sábado, 14 de junho de 2014

A arte de não saber



“Judith é a melhor secretária que existe. Sabe exatamente a hora que deve saber tudo e a hora que não deve saber nada” afirmou um executivo de alto escalão de uma grande empresa. 



Ao longo desses anos, atuando na área, percebo que o se espera de um profissional de secretariado é que ele tenha bom senso ao transmitir informações. E muitas vezes, na ânsia de sermos avaliados como melhores falamos mais do que devemos seja ao fornecer informações acerca da agenda, de viagens, de compromissos e até detalhes pessoais. E nesse afã de sermos considerados o “sabe tudo” é que mora o perigo. 



Já faz algum tempo essa história, mas foi uma lição que levei para a minha vida e tem dado certo. Você descobre que em algumas situações cabe o "não sei e desconheço essa informação". 



Outro dia, em uma conversa informal com colegas de trabalho falaram algo que eu não poderia ter ouvido. Todos ficaram sem graça, eu fiz cara de “paisagem” e um dos colegas finalizou: Ah, até parece que a ela sabe. A Simara sabe mais do que imaginamos. Eu apenas dei meu sorriso de Monalisa. Porque de fato eu já sabia, há muito tempo! 

O que muda quando atuamos dessa forma? Transmitimos credibilidade e confiança. E isso, não tem preço! 

Um abraço, 

Simara Rodrigues

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