terça-feira, 29 de abril de 2014

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Pare de culpar os outros



Colocar-se no papel de vítima é uma atitude comum entre os profissionais. Algumas pessoas chegam sentir-se perseguidas - “fulano não gosta de mim, por isso tudo naquela área é muito difícil para conseguir” "O erro não foi meu, foi do sicrano" - e começam a identificar alvos para o sentimento de injustiça. 


Atribuir culpa a terceiros pode indicar que a pessoa não tem controle da carreira e “da cadeira que ocupa”. Outro grande problema em adotar esta postura é que com o passar do tempo, o papel de vítima deixa de convencer os outros e inclusive o chefe imediato. 

Portanto se você é desses que adora responsabilizar os outros pelas falhas ocorridas no dia a dia, minha dica é que seja avaliado se o destino da sua vida profissional está realmente em suas mãos ou na de terceiros.

Quando assumimos as rédeas de nossas vidas e nos responsabilizamos por nossos atos, o que inclui nossos erros, além de demonstrar maturidade nos permite aprender. Por isso, quando erramos o melhor a fazer é reconhecer, pedir desculpas, rever ações e aprender com os erros, porque como diz um ditado Judaico justificar um erro é errar outra vez. 

Ter a humildade e reconhecer que errou é sem dúvida libertador.

Um ótimo final de semana!! 

Simara Rodrigues

PL que dá nova redação a Lei 7.377/85 tramita na Câmara dos Deputados

A quem possa interessar compartilho que o Projeto de Lei 6.455, de 01.10.2013, apresentado pelo Deputado Marcos Montes (PSD), aprovado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, em 11 de março de 2014, segue em tramitação para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados.

O Referido Projeto que "Dá nova redação à Lei nº 7.377, de 30 de setembro de 1985, e autoriza a criação do Conselho Federal de Secretário e Técnico de Secretariado Executivo e os Conselhos Regionais de Secretariado Executivo e Técnicos de Secretariado Executivo." teve o seguinte parecer do Relator:

.... 

II - VOTO DO RELATOR 

Segundo defende o autor em sua justificativa, a profissão de Secretário-Executivo tem apresentando vertiginoso crescimento no mercado de trabalho, em especial na iniciativa privada, devido ao crescimento econômico do país. Tal crescimento, no entanto, não se observa de forma  semelhante na administração pública, que não destina, em seus editais de concursos, vagas específicas para esse profissional, atribuindo as atividades inerentes às funções de secretaria aos cargos de nível médio ou superior de suas carreiras já existentes. 

Diante disso, entendemos necessária a criação dos conselhos de fiscalização do exercício profissional da área, que garantirão seu exercício por profissionais devidamente habilitados e qualificados, evitando seu exercício ilegal. Não obstante, porém, nosso voto favorável, é de se ressaltar que pode vir a ser questionada a constitucionalidade da proposição sob comento, tendo em vista a iniciativa privativa do Poder Executivo para criar órgãos em sua estrutura, (CF, art. 61, § 1º, II, e), bem como a Súmula de Jurisprudência nº 1 da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania - CCJC desta Casa, segundo a qual projeto de lei, de autoria de Deputado ou Senador, que autoriza o Poder Executivo a tomar determinada providência, que é de sua competência exclusiva, é inconstitucional. 
Tal análise, entretanto, compete à referida Comissão. 

Concluímos, portanto, ante o exposto, votando pela APROVAÇÃO, no mérito, do Projeto de Lei nº 6.455, de 2013. 
 
Sala da Comissão, em de de 2014. 
Deputado ALEX CANZIANI 
Relator


PROJETO DE LEI N.º 6.455, DE 2013 
(Do Sr. Marcos Montes) 


Dá nova redação à Lei nº 7.377, de 30 de setembro de 1985, e autoriza 
a criação do Conselho Federal de Secretário e Técnico de Secretariado 
Executivo e os Conselhos Regionais de Secretariado Executivo e 
Técnicos de Secretariado Executivo.


O Congresso Nacional decreta: 

Art. 1º A Lei nº 7.377 de 30 de setembro de 1985 passa a 
vigorar acrescida da seguinte redação: 

“Art. 6º...................................................................... 
................................................................................. 

Art. 6º-A. Fica o Poder Executivo autorizado a criar o Conselho Federal de Secretario-Executivo e de Técnico em Secretariado e os Conselhos Regionais de Secretario-Executivo e de Técnico em Secretariado, constituindo em seu conjunto uma autarquia dotada de personalidade jurídica de direito público, com autonomia técnica, administrativa e financeira, vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego. 

Parágrafo único. O regulamento desta Lei estipulará a organização do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais, seus fins, competências, estruturas, composição, funcionamento, patrimônio, eleições 
e mandatos.” (NR) 

Art. 2º Esta lei entra em vigar na data de sua publicação. 


JUSTIFICAÇÃO 

A profissão de Secretario-Executivo tem apresentando vertiginoso crescimento no mercado de trabalho, principalmente no que se refere à iniciativa privada, devido ao crescimento econômico do país. No entanto, esse crescimento é inversamente proporcional quando comparado à administração pública que, em todas as esferas de poder e de governo, não tem reconhecido em seus editais a contratação de Secretario-Executivo devidamente habilitado. Há a destinação genérica aos cargos públicos cujas atribuições são inerentes ao profissional de Secretariado Executivo, ou seja, é exigida qualquer graduação para o exercício profissional, o que pode ser considerado, inclusive, ilegal, conforme interpretação da Lei nº 7.377 de 30 de setembro de 1985. 

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA divulgou as dez 
carreiras de nível superior com maior expansão de vagas no Brasil entre os anos de 2009-2012. Entre elas está a de Secretário-Executivo, em 4º (quarto) lugar, chegando ao número de 14.017 vagas criadas na área. Proporcionalmente ao número de habitantes, os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e Roraima foram os estados que mais empregaram profissionais do Secretariado-Executivo. Portanto, a criação desses conselhos é de fundamental importância para melhorar o exercício da profissão, garantindo a fiscalização de que as vagas disponíveis no mercado sejam ocupadas apenas por profissionais devidamente habilitados. 

Pelo exposto, faz-se necessário aprovarmos a criação destes conselhos para evitar o exercício ilegal da profissão e de tal forma valorizar e respeitar aqueles que dedicaram seus esforços a este ofício. Ressaltamos que a Constituição assegura a liberdade de exercício de qualquer trabalho, ofício ou 
profissão, no entanto, expõe o necessário atendimento das qualificações legais e profissionais para seu exercício. 

Sala das Sessões, em 01 de outubro de 2013. 

Deputado MARCOS MONTES 
PSD/MG


A integra e o acompanhamento deste assunto pode ser visualizado nos seguintes canais:


quinta-feira, 24 de abril de 2014

Alunos da UPIS promovem Campanha do agasalho





Além da programação prevista no III Encontro UP de Secretários do Distrito Federal "O Reconhecimento é Inevitável”, os alunos do 7.º semestre do Curso de Secretariado Executivo da UPIS estão promovendo Campanha do agasalho. 

Após a arrecadação, que acontecerá até o dia 08/05 - último dia do evento – os alunos farão a entrega nas ONGS escolhidas. 

Seja solidário e ajude a aquecer uma criança!

As arrecadações estão acontecendo na UPIS, localizada na 912/712 Sul - Brasília-DF. 


Um abraço, 

Simara Rodrigues


quarta-feira, 23 de abril de 2014

253 programas para curtir em Brasília

Há quem diga que Brasília é uma cidade entediante, mas Brasília é muito mais que a política e tem seus encantos. Seja pelo urbanismo de Lúcio Costa, pela arquitetura de Oscar Niemeyer, pela música, pela qualidade de vida que a cidade oferece e pela gastronomia local. 

Ah, e o mar? Como disse Lúcio Costa “o céu é o mar de Brasília”. 

Então, quando as pessoas visitarem Brasília e fizerem aquela clássica pergunta: “O que tem para fazer”? Apresente pelo menos 253 programações como mostra o link abaixo!



Um abraço, 

Simara Rodrigues

Porque nada substitui o bom senso



A maneira como nos comportamos no ambiente de trabalho fala muito sobre nós, mas a maneira como nos comportamos fora dele, principalmente quando estamos representando a empresa, fala mais ainda. Por isso, é essencial compreender que viagens de negócios são uma extensão do nosso trabalho, sejam elas para participar de eventos, reuniões, convenções, congressos, seminários, feiras, treinamentos e etc. 


Muitas vezes, as pessoas costumam “extravasar” e perdem o bom senso, o que pode trazer danos para a imagem do profissional. 

Veja algumas dicas que podem ajuda-lo a evitar algumas gafes 

Saiba fazer bom uso do networking 

Viagem de negócios é uma ótima oportunidade para ampliar sua rede de contatos e conhecer melhor pessoas, que as vezes, você só tem contato por telefone. Mas cuidado com os exageros. Nada de pedir emprego ou favores. Procure ser agradável, se permita conhecer as pessoas e assim estabelecer laços. 

Business is Business 
Viagens a trabalho são viagens a trabalho e por isso é terminantemente impróprio usufruir desse momento para realizar city tour. Ainda que você esteja em um Congresso em Paris, é importante lembrar que você está a trabalho, por isso, o mínimo que a empresa espera do funcionário é responsabilidade e comprometimento. O ideal é realizar este tour após a programação estabelecida, isto é, nos horários vagos. 

Não fale mal da empresa ou do seu chefe
Assim como não é positivo falar mal da empresa, do chefe e dos colegas internamente, fora pega mal do mesmo jeito. Lembre-se, falar mal dos outros é uma gafe em qualquer situação e fala muito sobre você. 

Ficar off-line 
O fato de você estar fora de empresa não significa que você não possa acessar seus e-mails e mensagens remotamente. Em um mundo cada vez mais dinâmico estar fora do escritório não é motivo para se desconectar. Considerando que estará fora do escritório é importante ativar o recurso de ausências temporárias em seu e-mail, informando que estará com acesso restrito. Essa postura mostra seu comprometimento e responsabilidade e sem dúvida constrói uma imagem positiva sobre você. 

Chegar atrasado
Visualize a cena: “Você viajou para participar de um treinamento e se sentiu confortável para acordar mais tarde, tomar um belo café da manhã – contemplando a vista para o mar - e como se tratava apenas de um treinamento decidiu chegar mais tarde. Ao entrar no auditório ou na sala em que estão acontecendo os trabalhos todos já estão presentes, inclusive o palestrante. Inevitavelmente as pessoas param para olhar você chegar e se instalar. O Palestrante gentilmente faz aquela pausa e segue com as atividades”. 

Chegar atrasado, em qualquer ocasião, mostra total falta de cuidado e respeito com os indivíduos ali presentes. Considerando uma agenda previamente estabelecida o que se espera dos participantes é que cheguem no horário.  

Roupas adequadas 
Se vestir como se estivesse de férias ou “na balada” é uma das gafes mais cometidas em viagens. Por isso, o mesmo bom senso adotado no dia a dia na empresa deve prevalecer. A dica é optar sempre pelo clássico. Vale a pena também conhecer as questões regionais, pesquisar sobre o melhor vestuário e assim evitar desconfortos. 

Em festas, convenções e confraternizações
Viajou para uma convenção de vendas e vai acontecer aquele show do Titãs? Keep calm! Não exagere na bebida, na dança, no vestuário e no vocabulário. Lembre-se você continua em um ambiente de trabalho e por mais que pense que não, as pessoas observam e comentam. Uma amiga, certa vez comentou que na empresa em que trabalha antes da equipe viajar para a reunião de planejamento da área, que acontecia uma vez por semestre em um hotel fazenda, a diretoria encaminhava o seguinte aviso: “lembre-se que segunda-feira você estará de volta ao seu ambiente de trabalho”. 

Fuja de paqueras 
Após um dia treinamento a proposta é ir para um happy hour com a equipe. ótimo! Será uma excelente oportunidade para ampliar seu Networking e descontrair um pouco, por que não? Mas cuidado! Não significa que este será o momento para flertar com aquele colega que você já estava de olho há algum tempo. Definitivamente não é o momento apropriado. As pessoas adoram “rotular” as outras, por isso, evite sair com fama de “assanhada” “oferecida” e “mulherengo”. Rótulos como estes não pegam bem para a sua imagem e uma coisa é certa: As pessoas adoram ter o que falar no dia seguinte e nem sempre os comentários são positivos. 

Não leve acompanhantes para o hotel
Estar longe de casa pode causar o sentimento de liberdade, mas isso não significa levar um acompanhante para o seu quarto de hotel. Entenda que sua estadia é destinada unicamente para o seu descanso, após um dia de trabalho como outro qualquer. Por isso, deixe para receber conhecidos em seu quarto quando viajar por conta própria. 

Redes sociais
Atualmente tudo, absolutamente tudo, cai num piscar de olhos nas redes sociais. Por isso, tenha bom senso ao usar as redes (Facebook, twitter, instagram, linkedin, etc). Fuja da síndrome "cada mergulho um flash" e não saia tirando centenas de fotos. E quando for postar uma foto pense sobre a exposição da empresa e das pessoas. Não saia marcando as pessoas desgovernadamente e principalmente registrando os vexames alheios. Seja elegante, em qualquer situação. 

O que tenho aprendido ao longo desses anos convivendo com pessoas de diversos segmentos e níveis hierárquicos é que nada substitui o bom senso.

Um abraço, 

Simara Rodrigues

III Encontro UP de Secretários do Distrito Federal - O Reconhecimento é Inevitável

Pessoal, 

Segue a programação completa do  "III Encontro UP de Secretários do Distrito Federal - O reconhecimento é inevitável."

O Evento é gratuito e aberto a comunidade - ex-alunos, colegas, familiares e a quem mais possa interessar. 

07 de maio – Oficinas:

19h30 - Recepção e registro de presença de convidados e alunos;

20h00 – Abertura com: Apresentação da Diretoria, Coordenação do curso e Professora da disciplina de Gestão de Eventos/ Hino Nacional. Contaremos com a presença do Deputado Izalci Lucas Pereira – onde relatará o seu programa ABEDUQ e a importância do Profissional de Secretariado Executivo.

20h15 – Palestra “A importância da Segurança da Informação na Profissão de Secretariado Executivo”

21h00 – Desfile de Moda Executiva

21h30 – Palestra “O Processo de Qualidade na atuação do Secretário” – Prof. Eduardo Lima (Coordenador da Qualidade da UPIS)


08 de maio – Grande evento:

19h30 – Recepção e registro de presença de convidados e alunos;·.

20h00 – Apresentações e direcionamentos;

20h15 – Palestra – “Superação e Motivação” com Leila Barros ex-jogadora da seleção Brasileira de voleibol.

21h00 – Experiência Profissional no Secretariado Executivo

22h20 - Término do evento


Local e Data:

Auditório General Uchôa, Bloco B, Campus I, UPIS (Quarta - feira, 07 de maio e quinta-feira, 08 de maio de 2014).



Leila Barros
ex-jogadora e medalhista de bronze nas Olimpíadas de Atlanta (Estados Unidos), em 1996, e nas de Sydney, em 2000, atuando pela seleção brasileira de voleibol, Leila Gomes de Barros, que nos contemplará com uma Palestra de "Superação e Motivação".

terça-feira, 22 de abril de 2014

Os sete pecados no trabalho


As dicas abaixo estavam no meu feeds do linkedin e como gostei e concordo, compartilho aqui no blog.

Afinal, é sempre bom lembrar e conhecer alguns comportamentos que não são bem-vindos!
Para ampliar a imagem basta clicar na figura.






Vem ai o III Encontro UP de Secretários do DF



Nos dias 7 e 8 de maio, o curso de Secretariado Executivo da UPIS promove o III Encontro UP de Secretários do DF. O evento será realizado no Auditório General Uchôa, Bloco B, no Campus I - SEPS 712/912, Conjunto A - Asa Sul - Brasília - DF. 

O encontro, que é gratuito e aberto ao público - ex-alunos, profissionais da área e comunidade - possibilitará aos participantes aprimorar as atividades desenvolvidas, assim como conhecer temas relevantes da profissão e as novidades do mercado de trabalho.

Reserve sua agenda!!! 

Em breve postarei a programação completa!

Um abraço, 

Simara Rodrigues

terça-feira, 15 de abril de 2014

Funcionários não deixam más companhias. Eles deixam chefes ruins

Sem dúvida, entre os desafios do líder está inspirar seus subordinados. Fazer com que façam além do esperado. Que sejam motivados, mesmo quando o cenário não contribui. 

Portanto, o verdadeiro líder deve ser inspirador e admirável, afinal "Bons lideres fazem as pessoas sentir que elas estão no centro das coisas, e não na periferia. Cada um sente que ele ou ela faz a diferença para o sucesso da organização. Quando isso acontece, as pessoas se sentem centradas e isso dá sentido ao seu trabalho." (Warren G. Bennis)

O texto abaixo foi publicado no site da Época Negócios e vale a pena a leitura. 

Funcionários não deixam más companhias. Eles deixam chefes ruins


A falta de mão de obra especializada nas empresas, o chamado apagão de talentos, já virou discussão batida. Entre discussões sobre as melhores estratégias para conquistar e reter os funcionários que fazem a diferença na equipe, Timothy Altaffer, presidente da consultoria internacional Axialent, chama atenção para o papel do líder nesse processo.

“Os funcionários não deixam más companhias – eles deixam, na realidade, os chefes ruins. Ou seja, se comunicar efetivamente com seus empregados deve ser uma tática fundamental para a saúde da organização.”

Um reconhecido estudo, o Leadership Quarterly publicado pela Universidade do Estado da Flórida, justifica o raciocínio. De acordo com o trabalho:

- 39% dos trabalhadores disseram que o seu supervisor não consegue cumprir as promessas;
- 27% afirmaram que o seu supervisor fez comentários negativos sobre eles para os outros funcionários ou gerentes;
- 24% indicaram que o seu chefe invadiu sua privacidade;
- 23% disseram que seu supervisor culpava os outros para encobrir erros pessoais ou minimizar a situação.

Tem jeito?
Para Altaffer, a solução vem de uma pergunta bem simples: “O que está faltando aqui para você?”. Entender a razão da insatisfação dos talentos é o ponto-chave para reter um funcionário, quando a questão não é apenas uma proposta salarial melhor. Abaixo, as dicas do especialista na formação de líderes.

- Encoraje os profissionais a compartilhar suas preocupações. Por sua vez, os líderes devem também partilhar as suas preocupações com eles. O diálogo favorece a abertura e o aumento da confiança entre todas as partes envolvidas.

- Trate os colaboradores de forma justa e respeitosa. Eles são os melhores ativos da empresa e precisam saber a importância de suas contribuições para a empresa.

- Honre os compromissos assumidos e esclareça quando não for possível executá-los e por qual razão. Desta maneira, cria-se um ambiente de confiança.

- Um ponto muito importante, principalmente para as novas gerações, é criar um ambiente de aprendizagem, onde o profissional sinta que pode sempre buscar e alcançar todo o seu potencial.

- Os motivos para um profissional buscar um novo emprego são a combinação financeira e a não financeira. O clima do ambiente de trabalho e a possibilidade de crescimento profissional, entre outros benefícios, são os fatores mais avaliados. Tenha isso em mente

- Três fatores mantêm os talentos: o alinhamento dos valores das pessoas com os valores das empresas, a autonomia de decisão e desenvolvimento, e a liderança. Quando um profissional enxerga essas vertentes dentro da empresa, será muito difícil procurar outro emprego.

No panorama geral, as empresas e seus líderes têm dificuldades em tratar as pessoas porque se sentem mais confortáveis em tratar apenas do dinheiro. Mas a partir do momento em que o profissional encontra dentro da empresa “a casa”, no sentido de unir os fatores financeiros e os não financeiros, não há razão de buscar novos rumos. Este é o desafio definitivo.


Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2012/08/ser-um-lider-amado-ou-temido.html


Já ouviu falar a Coursera?

Já ouviu falar do site Coursera? Trata-se de uma plataforma de ensino que realiza parcerias com as melhores universidades e instituições de ensino em todo o mundo, para oferecer cursos online e gratuitos. 

O formato das aulas, quem têm aproximadamente 04 semanas de duração, são em Videoaula, textos e discussões em fóruns. 

Vale a pena conhecer!

um abraço, 

Simara Rodrigues 


Site do Cousera

https://www.coursera.org/




sexta-feira, 11 de abril de 2014

Pesquisa aponta que chefes não prestam atenção nas equipes

Penso que a relação que se estabelece entre chefe e subordinado é a força motriz para a realização de um trabalho com excelência. Sem essa parceria não há como seguir. 
Faço parte da corrente daqueles que acreditam que as pessoas não deixam más Instituições, elas deixam chefes ruins. 
Abaixo, compartilho um texto acerca do assunto, publicado pelo Valor Econômico! 

Chefes e subordinados pensam de forma bastante diferente quando o assunto é a atenção despendida pelo gestor com a sua equipe, segundo uma pesquisa da coach Eva Hirsch Pontes. Mais do que quantidade, no entanto, a maior reclamação é a qualidade dessa interação.

De acordo com os dados, 41% dos gestores afirmam que dedicam muita atenção aos seus funcionários. No entanto, apenas 9% dos funcionários concordam. O levantamento foi realizado em parceria com a empresa de planejamento e pesquisa Cristina Panella e a agência LeadPix. Foram ouvidos 1.200 profissionais de cargos de liderança e funcionários de empresas no Brasil.

As justificativas são variadas, mas remetem à falta de disposição do chefe em dar atenção aos subordinados durante o trabalho. Para 15% dos funcionários, falta paciência ao gestor, enquanto 13% o consideram ausente. Outros 10% acham que ele é muito ocupado, e 9% avaliam que o chefe não se importa com os funcionários. Já 8% atribuem essa situação à falta de preparo, e 6% culpam o tamanho da equipe.

"Os profissionais, à medida que sobem de nível na empresa, focam a tarefa e o resultado. Quando ganham um cargo de liderança, precisam aprender a definir prioridades", diz Eva. Para a consultora, o papel de gestor se define justamente pela capacidade de garantir que seus subordinados trabalhem de forma eficiente - e isso inclui dedicar tempo a eles na rotina diária. "É por meio do bom desempenho no papel de liderança que o gestor vai conseguir resultados."

Quando percebida pelos profissionais, a negligência com os subordinados influencia na motivação e na confiança no trabalho. Segundo a pesquisa, se o chefe lhes dedicasse mais atenção, 43% dos funcionários dizem que se sentiriam mais valorizados. Já 40% acham que teriam mais motivação para trabalhar, e 35% ficariam mais confiantes. Eva cita resultados de outros estudos que apontam que a indiferença do chefe provoca mais falta de engajamento nos funcionários do que ouvir um feedback negativo.

Porém, ela ressalta que não se trata de conversar de forma superficial no dia a dia. Quase metade dos profissionais acredita que o bom chefe é aquele que encontra tempo na agenda para ajudar os subordinados no trabalho quando necessário. Quase um terço cita a necessidade de prestar atenção ao que a equipe fala - sem desviar o olhar para computadores ou celulares. Outros destacam que é importante encontrar tempo para se reunir com toda a equipe periodicamente ou com cada funcionário individualmente. "O importante é a qualidade da atenção. Às vezes, o chefe até está presente com a equipe, mas não demonstra", diz Eva. "Isso tem que fazer parte do seu estilo de liderar."

O levantamento mostra também que o problema de não escutar os outros ultrapassa a relação com o superior. Os participantes foram questionados sobre a atenção que costumam dar a colegas e amigos quando estes lhes contam problemas: enquanto a maioria, 63%, garante ouvir os pares com atenção, apenas 34% acham que são ouvidos quando estão na mesma situação. "Quando perguntamos sobre o comportamento de conhecidos ou pessoas próximas, o número costuma ser muito mais realista do que o autodeclarado", afirma Cristina Panella, responsável pela elaboração da pesquisa.

Por Letícia Arcoverde 
FONTE: http://www.valor.com.br/carreira/3510168/chefes-nao-prestam-atencao-nas-equipes-dizem-funcionarios


quinta-feira, 10 de abril de 2014

UPIS é pioneira em Brasília no curso de Secretariado Executivo

#orgulhodeserUPIS


O curso de Secretariado Executivo da UPIS foi pioneiro em Brasília e incentiva a formação de profissionais para assessorias executivas em organizações públicas e privadas. Os alunos são preparados para gerenciamento de escritórios ou gabinetes, tradução, elaboração de apresentações, organização de eventos empresariais e assessoria de alta gerência e diretorias.

O curso dá ênfase na área de administração de empresas e oferece iniciação e aperfeiçoamento das línguas portuguesa, inglesa e espanhola, unindo conhecimentos técnicos com aulas em laboratório modelo, desenvolvendo nos alunos as habilidades mais exigidas no mercado de trabalho e oferecendo condições para a incorporação de atitudes que os conduzam ao pleno exercício da profissão, com criatividade, iniciativa, liderança e responsabilidade e a discrição que norteia essa atividade.


INVESTIMENTO

R$ 740,67 (Desconto de 10% para pagamento até o dia 10 de cada mês. O desconto não incidirá no valor da matrícula).
Financie seu curso em até 100% pelo FIES e conheça o Crédito Educacional UPIS, acesse aqui. 

PERFIL PROFISSIONAL

Exatidão, discrição, iniciativa, organização, facilidade de trabalhar em equipe, habilidade de transmitir ideias e capacidade de resolver problemas.» 

INFORMAÇÕES

- Titulação: Bacharel em Secretariado Executivo
- Duração: 7 semestres
- Projeto Pedagógico: Acesse aqui
- Grade Curricular: Acesse aqui
Inscrição



Site da Instituição: http://www.upis.br/graduacao/secretariadoexecutivo.asp

Vaga para Bacharel em Secretariado Executivo

A Intellijob divulgou a seguinte vaga:


Secretária Executiva - Código 1353

Formação superior completo com Bacharel em Secretariado Executivo em instituição devidamente reconhecida pelo MEC; Experiência como secretária executiva, conhecimento de informática (pacote office, em especial word), experiência com redação oficial, desejável inglês. Disponibilidade para trabalhar de segunda a sexta das 10h às 19h. 

Experiência com secretariado, rotinas administrativas e de atendimento a diretores e superintendentes. 

Para trabalho em Confederação na cidade de Brasilia/DF.

http://www.consultoriarh.com.br


segunda-feira, 7 de abril de 2014

As atribuições e competências do Profissional de Secretariado

Diariamente recebo notificação de vagas disponíveis no mercado de trabalho para área de Secretariado. Visando otimizar o processo de captação de currículos e contração dos profissionais, as Instituições, geralmente, contratam uma empresa especializada em recrutamento e seleção para esse processo. 


Entretanto, percebo certo descuido ou desinformação acerca do perfil exigido para a área de Secretariado. Conhecer as atribuições e atividades desempenhadas por este profissional deveria ser condição Sine qua non em processo seletivo.  


Além da Lei que regulamente a profissão (Lei 7.377/85, complementada pela Lei 9.261/96 ) é possível conhecer o perfil do Profissional de Secretariado por meio das Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em Secretariado Executivo (http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rces003_05.pdf) que em especial destaco os seguintes artigos:

Art. 3º O curso de graduação em Secretariado Executivo deve ensejar, como perfil desejado do formando, capacitação e aptidão para compreender as questões que envolvam sólidos domínios científicos, acadêmicos, tecnológicos e estratégicos, específicos de seu campo de atuação, assegurando eficaz desempenho de múltiplas funções de acordo com as especificidades de cada organização, gerenciando com sensibilidade, competência e discrição o fluxo de informações e comunicações internas e externas.

Parágrafo único. O bacharel em Secretariado Executivo deve apresentar sólida formação geral e humanística, com capacidade de análise, interpretação e articulação de conceitos e realidades inerentes à administração pública e privada, ser apto para o domínio em outros ramos do saber, desenvolvendo postura reflexiva e crítica que fomente a capacidade de gerir e administrar processos e pessoas, com observância dos níveis graduais de tomada de decisão, bem como capaz para atuar nos níveis de comportamento microorganizacional, mesoorganizacional e macroorganizacional.

Art. 4º O curso de graduação em Secretariado Executivo deve possibilitar a formação profissional que revele, pelo menos, as seguintes competências e habilidades:

I - capacidade de articulação de acordo com os níveis de competências fixadas pelas organizações;

II - visão generalista da organização e das peculiares relações hierárquicas e inter-setoriais;

III - exercício de funções gerenciais, com sólido domínio sobre planejamento, organização, controle e direção;

IV - utilização do raciocínio lógico, critico e analítico, operando com valores e estabelecendo relações formais e causais entre fenômenos e situações organizacionais;

V - habilidade de lidar com modelos inovadores de gestão;

VI - domínio dos recursos de expressão e de comunicação compatíveis com o

exercício profissional, inclusive nos processos de negociação e nas comunicações interpessoais

ou inter-grupais;

VII - receptividade e liderança para o trabalho em equipe, na busca da sinergia;

VIII - adoção de meios alternativos relacionados com a melhoria da qualidade e da produtividade dos serviços, identificando necessidades e equacionando soluções;

IX - gerenciamento de informações, assegurando uniformidade e referencial para diferentes usuários;

X - gestão e assessoria administrativa com base em objetivos e metas departamentais e empresariais;

XI - capacidade de maximização e otimização dos recursos tecnológicos;

XII - eficaz utilização de técnicas secretariais, com renovadas tecnologias, imprimindo segurança, credibilidade e fidelidade no fluxo de informações; e

XIII - iniciativa, criatividade, determinação, vontade de aprender, abertura às mudanças, consciência das implicações e responsabilidades éticas do seu exercício profissional.

Por isso, é altamente desrespeitoso para o profissional de Secretariado que atua na área, de acordo a Lei, se deparar com anúncios que exigem, entre outras discrepâncias: 

Formação em Administração ou área afins;
Formação em nível Médio;
Formação de Técnico em Secretariado, quando a vaga é para Secretário Executivo;

Fico me perguntando se em um processo seletivo para contratação de Médico as empresas selecionam profissionais com formação de técnico em enfermagem.

Um abraço, 

Simara Rodrigues 


sexta-feira, 4 de abril de 2014

Plataforma ajuda candidato a encontrar a empresa ideal

Atualmente as pessoas buscam mais do que boa remuneração e estabilidade. Elas buscam afinidade e realização com aquilo que fazem. E com base nesse perfil, desde 2013 a novidade são os sites que possibilitam aos candidatos conhecer como é, de fato, trabalhar em uma determinada empresa. 

Considerando esse novo cenário, surgiu o site Pin People, plataforma semelhante ao 99jobs e love Monday. O site permite que os candidatos encontrem oportunidades de trabalho que se encaixem com as suas expectativas. 

Ao se cadastrar no Pin People, o candidato deve responder a um questionário que possibilitará identificar aspectos pessoais e aspirações de carreira. Alguns dias depois o profissional recebe um relatório com as características identificadas, de acordo com suas respostas, além dos perfis de empresas compatíveis.

Penso que essa mudança de comportamento permite que todos saiam ganhando: i) A empresa que acaba otimizando seu processo de recrutamento, uma vez que a probabilidade de participação daqueles que realmente estejam interessados é maior e ii) Os candidatos podem perceber antecipadamente que uma determinada empresa não está alinhada com os seus valores pessoais e profissionais. 

Página do Pin People: 

http://www.pinpeople.com.br/


Seu currículo vai muito além do papel

Vale a pena refletir sobre o assunto!



Luiz é recrutador da empresa XYZ. Ele estava com a responsabilidade de contratar um determinado especialista para a empresa e, de repente, após 6 meses de longa busca no mercado, chegou em suas mãos um currículo que parecia ser a salvação da lavoura.

O candidato se chamava Eduardo. O currículo mostrava um nível super adequado de formação. Ele tinha experiência internacional, tendo atuado em duas empresas na Europa. Eram experiências curtas, é verdade, mas significativas. Eduardo se dizia autodidata, com disponibilidade para viajar bastante, capacidade para liderar times multifuncionais, sólido conhecimento em planejamento e perfil empreendedor.

Luiz pensou: "Ótimo, agora só falta uma coisa". E seguiu para o passo seguinte que era verificar a presença do candidato na internet. Isso agora é rotina na empresa de Luiz. Ele constatou que Eduardo era contribuidor de dois blogs nos quais escrevia sobre as áreas em que atua, sempre com boas e inteligentes colocações. Luiz sorriu, o candidato parecia perfeito. Porém, em questão de minutos, ele também descobriu que Eduardo tinha presença em vários outros meios na web. No Facebook, Eduardo contava as suas aventuras nas baladas da noite surgindo em algumas fotos com bebida alcoólica nas mãos, algumas delas em que ele parecia estar bêbado. No Twitter ele escrevia sobre qualquer coisa, muitas vezes usando palavrões e satirizando o comportamento de pessoas públicas, como artistas e políticos. Vasculhando um pouco mais, Luiz encontrou citações dele em alguns blogs e fóruns onde ele falava mal do empregador, inclusive contando alguns fatos internos das empresas onde trabalhou.

Luiz apresentou na empresa o currículo e o que achou na internet sobre o candidato. Aconteceram três reuniões sobre o caso, com discussões acaloradas, cuja conclusão foi a seguinte: "apesar do candidato ter o perfil profissional desejado, ele não atende ao perfil de pessoas que queremos ter dentro da empresa. Vamos continuar procurando outros candidatos".

Luiz telefonou ao candidato e explicou o ocorrido, falando com todo o tato possível. Eduardo alegou que a empresa investigou sua vida particular e que isso não havia sido legal. Luiz disse que ele estava enganado, que tudo que a empresa havia levantado era público, afinal tinha por base os registros e rastros que o próprio candidato havia deixado na web. O candidato se sentiu punido injustamente, dizendo que concordava que escreveu algumas coisas inadequadas na rede, mas que estava o tempo todo tentando apenas ser engraçado. Para ele, nada daquilo deveria ser levado a sério, pois havia sido apenas uma brincadeira.

O caso é complexo, apesar de simples. Existe uma distância enorme de percepção entre o que a empresa e Eduardo pensam. Para a companhia o caso é grave, pois Eduardo é bom profissional, porém com questionável comportamento pessoal. Para o candidato, aquilo tudo na web era só uma brincadeira sem importância. O caso acima é verdadeiro. Obviamente que todos os nomes foram trocados. Situações como essa devem estar ocorrendo aos montes dentro das empresas.

Uma pesquisa conduzida pela Robert Half há dois anos mostrou que 44% das empresas brasileiras usavam redes sociais para avaliar candidatos. 39% delas afirmaram que falariam com o candidato antes de decidir sobre a contratação. Mas, o dado que mais me chamou a atenção foi saber que 17% das empresas brasileiras disseram que não deixariam de contratar um candidato com ótimo currículo devido a alguma informação negativa ou foto inadequada em seu perfil no Facebook, Twitter ou Orkut. Essa pesquisa ouviu 2.525 profissionais de 10 países. O Brasil e a Itália aparecem na pesquisas como as nações em que os empregadores são mais influenciados pelas redes sociais na hora da contratação. A pesquisa já tem um tempo, portanto se extrapolarmos para os tempos atuais alguns números vão mudar. Certamente o número de empresas que usam redes sociais para buscar e avaliar candidatos aumentou muito. Todas fazem isso.

Acredito fortemente que os currículos, como conhecemos hoje, estão com os dias contados. Num curto espaço de tempo os recrutadores vão obter os perfis dos candidatos diretamente na web, analisando os rastros e comportamento deles na internet de maneira muito mais rigorosa e profissional do que fazemos hoje. Sistemas e ferramentas de análises de dados cada vez mais sofisticados estão ficando disponíveis e serão usados para isso. Aliás, isso já está acontecendo, mas o processo vai se acelerar e será dominante nos próximos anos. Não tem como escapar. Portanto, cada um de nós deveria traçar uma estratégia de presença na rede, ali é um arquivo vivo de nossas preferências, valores e crenças. Pense na forma como você se expõe, especialmente para aqueles que não conhecem você pessoalmente. E, atenção, tudo que a internet capturar não dá para apagar.

Pense no currículo como uma peça de propaganda individual. É você falando sobre você mesmo, exaltando as suas qualidades e omitindo as suas fraquezas e/ou debilidades. Ele funciona exatamente como uma peça publicitária de um produto ou serviço. Em que você acredita mais? Na propaganda que você vê na revista e na TV ou na opinião de seus amigos publicadas nas redes sociais e nas conversas de fim de dia? Pesquisas mostram que as pessoas acreditam muito mais no feedback das pessoas do que no marketing das empresas. Aplique este mesmo conceito para o seu currículo. Você acha que o recrutador de uma empresa vai acreditar mais no que você escreveu sobre si mesmo ou no que os outros escrevem sobre você?

Ahhhh, mas tem um outro lado da moeda também. Você também pode pesquisar e descobrir coisas interessantes sobre as empresas nas redes sociais. Tem alguma empresa contratando e com vagas abertas? Ela é uma boa empregadora? É uma empresa cidadã? A sua marca é respeitada? Os funcionários se sentem orgulhosos de trabalhar em tal empresa? Ou seja, o mundo das redes sociais funciona para ambos os lados. É por conta disso que aparecem sites como o Glassdoor que permite que as pessoas avaliem seus empregadores, publicando até a lista anual Glassdoor das melhores empresas para se trabalhar, conforme o feedback dos próprios trabalhadores.

Num mundo transparente, aberto e em "real time", as redes sociais se tornaram um território aberto para as empresas e para as pessoas, sejam como cidadãos, consumidores e trabalhadores. Saber navegar e se beneficiar desses novos tempos é uma responsabilidade individual. Não delegue a sua carreira a própria sorte, trace uma estratégia de exposição de suas competências e seus gostos na web. Não acredite mais no poder do currículo bem feito e bonitinho, ele já era.

Fonte: 

http://www.brasilpost.com.br/mauro-segura/jogue-o-curriculo-fora_b_4912654.html?1394988134

6 hábitos do brasileiro no trabalho que gringos não entendem

É preciso cada vez mais pensar globalmente. O que significa, entre outros aspectos, rever posturas e conceitos. Aquilo que funcionava no passado não necessariamente funcionará nos dias atuais.  

O Site da Exame publicou 6 hábitos do brasileiro no trabalho que gringos não entendem e o desafio ao trabalhar com outros povos. 

Boa Leitura! 


As empresas estrangeiras já não são as únicas a ultrapassar as fronteiras dos países de origem para, em alguns casos, mirar o Brasil. Mais e mais, as nacionais também estão ampliando seu campo de atuação e fincando bandeiras em outros territórios. 

Uma prova disso é uma pesquisa da Fundação Dom Cabral que mostra que o índice de internacionalização das companhias brasileiras pulou para 18% em 2012 - dois pontos acima do registrado em 2010.

Por natureza, a cultura tupiniquim tende a ser mais aberta para o que é novo ou diferente. Mas, mesmo assim, temos alguns pontos de choque quando em contato com outros povos. Principalmente, quando o cenário para este encontro é o mercado de trabalho.

“O conflito cultural nasce porque tivemos experiências pessoais específicas e construímos, a partir delas, ritos e comportamentos”, diz Fabiana Gabrieli, professora da HSM Educação. 

De fato, a imagem que se cria sobre um povo não é verdade para todos que estão inseridos naquele grupo. É só você pensar: nem todo brasileiro gosta de samba, futebol e feijão com arroz – características que fazem parte do nosso estereótipo no exterior.

Mas há características gerais que marcam uma dada cultura, como explica a consultora Jussara Nunes, da LCO Partners, que vive há 11 anos na Holanda. 

Por isso, as atitudes listadas a seguir são fruto de uma reputação mais geral criada pelos brasileiros no mundo corporativo e baseadas nas experiências de três especialistas no assunto. Confira.

1 Rodear e rodear para, enfim, chegar ao ponto

O principal desafio do brasileiro ao lidar com outras culturas está, vejam só, na comunicação. E não é só uma questão de fluência em outro idioma. O que “pega” para os estrangeiros é a maneira como nos expressamos. 

“O brasileiro precisa explicar antes de chegar ao ponto”, afirma Jussara. “Os anglo-saxões, em geral, vão direto ao ponto: falam primeiro o que querem e, depois, tecem uma conversinha conforme o que o outro pede”.

Pode parecer um pequeno detalhe, mas, na prática, esta diferença pode comprometer a relação profissional. “As pessoas chegam a ficar irritadas”, diz a especialista.

2 Usar o “sim” como um “talvez” 

“A gente não quer ferir a outra pessoa, vamos falando devagarinho e, às vezes, não somos totalmente francos ou diretos”, diz Jussara. 

Assim, o “sim” vira “talvez”; o “talvez”, “não” e o “não” propriamente dito nunca aparece – nas promessas, é claro, porque na prática, está presente o tempo todo. Diante disso, estrangeiros tendem a ficar confusos e, no pior dos cenários, frustrados. 

3 Querer amigos, não colegas 

Pesquisa da EY divulgada no mês passado mostra que o colega de trabalho ideal para quem mora no Brasil é inspirador, motivador, amigável e sociável. 

Ou seja, na prática, mais do que alguém que ajude a conseguir bons resultados, o brasileiro quer trabalhar com pessoas com quem seja fácil se relacionar. 

“O brasileiro tende a focar no relacionamento. Primeiro, ele tem que confiar e se dar bem. Depois, vem a tarefa”, diz Jussara.

Isso se materializa, por exemplo, nas (“necessárias”) conversas pessoais antes de começar uma reunião, na ocupação do espaço do outro (nos comuns contatos físicos) e até em nossa (velada) dificuldade em separar o que é profissional do que é pessoal. 

“Você dá beijinho, mostra a fotos dos filhos, coloca um pouco de sentimento nas relações”, diz Cristina Santos, da EMDOC. Em outras culturas, o tom é outro: “viemos aqui para fazer negócios, não amigos”, descreve a especialista. 

4 Ajustar o alcance da visão

Segundo Fabiana Gabrieli, da HSM Educação, o brasileiro tende a ter uma visão de negócios focada no curto prazo. “Queremos fechar negócio, fazer movimentos rápidos”, diz. “Enquanto na cultura oriental, por exemplo, as pessoas não fazem negócios com quem não conhecem”. 

Por outro lado, tendo em vista as condições do mercado no Brasil, aprende-se desde cedo que, muitas vezes, é preciso improvisar. Com isso, apesar de não elaborar planos rígidos, por exemplo, o brasileiro tende a guardar na manga um plano B. “Ou C ou D”, brinca Jussara. 

5 Buscar exceções – o tempo todo 

“Nosso cotidiano é repleto de exceções”, diz Cristina. É o código de conduta que não é seguido à risca; a lei que, na prática, “não é bem assim” e por aí vai. 

Isso não é válido em outras culturas. “Tendemos a ser indisciplinados, precisamos trabalhar com regras rígidas para que o "jeitinho" seja controlado”, afirma Fabiana.

Quando em contato com outras linhas corporativas, o brasileiro, além de ler, precisa seguir o manual – sem criar atalhos. 

6 Não andar no ritmo dos ponteiros 

Uma consequência desta cultura de flexibilidade é a maneira como lidamos com o tempo. Atrasos fazem parte da rotina de muitas corporações por aqui. Quantas vezes, por exemplo, você foi pontual e teve que esperar alguns bons minutos para que a reunião começasse?

Em outros países ou culturas, esta rotina é quase um insulto. E não levar isso em conta quando você trabalha em equipes multiculturais pode ser danoso para a sua própria carreira. 


Fonte: 
http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/6-habitos-do-brasileiro-no-trabalho-que-gringos-nao-entendem?page=1


quarta-feira, 2 de abril de 2014

Tutorial: Maquiagem para o ambiente de trabalho

Costumo confidenciar aos amigos mais próximos que me recuso a desperdiçar o meu tempo com aquilo que nada me acrescenta. Isso implica, entre outros, evitar participar de fofocas, intrigas, conversas aleatórias, encontros e reuniões vazias. Procuro me esforçar para fazer valer a pena as 24 horas que me foram concedidas. 


Isso, possibilita otimizar o meu tempo, minhas descobertas e me mantém atualizada com aquilo que, particularmente, penso ser importante para a minha vida, para os meus projetos, meus familiares, amigos, alunos, sociedade, trabalho.... 

Com isso, a cada dia me deparo com o novo: 

Um novo site;

Um novo contato;

Um novo curso;

Um novo conceito sobre algo que as vezes nem é novo;

Uma nova leitura;

Um novo aplicativo;

Um novo lugar;

...


Alguns me perguntam: “Como você arruma tempo para fazer tudo isso?” Eu apenas sorrio!!! 

E como todo dia é dia de descoberta, na noite passada, navegando pelas redes sociais descobri um site super interessante e é lógico eu não poderia deixar de compartilhar aqui no Blog. 

Trata-se do site da maquiadora e chapeleira Tais Andrade. O site traz várias dicas, makes e tutoriais de maquiagens. 

Hoje, em especial, compartilho um tutorial de maquiagem que pode ser utilizado/adaptado ao ambiente de trabalho. Afinal já dizia Coco Chanel: “Eu não entendo como uma mulher pode sair de casa sem se arrumar um pouco - mesmo que por delicadeza. Depois, nunca se sabe, talvez seja o dia em que ela tem um encontro com o destino. E é melhor estar tão bonita quanto for possível para o destino.” 

Um abraço, 

Simara Rodrigues




Viste o site da Tais Andrade 
http://www.taisandrade.com/2013/05/tutorial-maquiagem-facil-para-o-inverno.html

Vídeo também no youtube
https://www.youtube.com/watch?v=SppDGCq50DE





O perigo da história única

Tenho, com frequência, postado alguns vídeos do TED - página que disponibiliza diversas conferências e palestras de pensadores de todo o mundo com temas variados. 

O vídeo abaixo me fez refletir sobre a seguinte questão: por que mesmo sempre direcionamos nosso pensamento para uma única história? Por que criamos (pré)-conceitos sobre tudo que nos cerca? 

Chimamanda Adichie me despertou para o perigo de uma mente aprisionada e limitada, que baseada em suposições, rótulos e noticiários é capaz de causar uma “cegueira” mental e intelectual. 

Se tivesse, por exemplo, dado ouvido à apenas uma história sobre a minha profissão seguramente meu caminho teria sido outro. Certamente não teria alcançado e realizado inúmeras conquistadas. E quantas outras vezes tive pensamentos limitados sobre determinados assuntos? 

Adichie, de forma genuína, nos desperta para um olhar que vai além do olhar do outro. E quando nos permitimos descobrir as inúmeras histórias sobre um determinado assunto, lugar ou pessoa é sem dúvidas libertador.

Um Abraço, 

Simara Rodrigues 




http://www.youtube.com/watch?v=EC-bh1YARsc&feature=youtu.be

Site do TED: http://www.ted.com


terça-feira, 1 de abril de 2014

TAM passa a integrar aliança oneworld

Companhia estreia hoje na nova rede, mas manteve acordos bilaterais com antigos parceiros da Star Alliance

A partir de hoje, a TAM deixa de pertencer à rede Star Alliance e passa a integrar a oneworld, aliança que tem a chilena LAN como uma de suas fundadoras.

Quem voar nas companhias parceiras da oneworld já pode acumular pontos no TAM Fidelidade.

E quem tem pontos no TAM Fidelidade pode emitir bilhetes para voar nas companhias da aliança.

A oneworld é formada por 13 companhias aéreas, incluindo American Airlines, British Airways e Iberia.

Mas a TAM conseguiu manter acordos bilaterais com 11 das 27 parceiras que tinha na Star Alliance e que não concorrem com as integrantes da na nova aliança.

São elas Air Canada, Air China, ANA, Austrian, Brussels Airlines, Lufthansa, Shenzhen Airlines, Singapore Airlines, South African Airways, Swiss e Turkish Airlines.

Clientes do TAM Fidelidade poderão acumular e resgatar pontos ou milhas ao voarem nessas companhias da Star Alliance.

O mesmo vale para associados dos programas de fidelização dessas companhias, que poderão acumular e resgatar pontos ou milhas ao voarem com a TAM.

Mas o acordo com as empresas da Star Alliance tem algumas restrições.

Eles não valem, por exemplo, para o "upgrade" de categoria. Para isso, é preciso acumular pontos com parceiros da oneworld.

Como é de praxe quando uma nova empresa integra uma aliança, a cerimônia de entrada da TAM na oneworld contará com a presença dos presidentes das companhias aéreas parceiras.

Dos treze, o único que não virá é o presidente da Malaysia Airlines, devido ao acidente com o voo 370.

CONCORRÊNCIA

A saída da TAM da Star Alliance decorre de uma exigência do órgão de defesa da concorrência chileno, que impôs como uma das condições para aprovar a fusão LAN e TAM que elas passassem a integrar uma única aliança.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/03/1433333-tam-passa-a-integrar-alianca-oneworld.shtml


Fonte

Quando o chefe mais atrapalha que ajuda?

Aprecio demais os artigos publicados nessa coluna do Jornal Valor Econômico. 

As questões apresentadas na coluna geralmente possibilitam um olhar para os problemas vivenciados no mundo corporativo, que de longe, são uma particularidade de uma determinada empresa. Percebe-se que embora o cenário atual seja altamente dinâmico e inovador as empresas ainda têm como gargalo o desafio de encontrar bons líderes.

O que faço se meu chefe mais atrapalha que ajuda?


Por Gilberto Guimarães responde


Trabalho há quatro anos em uma empresa de grande porte e há cinco meses fui promovido para coordenar uma nova unidade de negócios. Gerencio uma pequena, mas eficiente, equipe e temos um bom relacionamento. O problema é que o meu chefe, que é o diretor, acaba interferindo de maneira negativa no nosso trabalho. Isso porque ele quer sempre dar seu "toque pessoal" nos projetos depois que eles ficam prontos e frequentemente acaba atrasando os prazos dados pela matriz e piorando o que já estava bom. Já percebi esse "estilo" dele de gerenciar e tento me adaptar para evitar maiores traumas. No entanto, sinto que toda a equipe fica altamente desmotivada quando isso acontece, pois o resultado de todo o esforço acaba sendo prejudicado por um simples capricho do executivo - que além de tudo tenta roubar o crédito do que deu certo para ele e colocar a culpa nos outros pelo o que deu errado. O que devo fazer?

Gerente, 38 anos

Resposta:

Infelizmente esse é um comportamento comum de chefes que não são líderes, e que não passam de simples chefes. Inseguros, disputam com seus subordinados os créditos pelas realizações. Normalmente, chegaram a cargos de direção por caminhos tortuosos e inexplicáveis. Podem ter chegado lá por "antiguidade", por serem herdeiros, amigos ou pessoas de confiança dos acionistas ou até mesmo os próprios donos.

O importante é que chegaram ao seu limite de competência. Inconscientemente, percebem sua fragilidade e então buscam na prepotência, na arrogância ou no sarcasmo manterem sua posição. Inseguros e indecisos, destroem o espirito de equipe. Criam um ambiente negativo, de medo, raiva e insegurança.

Ser líder é muito mais que chefiar e mandar. Ser líder é assumir a responsabilidade pelo grupo e ser percebido como aquele que vai garantir o sucesso e a sobrevivência. Líderes não podem ser permissivos, mas não devem culpar os outros.

Liderar é tomar decisões, fazer escolhas e influenciar as pessoas a fazerem o que deve ser feito. Líderes eficazes não temem os subordinados. Eles os encorajam e incentivam. Não importa que sejam, pessoalmente, vaidosos ou humildes, os líderes devem valorizar sua equipe e se cercar de pessoas independentes e autoconfiantes. Liderança é confiança e respeito.

Segundo Peter Drucker, o líder eficaz sabe que a tarefa suprema da liderança é a criação de um significado que justifique e valorize cada ação, cada objetivo, todo e qualquer trabalho. Ela inspira e empolga. Líderes precisam ser resilientes, qualidade que permite que adaptem sua forma de atuação a cada situação para conseguir a melhor produtividade e a mais rápida evolução dos subordinados.

Líderes criam um ambiente positivo no trabalho, promovendo emoções positivas como compreensão, otimismo e gratidão. Devem incentivar as relações de apoio mútuo em todos os níveis, ajudando a criar um senso profundo de significado e propósito no trabalho.

Quem trabalha com chefes que têm comportamento com o que você descreveu e, mesmo assim, quer fazer carreira na empresa, precisa aprender a desenvolver paciência e a capacidade de suportar decepções. Não é fácil, mas não existe outra solução.

Chefes como esses raramente mudam. Quando confrontados por críticas ou opiniões negativas sobre seu comportamento ou ideias tornam-se ainda mais inseguros e prepotentes. Normalmente não aceitam feedback. Sentem-se ameaçados por pessoas mais competentes ou independentes e, por isso, buscam impedir que elas se destaquem e apareçam.

A existência desse tipo de chefia nas empresas é um dos mais sérios problemas corporativos. É resultado de critérios e sistemas inadequados de avaliação e promoção. No longo prazo, isso provoca uma profunda perda de produtividade e pode até mesmo ameaçar a sobrevivência da empresa.

Gilberto Guimarães é diretor da GG Consulting e professor

Esta coluna se propõe a responder questões relativas à carreira e a situações vividas no mundo corporativo. Ela reflete a opinião dos consultores e não do Valor Econômico. O jornal não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso dessas informações. As perguntas devem ser enviadas para: E-mail: diva.executivo@valor.com.br

Fonte: http://www.valor.com.br/carreira/3475492/o-que-faco-se-meu-chefe-mais-atrapalha-que-ajuda