terça-feira, 25 de março de 2014

A síndrome do "não sou pago para isso"

Desde que ingressei no mercado de trabalho procurei, apesar de pouca maturidade - diria que foi instintivamente - enxergar em todas as oportunidades uma possibilidade de estar mais próximo do meu objetivo, que era ser Secretária Executiva em uma grande e renomada Instituição. 


Por isso, não menosprezava nenhuma oportunidade, mesmo aquelas que eram aparentemente insignificantes. E Nessa trajetória sempre havia um para dizer: Não sou pago para isso.

Ainda hoje quando ouço essa frase, com certo desconforto, fico me perguntando como teria sido minha trajetória se tivesse focado nessa "máxima".

Particularmente, corroboro com *Renato Grinberg quando afirma: 

“Quando abonda a vaidade e pratica a humildade, aceitando situações como fases de um processo, você se torna interessante para a empresa. Sim, pois a empresa terá alguém com garra, determinação e ávido para crescer. Toda empresa quer um profissional assim”. 

Isso não significa que você não tenha os seus limites e princípios, significa que, muitas vezes, o passaporte para o crescimento profissional está em fazer além do esperado, ser um profissional acima da média e fugir da síndrome “não sou pago para isso”. O que implica compreender que nem sempre algumas tarefas serão interessantes mas, se estiverem direcionadas com o seu objetivo, serão válidas. 

O escritor Napoleno Hill, dizia que “aquele que faz mais do que aquilo para que é pago, logo receberá a mais pelo que faz”. 

E você, o que pensa a respeito? 

*Renato Gringerb é autor dos livros: "A Estratégia do Olho de Tigre" e "O instinto do sucesso". 


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