quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Aprenda espanhol cozinhando



O Instituto Cervantes de Brasília, entre diversas programações oferece o curso de culinária. Uma ótima oportunidade de aprender espanhol cozinhando. 


O chef David Lechtig ensinará durante o curso o que há de melhor na culinária hispano-americana, contando com a participação de chef convidados especialmente para algumas edições do projeto.  

Ao longo do ano, Lechtig ensina os segredos de drinks latinos, dos ceviches do Peru, Picadillo de Costa Rica, e outras deliciosas e conhecidas iguarias. E conta com a participação de renomados chefs, como: Sebastián Parasole, Luís Luis Ángel e Ileana Blanco.


O próximo curso está previsto para o dia 30/10,  às 19:30.
valor da inscrição - R$ 50,00

Maiores informações: 


Instituto Cervantes

Seps 707/907 - Lote D - ASA SUL
Tlf: 55 61 3242 0603
Fax: 55 61 3443 7828
informabras@cervantes.es 

terça-feira, 23 de outubro de 2012

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Compartilhando:



SECRETARIA EXECUTIVA SR-12042573

Descrição

 Abrir pedidos no marketplace
Coordenar atividades de manutencao da area
Organizar todos os assuntos de carater pessoal do Head
Fazer os reembolsos do Head
Coordenar o calendario do Head da Area
Coordenar disponibilidade das salas de reuniao
Receber ligacoes do Head da Area
Coordenar todas as ligaçoes que vierem de fora

Qualificações

 Fluência em inglês
Espanhol preferível
Habilidade de lidar com muitas atividades ao mesmo tempo
Entregar as tarefas no tempo determinado
Antecipar-se as necessidades do chefe e da Area
Extrema facilidade em lidar com pessoas
  

Local principal

: LATAM-Brasil

Horário

: Período integral

Nível de instrução

: Bacharelado

Turno

: Emprego diurno

Status do funcionário

: Regular

Viagens

: Não

Filial

: CENTRO EMPRESARIAL AGUA BRANCA - TORRE NOVA YORK AV. FRANCISCO MATARAZZO, 1500 SAO PAULO 10002 0500


Tenha cautela ao mudar de emprego




Profissionais consideram a troca de emprego uma maneira de subir na carreira, mas especialistas sugerem que eles passem pelo menos dois anos em cada organização


Quando o trabalho passa a não satisfazer os objetivos profissionais, a mudança de emprego é uma opção que passa a ser considerada. Muitos trabalhadores, inclusive, acreditam que essa é uma maneira de alcançar crescimento na carreira. Pesquisa feita pela empresa de soluções de força de trabalho Kelly Services mostrou que 53% dos entrevistados acreditam que trocar de organização é sinônimo de desenvolver habilidades e avançar profissionalmente. Especialistas alertam, porém, que a troca precisa ser planejada. Ficar menos de dois anos em uma corporação pode passar a impressão de que o funcionário não está preocupado em concluir projetos e entregar resultados.

No caso de Fabrícia Oliveira, 28 anos, os novos rumos na carreira foram bem-vindos. Ela trabalhou durante sete anos numa empresa da área de saúde e, nesse período, obteve apenas uma promoção. Há menos de dois anos, começou a trabalhar em outra empresa do mesmo ramo e foi promovida recentemente para o cargo de gerente financeira. A jovem acredita que a mudança de trabalho foi determinante para seu crescimento profissional e, hoje, se sente realizada, pois vê que a organização se preocupa com os funcionários. No emprego atual, Fabrícia recebe uma bolsa auxílio de 50% para cursar a graduação em farmácia. Apesar de considerar que fez a escolha certa, ela destaca que é preciso ter cuidado com a alta rotatividade de empregos. “Antes de mudar, é importante conversar com o empregador, expressar a ambição e verificar as possibilidades. Ficar mudando pode ser um desperdício de oportunidades.” 

Planejamento
O diretor presidente da empresa de educação corporativa Mind Quest, Maurício Wendling Lopes, sugere que o profissional tenha cautela ao cogitar mudar de emprego em busca de crescimento. Ele defende que o funcionário fique de dois a quatro anos em uma organização, para provar que consegue entregar resultados. “Toda vez que eu avalio currículos, descarto pessoas que ficam menos de um ano constantemente em mais de uma empresa”, afirma. Lopes explica que essas mudanças devem ocorrer de forma planejada, estável e coerente.



Segundo o especialista, a mudança incentivada exclusivamente por causa do aumento salarial também não é bem vista, assim como trabalhar em diversas áreas, sem critério. “A impressão que isso passa é de que a pessoa não se aprofundou numa área”, diz. Na hora de mudar de organização, o profissional precisa mostrar ao novo empregador que tem comprometimento e que domina um setor do mercado. Isso só poderá ser feito mostrando as metas alcançadas no local de trabalho anterior, pois as corporações pretendem contratar pessoas que queiram deixar um legado por onde passarem. “As empresas também estão buscando profissionais que têm valores, princípios, e que queiram aderir aos seus projetos”, ressalta Lopes.

Ricardo de Oliveira, 24 anos, trabalhou em uma loja de departamentos por um ano meio. Ele era fiscal de prevenção de perdas e contava com a possibilidade de alcançar uma promoção ou ganhar um bônus salarial. No entanto, a dedicação e o cumprimento de metas não foram suficientes para conseguir o crescimento profissional desejado. Ele percebeu que o retorno esperado talvez nunca viesse e resolveu procurar um emprego que oferecesse maiores oportunidades de desenvolvimento. “Se você percebe que não está satisfeito, que não está progredindo, mesmo que o salário seja bom é melhor tentar outro caminho, que traga mais prazer e contentamento”, argumenta. Oliveira não se arrepende da mudança. Foi trabalhar em um shopping como recepcionista há um ano e sete meses. Pouco tempo depois, veio a promoção para vigilante.

 A especialista Suzana da Rosa Tolfo, professora dos cursos de pós-graduação em psicologia e administração da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), acredita que a mudança de emprego em busca de crescimento profissional é consequência das exigências que as próprias empresas fazem. Elas demandam uma matriz de competências flexível e pedem níveis de qualificação altos para que o profissional ocupe um dos cargos disponíveis. Por causa disso, os funcionários buscam estar sempre atualizados e correr atrás de objetivos que consideram importantes. Se a organização não oferece formas de alcançar esses metas, ele sai à procura de outra que o faça. “O profissional precisa identificar quais são seus objetivos e o quanto eles vão ao encontro dos da organização”, ressalta a professora, que é Secretária Adjunta de Gestão de Pessoas da USFC.

Suzana explica que, hoje, a carreira que as gerações mais jovens costumam desenvolver é horizontal, o que pode significar passar por diferentes áreas ou trabalhar no mesmo cargo em mais de uma empresa. Mais uma vez, a própria cultura de gestão de pessoas tem relação com essas características da força de trabalho: diante da insegurança quanto à manutenção da posição na empresa, a mudança de emprego aparece como uma forma que o profissional encontra de se adaptar à instabilidade do emprego. “É uma via de mão dupla: o mercado diz que se você não se capacitar, não for competente e mostrar qualidade e produtividade, não terá mais lugar na organização. O trabalhador, em função disso, tende a ter essa relação que não é mais do vestir a camisa.”

Mesmo com essa nova cultura organizacional, Vanderlei Ribeiro, 45 anos, dedicou 18 anos de trabalho à mesma empresa. No entanto, quando percebeu que não existia mais nada que a organização pudesse fazer para contribuir com seu crescimento, e vice e versa, decidiu mudar de emprego. “A essa empresa eu devo todo o meu conhecimento, foi lá que eu estruturei minha carreira, mas eu tinha estagnado”, explica. Há três anos, Ribeiro foi trabalhar como gerente de vendas de uma empresa do ramo de materiais para construção e metalurgia. A nova empregadora estava em fase de crescimento e ele achou que seria a oportunidade perfeita para crescer. “É muito bom chegar nessa fase da vida em que recebemos reconhecimento pelo trabalho”, afirma.

Alto escalão
Levantamento feito este ano pela Fesa, empresa de recrutamento de altos executivos, mostrou que as companhias oferecem, em média, pacote de remuneração 28% maior na contratação desses profissionais. Segundo o diretor da regional do Rio de Janeiro da recrutadora, Leonardo Ribeiro, o incremento salarial é decorrente da responsabilidade que eles têm no andamento dos negócios e da crise de talentos que o mercado enfrenta.

Com a oferta de profissionais qualificados em baixa e a demanda cada vez maior, os salários oferecidos aumentam. “Os altos executivos são os maiores responsáveis por participar das decisões da empresa. O acionista precisa desse profissional com competências-chave”, afirma. Ainda assim, o especialista ressalta que é preciso ter cuidado na mudança de emprego. “O executivo tem que planejar sua carreira como se fosse sua própria empresa. Precisa tomar decisões estratégicas.”


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Você conhece a Lei do Estágio?


 

Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória  no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências.

 O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 
CAPÍTULO I
DA DEFINIÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E RELAÇÕES DE ESTÁGIO
 
Art. 1o  Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos. 
§ 1o  O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso, além de integrar o itinerário formativo do educando. 
§ 2o  O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho. 
Art. 2o  O estágio poderá ser obrigatório ou não-obrigatório, conforme determinação das diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico do curso. 
§ 1o  Estágio obrigatório é aquele definido como tal no projeto do curso, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma. 
§ 2o  Estágio não-obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular e obrigatória. 
§ 3o  As atividades de extensão, de monitorias e de iniciação científica na educação superior, desenvolvidas pelo estudante, somente poderão ser equiparadas ao estágio em caso de previsão no projeto pedagógico do curso.  
Art. 3o  O estágio, tanto na hipótese do § 1o do art. 2o desta Lei quanto na prevista no § 2o do mesmo dispositivo, não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, observados os seguintes requisitos: 
I – matrícula e freqüência regular do educando em curso de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e nos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos e atestados pela instituição de ensino; 
II – celebração de termo de compromisso entre o educando, a parte concedente do estágio e a instituição de ensino; 
III – compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas previstas no termo de compromisso. 
§ 1o  O estágio, como ato educativo escolar supervisionado, deverá ter acompanhamento efetivo pelo professor orientador da instituição de ensino e por supervisor da parte concedente, comprovado por vistos nos relatórios referidos no inciso IV do caput do art. 7o desta Lei e por menção de aprovação final. 
§ 2o  O descumprimento de qualquer dos incisos deste artigo ou de qualquer obrigação contida no termo de compromisso caracteriza vínculo de emprego do educando com a parte concedente do estágio para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária. 
Art. 4o  A realização de estágios, nos termos desta Lei, aplica-se aos estudantes estrangeiros regularmente matriculados em cursos superiores no País, autorizados ou reconhecidos, observado o prazo do visto temporário de estudante, na forma da legislação aplicável. 
Art. 5o  As instituições de ensino e as partes cedentes de estágio podem, a seu critério, recorrer a serviços de agentes de integração públicos e privados, mediante condições acordadas em instrumento jurídico apropriado, devendo ser observada, no caso de contratação com recursos públicos, a legislação que estabelece as normas gerais de licitação. 
§ 1o  Cabe aos agentes de integração, como auxiliares no processo de aperfeiçoamento do instituto do estágio: 
I – identificar oportunidades de estágio; 
II – ajustar suas condições de realização; 
III – fazer o acompanhamento administrativo; 
IV – encaminhar negociação de seguros contra acidentes pessoais; 
V – cadastrar os estudantes. 
§ 2o  É vedada a cobrança de qualquer valor dos estudantes, a título de remuneração pelos serviços referidos nos incisos deste artigo.  
§ 3o  Os agentes de integração serão responsabilizados civilmente se indicarem estagiários para a realização de atividades não compatíveis com a programação curricular estabelecida para cada curso, assim como estagiários matriculados em cursos ou instituições para as quais não há previsão de estágio curricular. 
Art. 6o  O local de estágio pode ser selecionado a partir de cadastro de partes cedentes, organizado pelas instituições de ensino ou pelos agentes de integração. 

CAPÍTULO II
DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO 

Art. 7o  São obrigações das instituições de ensino, em relação aos estágios de seus educandos: 
I – celebrar termo de compromisso com o educando ou com seu representante ou assistente legal, quando ele for absoluta ou relativamente incapaz, e com a parte concedente, indicando as condições de adequação do estágio à proposta pedagógica do curso, à etapa e modalidade da formação escolar do estudante e ao horário e calendário escolar; 
II – avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação cultural e profissional do educando; 
III – indicar professor orientador, da área a ser desenvolvida no estágio, como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário; 
IV – exigir do educando a apresentação periódica, em prazo não superior a 6 (seis) meses, de relatório das atividades; 
V – zelar pelo cumprimento do termo de compromisso, reorientando o estagiário para outro local em caso de descumprimento de suas normas; 
VI – elaborar normas complementares e instrumentos de avaliação dos estágios de seus educandos; 
VII – comunicar à parte concedente do estágio, no início do período letivo, as datas de realização de avaliações escolares ou acadêmicas. 
Parágrafo único.  O plano de  atividades do estagiário, elaborado em acordo das 3 (três) partes a que se refere o inciso II do caput do art. 3o desta Lei, será incorporado ao termo de compromisso por meio de aditivos à medida que for avaliado, progressivamente, o desempenho do estudante. 
Art. 8o  É facultado às instituições de ensino celebrar com entes públicos e privados convênio de concessão de estágio, nos quais se explicitem o processo educativo compreendido nas atividades programadas para seus educandos e as condições de que tratam os arts. 6o a 14 desta Lei. 
Parágrafo único.  A celebração de convênio de concessão de estágio entre a instituição de ensino e a parte concedente não dispensa a celebração do termo de compromisso de que trata o inciso II do caput do art. 3o desta Lei. 
CAPÍTULO III
DA PARTE CONCEDENTE 

Art. 9o  As pessoas jurídicas de direito privado e os órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como profissionais liberais de nível superior devidamente registrados em seus respectivos conselhos de fiscalização profissional, podem oferecer estágio, observadas as seguintes obrigações: 
I – celebrar termo de compromisso com a instituição de ensino e o educando, zelando por seu cumprimento; 
II – ofertar instalações que tenham condições de proporcionar ao educando atividades de aprendizagem social, profissional e cultural; 
III – indicar funcionário de seu quadro de pessoal, com formação ou experiência profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para orientar e supervisionar até 10 (dez) estagiários simultaneamente; 
IV – contratar em favor do estagiário seguro contra acidentes pessoais, cuja apólice seja compatível com valores de mercado, conforme fique estabelecido no termo de compromisso; 
V – por ocasião do desligamento do estagiário, entregar termo de realização do estágio com indicação resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho; 
VI – manter à disposição da fiscalização documentos que comprovem a relação de estágio; 
VII – enviar à instituição de ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses, relatório de atividades, com vista obrigatória ao estagiário. 
Parágrafo único.  No caso de estágio obrigatório, a responsabilidade pela contratação do seguro de que trata o inciso IV do caput deste artigo poderá, alternativamente, ser assumida pela instituição de ensino. 

CAPÍTULO IV
DO ESTAGIÁRIO 

Art. 10.  A jornada de atividade em estágio será definida de comum acordo entre a instituição de ensino, a parte concedente e o aluno estagiário ou seu representante legal, devendo constar do termo de compromisso ser compatível com as atividades escolares e não ultrapassar: 
I – 4 (quatro) horas diárias e 20 (vinte) horas semanais, no caso de estudantes de educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional de educação de jovens e adultos; 
II – 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, no caso de estudantes do ensino superior, da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular. 
§ 1o  O estágio relativo a cursos que alternam teoria e prática, nos períodos em que não estão programadas aulas presenciais, poderá ter jornada de até 40 (quarenta) horas semanais, desde que isso esteja previsto no projeto pedagógico do curso e da instituição de ensino. 
§ 2o  Se a instituição de ensino adotar verificações de aprendizagem periódicas ou finais, nos períodos de avaliação, a carga horária do estágio será reduzida pelo menos à metade, segundo estipulado no termo de compromisso, para garantir o bom desempenho do estudante. 
Art. 11.  A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência. 
Art. 12.  O estagiário poderá receber bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada, sendo compulsória a sua concessão, bem como a do auxílio-transporte, na hipótese de estágio não obrigatório. 
§ 1o  A eventual concessão de benefícios relacionados a transporte, alimentação e saúde, entre outros, não caracteriza vínculo empregatício. 
§ 2o  Poderá o educando inscrever-se e contribuir como segurado facultativo do Regime Geral de Previdência Social.  
Art. 13.  É assegurado ao estagiário, sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 (um) ano, período de recesso de 30 (trinta) dias, a ser gozado preferencialmente durante suas férias escolares. 
§ 1o  O recesso de que trata este artigo deverá ser remunerado quando o estagiário receber bolsa ou outra forma de contraprestação.
§ 2o  Os dias de recesso previstos neste artigo serão concedidos de maneira proporcional, nos casos de o estágio ter duração inferior a 1 (um) ano. 
Art. 14.  Aplica-se ao estagiário a legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho, sendo sua implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio. 

CAPÍTULO V
DA FISCALIZAÇÃO
 

Art. 15.  A manutenção de estagiários em desconformidade com esta Lei caracteriza vínculo de emprego do educando com a parte concedente do estágio para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária. 
§ 1o  A instituição privada ou pública que reincidir na irregularidade de que trata este artigo ficará impedida de receber estagiários por 2 (dois) anos, contados da data da decisão definitiva do processo administrativo correspondente. 
§ 2o  A penalidade de que trata o § 1o deste artigo limita-se à filial ou agência em que for cometida a irregularidade. 
CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 

Art. 16.  O termo de compromisso deverá ser firmado pelo estagiário ou com seu representante ou assistente legal e pelos representantes legais da parte concedente e da instituição de ensino, vedada a atuação dos agentes de integração a que se refere o art. 5o desta Lei como representante de qualquer das partes. 
Art. 17.  O número máximo de estagiários em relação ao quadro de pessoal das entidades concedentes de estágio deverá atender às seguintes proporções: 
I – de 1 (um) a 5 (cinco) empregados: 1 (um) estagiário; 
II – de 6 (seis) a 10 (dez) empregados: até 2 (dois) estagiários; 
III – de 11 (onze) a 25 (vinte e cinco) empregados: até 5 (cinco) estagiários; 
IV – acima de 25 (vinte e cinco) empregados: até 20% (vinte por cento) de estagiários. 
§ 1o  Para efeito desta Lei, considera-se quadro de pessoal o conjunto de trabalhadores empregados existentes no estabelecimento do estágio. 
§ 2o  Na hipótese de a parte concedente contar com várias filiais ou estabelecimentos, os quantitativos previstos nos incisos deste artigo serão aplicados a cada um deles. 
§ 3o  Quando o cálculo do percentual disposto no inciso IV do caput deste artigo resultar em fração, poderá ser arredondado para o número inteiro imediatamente  superior. 
§ 4o  Não se aplica o disposto no caput deste artigo aos estágios de nível superior e de nível médio profissional. 
§ 5o  Fica assegurado às pessoas portadoras de deficiência o percentual de 10% (dez por cento) das vagas oferecidas pela parte concedente do estágio. 
Art. 18.  A prorrogação dos estágios contratados antes do início da vigência desta Lei apenas poderá ocorrer se ajustada às suas disposições. 
Art. 19.  O art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, passa a vigorar com as seguintes alterações: 
“Art. 428.  ......................................................................
§ 1o  A validade do contrato de aprendizagem pressupõe anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social, matrícula e freqüência do aprendiz na escola, caso não haja concluído o ensino médio, e inscrição em programa de aprendizagem desenvolvido sob orientação de entidade qualificada em formação técnico-profissional metódica.
...................................................................... 
§ 3o  O contrato de aprendizagem não poderá ser estipulado por mais de 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de aprendiz portador de deficiência.
...................................................................... 
§ 7o  Nas localidades onde não houver oferta de ensino médio para o cumprimento do disposto no § 1o deste artigo, a contratação do aprendiz poderá ocorrer sem a freqüência à escola, desde que ele já tenha concluído o ensino fundamental.” (NR) 
Art. 20.  O art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte redação: 
Art. 82.  Os sistemas de ensino estabelecerão as normas de realização de estágio em sua jurisdição, observada a lei federal sobre a matéria. 
    Parágrafo único. (Revogado).” (NR) 
Art. 21.  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. 
            
Brasília, 25 de setembro de 2008; 187o da Independência e 120o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad
André Peixoto Figueiredo Lima

Este texto não substitui o publicado no DOU de 26.9.2008


quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O que deve ficar fora da sua mesa de trabalho






Alguns objetos que você deixa na mesa de trabalho podem tirar a sua concentração durante o dia e até acabar com a sua reputação. "O mais indicado para um ambiente corporativo é manter uma mesa clean, sem muitos enfeites ou bibelôs. 

É preciso que as pessoas entendam que esse ambiente não pode ser confundido com o espaço da sua vida pessoal", diz Eliete Teixeira, personal organizer. Confira o que não pode estar na sua mesa:

Papéis, papéis e mais papéis

Você é daqueles que acumula diversos papéis porque anota tudo neles? Pois então mude de estratégia. Pode parecer exagero, mas quando há uma montanha de papel acumulado sobre a sua mesa, a sensação é de que você ainda tem muito trabalho por fazer, o que também não é bom. "Opte por um organizador de papéis, que deve ficar dentro da gaveta, apenas sobre a sua visão", recomenda Eliete.

Acessórios

A mesma regra funciona para as canetas, o grampeador, os clipes e tudo mais que você deixa à vista. "Se você não for usar sempre, coloque junto com os papéis dentro da gaveta. Isso fará com que você tenha um ambiente mais aconchegante para trabalhar, já que ganhará espaço", conta Eliete.

Descarte as fotografias

Muita gente diz que ter fotos da família sobre a mesa ajuda no trabalho. Os especialistas discordam. "No ambiente de trabalho os porta-retratos acabam funcionando como uma bela distração, já que muitas vezes você irá se pegar admirando a fotografia", diz Renato Grinberg, CEO da Currículo Autêntico. Se você gosta de deixar alguns retratos por perto para relaxar em certos momentos, opte apenas por uma foto significativa. "Nada de ter a mesa forrada de fotografias", alerta Eliete.

Esqueça o celular

O smartphone está todo o tempo em cima da mesa? Então guarde-o na bolsa, pois isso, certamente, vai tirar a sua atenção vez por outra. "Impreterivelmente ele vai tocar ou então você receberá uma mensagem. Isso, com toda certeza, vai distraí-lo, o que não é nada bom", avalia Eliete. Hoje, com o uso cada vez mais frequente da tecnologia, você precisa ter força de vontade para saber quando você pode, ou não, fazer uso dela, diz a especialista.

Preferências pessoais

Nem o seu time do coração nem a religião que você segue precisam ficar expostos sobre a mesa. "Não deixe santinhos ou escudos de time sobre a mesa, pois isso gera piadinhas desnecessárias e pode até causar situações constrangedoras em alguns casos", afirma Grinberg.




Praticar o 5S é a melhor solução!! 

O 5S é o bom-senso que pode ser ensinado, aperfeiçoado, praticado para o crescimento humano e profissional. Convém se tornar hábito, costume, cultura.

A sigla 5S saiu de cinco palavras japonesas que começam com a letra S.



Seiri
Senso de Utilização
Seiton
Senso de Ordenação
Seisou
Senso de Limpeza
Seiketsu
Senso de Saúde
Shitsuke
Senso de Autodisciplina


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Semana Acadêmica de Secretariado - UPIS


A UPIS realizou, entre os dias 01 e 05/10 a Semana Acadêmica de Secretariado Executivo, oportunidade em que aconteceram diversas palestras, oficinas e debates. 

O encontro, organizado pelo Departamento de Secretariado Executivo, proporcionou aos alunos, docentes e convidados o melhor entendimento acerca dos diversos temas tratados, assim como a troca de experiências. 

Aos meus queridos alunos, meu agradecimento pelas diversas manifestações de carinho!!! 







sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Não queira ter uma bola de cristal, entenda o seu chefe....



Saber entender o que o chefe diz, ainda que ele não diga nada, é realmente uma arte, que precisa ser praticada e que certamente traz vantagem competitiva. 

Quando o Profissional de Secretariado percebe essa habilidade ele consegue surpreender e acima de tudo desempenhar sua maior função, qual seja, de facilitador. 

Lembre-se: Nem tudo é o que parece ser, a exemplo da imagem deste post! 


O artigo abaixo, da Você S.A., traz boas dicas sobre o tema: 


Em uma reunião, você costuma ficar com um ponto de interrogação na testa quando o seu chefe pede para que você realize diversas tarefas diferentes? De vez em quando, chefes e funcionários parecem realmente falar línguas diferentes. "Muitas vezes a relação entre chefe e subordinado é complicada porque é amplificada pela falta de confiança. Assim, o medo passa a fazer parte da relação e isso faz com que o funcionário fique surdo", diz Gilberto Guimarães, diretor da GG Consulting.

A "surdez", no entanto, tem solução. Você deve ter em mente, apenas, que a relação com o seu chefe deve ser profissional, séria, produtiva, objetiva e focada em resultados. "Para que esses desentendimentos não aconteçam, é preciso que o líder exerça a sua influência para motivar e impulsionar sua equipe, mostrando o caminho a ser seguido e apontando os objetivos a serem alcançados", ressalta Dill Casella, especialista em desenvolvimento gerencial e empreendedorismo.
Mas, e quando essa relação fracassa e você tem dificuldades para se comunicar com o seu chefe? Saiba o que é essencial para captar o que ele realmente quer, mesmo quando isso não fica claro.

Saiba ler os sinais
Isso é quase uma arte. "Entender o que o chefe deseja através de seus sinais corporais, emotivos e sensoriais pode ser uma excelente estratégia de conhecimento e desenvolvimento dessa relação", avalia Casella.

Lembre-se de que boa parte de uma conversa é captada através do que não é dito, fazendo com que você também tenha que aprender a entender a linguagem não verbal. "Para isso, uma competência essencial é a empatia entre as partes. Aprender a entender o que o outro quer prestando atenção nas informações gerais é uma ótima saída", revela Guimarães.

Use a intuição

Para que você entenda o outro é preciso entender quais são os objetivos dele. "Pense o que o seu chefe quis dizer com o pedido e onde ele pretende chegar. É preciso entender a intenção do outro e para isso basta usar a intuição, que vai além do que a pessoa solicitou", conta Guimarães.

"Quer dizer que..."

Tentar repetir o pedido com outras palavras também evita que problemas na comunicação. "Uma estratégia interessante é apelar para a velha e boa expressão 'quer dizer que', emendando a sua percepção e deixando lacunas para que o próprio chefe complemente", ensina Casella.

Você pode, também, lançar mão do "isso significa também que", buscando criar identidade e significado na fala do seu superior. "Mas, dependendo do chefe, isso pode gerar uma auto-defesa, e aí é preciso um recuo estratégico. Porém, se o chefe avançar e colaborar, trata-se de um poderoso instrumento da melhoria da sintonia", complementa o profissional.

Recorra a colegas mais antigos

Conversar e pedir conselhos aos colegas mais antigos também pode ser uma boa pedida. "Eles poderão ajudar na leitura das solicitações do chefe, além de passarem a você o histórico de comportamento", expõe Casella. Mas, nesse caso, também esteja pronto para colocar um filtro no que você vai ouvir para não se deixar contaminar com antigas mágoas da relação do colega com o chefe.

Acompanhe e conduza

A estratégia nesse caso é acompanhar o que é dito para depois conduzir o raciocínio. "Devemos acompanhar o interlocutor, em certo aspecto, até concordar, acompanhar novamente para, somente depois, conduzir nossas ideias. É como uma dança. Acompanhe os passos, acompanhe de novo e, depois, quando estiver mais confortável, inicie a condução", explica Casella.

Questionamentos na medida certa

Caso nenhuma dessas medidas tenha dado resultado, seja mais direto e pergunte o que foi que o seu chefe quis dizer. "Mas tome cuidado: questionar tudo quando o chefe não deixa claro e tentar saber o detalhe do detalhe pode ser perigoso e estressar a relação. O funcionário pode, e deve, perguntar. No entanto, com moderação, entendendo o limite de quando poderá estar sendo inoportuno com a liderança", aconselha Casella.

Confie no seu chefe

Assim como em outros relacionamentos, a confiança faz a diferença com o chefe e também é muito importante para que o entendimento entre vocês seja mais fácil. "Se você confia no outro, deve pensar que ele tem boas intenções. Então, ao questionar o seu chefe, diga que, apesar de saber que ele pretende fazer algo positivo com tal pedido, você não entendeu qual seria o propósito da realização", sugere Guimarães.