quinta-feira, 12 de julho de 2012

A ascensão do profissional de Secretariado Executivo



Esqueça todos os estereótipos possíveis para a figura de assistente executivo. O aquecimento do mercado brasileiro exige profissionais com qualificação de tirar o fôlego de qualquer headhunter. E as oportunidades não param de pipocar por aí.
Só na consultoria Page Personnel, durante os seis primeiros meses deste ano, foram contratados o dobro de assistentes executivos com relação ao mesmo período do ano passado. Multinacionais e startups dominam a lista de pedidos.
Um diploma de ensino superior é requisito básico para esses profissionais. Entretanto, para ser chamado de secretário executivo, a graduação em Secretariado Executivo é indispensável. Antigamente não era necessário ter domínio de um idioma estrangeiro, hoje é preciso ter mínimo de dois idiomas. E preferencialmente, com fluência na ponta da língua, segundo Fernanda Baldívia, gerente de Interim e Secretarial da Page Personnel.
“Tem que lidar com pressão, administrar o tempo, a agenda do executivo, ter senso de urgência, liderança e dinamismo são alguns exemplos. Tem que reservar desde uma passagem de avião a negociar prazo com o fornecedor”, explica Fernanda.
Taíza Andrade Giacomelli é um exemplo disso. Ela é graduada em relações internacionais e domina o inglês, espanhol e francês. “Nessa profissão você não pode considerar a pressão. Faz parte da rotina essa responsabilidade enorme de lidar com agenda de um executivo e outras funções”, afirma.
A remuneração inicial é de 2 mil a 2.500 mil reais. Dependendo da empresa e do cargo do executivo, os salários podem variar de 10 mil a 14 mil reais. Um assistente executivo sênior multilíngue em uma multinacional pode chegar a essa faixa salarial.
Segundo dados do Sindicato das Secretárias do Estado de São Paulo das homologações desde janeiro de 2010, o salário mais alto de uma secretária executiva registrada foi de 11 mil reais.

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