consigo não esperar chegar ao fundo do poço emocional. Hoje, cerca de 80% das pessoas estão infelizes com a sua vida profissional, mas elas relutam em mudar, justificando a falta de novas oportunidades, a dificuldade de gerar receitas, enfim, são várias as justificativas. Outras reclamam de seus chefes e continuam trabalhando com eles, e há as que reclamam dos seus negócios e todos os dias acordam e vão para a empresa trabalhar.

O problema disso é que essas pessoas correm o sério risco de adoecerem e aí o prejuízo é maior.

Talvez você, que esteja passando por isso agora, pense: é mais fácil escrever dando conselhos. Mas eu tive que justamente passar por esse tipo de situação para aprender que é possível pilotar a própria vida. É fácil? Não, porém é preciso encarar!


* Maurício Sampaio é especialista em orientação vocacional e profissional, coach e fundador do InstitutoMS de Coaching. É autor dos livros “Coaching de Carreira”, “Escolha Certa” e “Influência Positiva – Pais & Filhos: construindo um futuro de sucesso”.

Fonte: MSN Empregos



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