quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Vaga para Secretária (o) Executiva (o) em BSB


Empresa de grande porte contrata Secretária (o) Executiva (o) Bilingue  (Inglês e Espanhol), com experiência em redação oficial, controle de agenda e viagem, experiência no trato com Serviço Público (Administração Federal, estadual e Municipal) e grandes corporações e que tenha o  registro profissional em Secretariado Executivo. 
O profissional contará com o apoio de um Secretário (a) Executivo (a) nível I.

Secretária (o) Executiva (o) II
Remuneração: 5.447,00
Aux. Alimentação: 702,00
Plano de Saúde: 50% de ajuda de custo.
Enviar currículo para sisdf@terra.com.br

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

O que nunca perguntar em uma entrevista de emprego






Em continuidade ao tema "entrevista de emprego" compartilho algumas dicas, que segundo especialistas, devem fazer parte da lista  "do que nunca perguntar". 

O que precisamos ter em mente é que perguntas são uma ótima forma de mostrar ao entrevistador  que você fez o "dever de casa", isto é, pesquisou sobre a empresa, seu segmento, relevância no mercado e etc, entretanto, saiba que fazer perguntas ruins pode ser pior do que não dizer nada. 

Veja a seguir, o que nunca devemos perguntar: 

Nunca pergunte sobre pagamentos, folgas, benefícios etc.
Nunca pergunte: "O que sua empresa faz?"
Nunca pergunte: "Se eu for contratado, quando eu posso começar a me candidatar para outras posições na empresa?
"Nunca peça informações que você pode facilmente encontrará em uma pesquisa rápida no Google.
Nunca pergunte se você pode mudar aspectos da vaga como, por exemplo, horário ou o salário oferecido.
Nunca peça detalhes sobre uma fofoca ou boato que você ouviu sobre a empresa ou seu futuro Gestor  
Nunca pergunte: "Você faz verificações sobre os antecedentes?"
Nunca pergunte: "Quando posso ser promovido?"
Nunca pergunte se a empresa monitora o uso de e-mail ou internet pelo colaborador

Lembre-se: Você nunca terá uma segunda chance de causar uma primeira boa impressão! 



segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Forbes: 10 coisas para não serem ditas a seu chefe


A revista americana Forbes, em seu site, publicou um artigo mostrando dez situações que um subordinado deve evitar diante de seu superior. Dentre as mais comuns, estão levar a ele disputas com outros membros da equipe; dizer que teve uma oferta de emprego com salário maior - e não ter aceitado -; e um sem número de reclamações sobre diferente motivos. Confira a lista..

1 - Evite que seu ego fique grande demais. Reclamar sobre um colega para seu superior querendo impor sua vontade não vai fazer com que ele interceda a seu favor indo conversar com esse colega de trabalho. Uma pessoa focada em sua carreira não deve estar interessada neste ponto.



2 - Não argumente nada que não seja produtivo. Esta dica concerne mais a momentos em que há uma discussão acalorada sobre qualquer assunto, quando seu temperamento pode influir no diálogo. Segundo aForbes, uma discussão acalorada pode ser extremamente produtiva, mas quando o resultado não é esse, é melhor você ficar de fora.



3 - Comemorar o fracasso de outros, fazer fofoca, compartilhar informações sigilosas ou mentir parar prejudicar um inimigo. Todas essas são faltas de caráter que não são toleradas por um superior.



4 - "Eu recusei uma oferta de 'tanto' essa semana. Foi por pouco que não saí, mas no final decidi ficar". De acordo com a Forbes, analisar ofertas enquanto você está empregado é bom para ter uma noção de seu valor no mercado. Mas ficar falando sobre isso na frente de seu superior é "mexer com fogo". E, a propósito, não blefe. Esse argumento só pode ser usado na negociação de uma promoção ou salário maior caso você realmente vá deixar a empresa caso não tenha seu pedido atendido pelo atual empregador.


5 - "Eu estava aqui há mais tempo, deveria ter sido promovido antes do 'fulano'". Dizer que estava na empresa há mais tempo que alguém que ganhou um aumento é a pior justificativa para pedir uma promoção. Pense no que você agregou a sua empresa ou então peça para seu superior explicar o que ele quer de você ao invés de dizer que chegou primeiro ou desmerecer os feitos de um colega.


6 - Usar um obstáculo como desculpa. Ao invés de reclamar sobre fluxos ou qualquer situação que não funciona em sua empresa, tente endereçar a seu superior soluções para esses problemas e não usá-los como "muleta".


7 - Usar um tom de acusação a respeito de problemas. Citar problemas que seu superior certamente já conhece usando isso como dificuldade para chegar a um resultado não vai ser produtivo nem fazer com que você suba na empresa. Tente mais uma vez mostrar sua sugestão para transpor essa dificuldade e de forma calma.


8 - "Eu não estou feliz aqui". Antes de dizer isso a seu superior, lembre-se que você é o responsável por sua felicidade. Não é trabalho de seu superior fazer você feliz. Deixe-o saber, dentro das possibilidades do mundo profissional, o que precisa para ser feliz.


9 - "Eu não preciso de autorização para fazer isso". Segundo a Forbes, uma atitude como essa é considerada uma gafe.


10 - "Eu consegui uma boa performance durante o ano todo e ninguém me ofereceu um aumento. Onde está meu incentivo?". Segundo a Forbes, isso pode ser interpretado como imaturidade emocional.




FONTE: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201211191138_TRR_81766843


terça-feira, 6 de novembro de 2012

Vagas para Secretariado Executivo em Brasilia

Compartilhando:



Escritório de Advocacia com 70 anos de existência, reconhecido como um dos maiores escritórios de advocacia da América Latina e um dos mais tradicionais do País. Tradição que se revela na solidez de sua estrutura corporativa composta por um corpo jurídico-administrativo de cerca de oitocentos integrantes, com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, aos quais se soma uma rede de correspondentes em todo o Brasil.

Secretária (inglês fluente) (v641549)

  • Código da vaga:v641549
  • Nível hierárquico:Pleno
  • Local:Brasília / DF / BR
  • Quantidade de vagas:1
  • Data de expiração:05 de Dezembro de 2012
- Elaboração, organização e controle de agenda de compromissos profissionais, reuniões e visitas a clientes dos sócios 
- Coordenação de férias e ausências dos integrantes do grupo.
- Organização e cadastro de cartões de clientes e contatos na agenda do Outlook para disponibilização ao grupo.
- Atualização dos dados dos clientes
- Agendamento de reuniões no sistema da Recepção e solicitação de equipamentos, catering e pessoal de apoio necessário.
- Organização e suporte a eventos, reuniões e almoços com clientes.
- Suporte ao grupo para ida a reuniões fora do escritório.
- Atendimento e triagem de telefonemas nacionais e internacionais, e e-mails para encaminhamento ao responsável pelo caso.
- Prestação de contas de despesas com viagens, táxis, refeições de caráter profissional do sócio e do grupo
- Organização de Viagens
- Elaboração, aprovação e controle de fichas de tempo do sócio.
- Elaboração da pauta das reuniões semanais de advogados

Pré-Requisitos:
- Superior completo 
- Inglês fluente (será validado em entrevista e teste)
- Necessário possuir registro no SRTE
- Informática


Salário: Aproximadamente R$ 4.500,00

Benefícios: Assistência médica, VR R$ 21,00, VT, Seguro de Vida em grupo, Participação nos lucros e Previdência Privada.

FONTE: http://pessoas.vagas.com.br/vagas/v641549

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Vídeo CV é a nova tendência do mercado


Em um mundo cada vez mais high-tech era de se esperar a nova tendência: Um site de recrutamento, mas dessa vez o currículo é formato de vídeo. 

Abaixo compartilho matéria, super interessante, publicada no site do Valor Econômico:

Um novo site de recrutamento quer reunir estudantes universitários e recém-formados a pequenas e médias empresas que buscam profissionais em início de carreira, mas não possuem estrutura para realizar grandes programas de seleção. Para esse fim, o Trainee World quer usar uma ferramenta familiar para jovens e que pode facilitar a vida dos recrutadores: o vídeo.

No site, o candidato pode gravar um vídeo de até um minuto explicando suas qualificações e porque merece um espaço no mercado de trabalho, além de selecionar as empresas para as quais gostaria de se candidatar. O site já possui um banco de dados de mil companhias com vagas abertas, espalhadas por todo o Brasil. Os recrutadores recebem o vídeo, e o primeiro contato está feito.
"O estudante que está saindo da universidade nem sempre tem essa assistência", explica Carlos Pompeu, um dos fundadores da startup. Segundo ele, que sempre atuou com marketing em instituições de ensino, a intenção do site é ajudar o jovem a se destacar em meio a outros candidatos e fazer com que a empresa gaste menos energia na seleção. O objetivo é atender pequenas e médias empresas que não possuem programas formais de trainee. "São companhias que não têm o dinheiro para pagar por esse processo de seleção", explica.
A startup já recebeu recursos de um "investidor anjo" e trabalha agora para aumentar as parcerias com universidades. Pelo menos cinco já estão em conversa com os fundadores. De acordo com Pompeu, as universidades poderão oferecer o serviço de colocação no mercado aos seus alunos que estão em busca de estágio ou emprego - dando mais uma opção para que eles cheguem a essas vagas logo no início da carreira. Segundo o fundador, o site permanecerá gratuito para os candidatos e as empresas, mas será cobrado das instituições de ensino no futuro. Para o empresário, o próximo passo é apresentar o serviço para instituições de São Paulo.
A equipe do Trainee World tem atualmente seis pessoas, quatro delas estudantes de engenharia da computação na Universidade Federal de Pernambuco. A versão beta do site foi lançada neste mês.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Site para Estágios em Secretariado Executivo

Pessoal,

Compartilho sites que oferecem vagas para Estágio na área de Secretariado Executivo.


http://www.superestagios.com.br/

http://www.ciee.com.br/portal/index.asp

http://www.ieldf.org.br/



Profissionais bem-humorados ganham mais e são mais produtivos





E tenho dito: Bom humor é fundamental!


Dar uma boa risada diminui os níveis de estresse, reduz a pressão arterial e até combate dores. Além dos benefícios para a saúde, manter o espírito leve ajuda no desenvolvimento profissional. Esta é a tese do livroThe Levity Effect (O efeito leveza, em português), dos americanos Adrian Gostick, expert em análise organizacional e co-autor do best-seller empresarial O Princípio do Reconhecimento (Editora Campus/Elsevier, R$ 66), e do humorista Scott Christopher, publicado pela Editora John Wiley & Sons, ainda inédito no Brasil. 


Segundo a dupla, um ambiente de trabalho "leve" favorece o crescimento pessoal e aumenta a satisfação profissional, além de contribuir positivamente para o faturamento da empresa. Por leve entenda-se um local em que há liberdade para conversas, brincadeiras e, eventualmente, algumas piadas.


Profissionais bem-humorados também são os primeiros a ser lembrados pelo presidente da empresa quando o assunto é promoção. Um estudo da consultoria americana Hodge-Cronin & Associates apontou que 98% de 737 altos executivos contratariam ou promoveriam o boa-praça no lugar do carrancudo. Mas Scott alerta: ter alto-astral não significa que você precisa se transformar no palhaço do escritório. “Leveza não tem a ver com gargalhadas fora de hora, e sim com a vontade de encarar os problemas com otimismo sem deixar de apresentar bons resultados”, diz ele. 

Não tente mudar seu chefe....mude você!




Como Secretária tive e tenho a oportunidade de trabalhar com diversos perfis de chefes. Quando faço um balanço geral da minha experiência profissional observo que cada Executivo que assessoro, ao longo dos anos, deixa o seu legado. 

Alguns mais exigentes e explosivos, outros mais lights. Entretanto, o que posso afirmar, independente da característica de cada um deles, é que minha postura diante das diversas situações foi e é um divisor de águas. Enquanto nos colocamos na posição de vítima, sem sombra de dúvidas, a relação é afetada e seja qual for o perfil do seu chefe, haverá  impacto na relação. 
Por isso, procurar um bom relacionamento com o chefe, reconhecer suas qualidades, seus pontos fortes é uma ótima oportunidade de aprendizado e crescimento profissional, sem deixar de mencionar que beneficiará na relação. 

Abaixo, compartilho um texto oportuno ao assunto:

Quem nunca reclamou do chefe, que atire a primeira pedra. "Ele(a) não sabe se comunicar com a equipe", "é centralizador", "delega demais", "não dá espaço para o time opinar", "é inseguro porque pede opinião demais"... A lista não tem fim e, por mais que o líder tente agradar, sempre vai ter alguém insatisfeito. Geralmente, quem está infeliz gasta energia reclamando em vez de tentar consertar a situação que o incomoda ou, ao menos, amenizar o problema.
Os especialistas da consultoria mundial em liderança Axialent prepararam um questionário que ajuda os liderados a descobrirem: quando algo acontece, você age como vítima ou como protagonista? Então, responda honestamente às perguntas seguintes:
1. Quando algo dá errado e você é questionado:
a) Você assume a sua contribuição para o problema (Exemplo: “Não terminei o relatório porque não me dei conta de que o prazo para entrega das informações pela contabilidade havia vencido e me esqueci de cobrar.”)

b) Você terceiriza a culpa (Exemplo: “O relatório não ficou pronto porque a contabilidade não me entregou as informações em tempo hábil...”)

2. Quando seu líder delega uma tarefa e você fica com várias dúvidas:
a) Você pede esclarecimentos

b) Você sai da conversa pensando em como vai se virar para descobrir o que ele não falou e/ou o que você não entendeu

3. Quando é requisitado a dar sua opinião:
a) Expressa o que pensa com honestidade consigo mesmo e respeito pelo outro

b) Omite-se ou diz algo “politicamente correto”

4. Quando você discorda do chefe, você:
a) Expressa seu desacordo, e coloca os fatos que embasam sua opinião, sem impô-la como a única verdade

b) Comenta sobre seu desacordo com seus colegas, mas não o menciona ao chefe

Segundo os especialistas, os comportamentos nas respostas “a” caracterizam o modelo mental do protagonista e, nas respostas “b”, o da vítima. Se você está mais frequentemente no papel de vítima do que no de protagonista, esta é a hora de rever seus comportamentos, pois, eles podem estar impactando negativamente na interação com a chefia.
“A nossa experiência mostra que, se uma das partes mudar o seu comportamento, a probabilidade de que a outra parte mudará também, aumenta significativamente. O primeiro passo para ganhar poder na interação é olhar para si e para seus comportamentos antes de atribuir a responsabilidade pela má interação a ele”, explica Carlos Misiara, consultor da Axialent no Brasil.
Como virar o jogo
O maior erro de um liderado é acreditar que o comportamento do líder está errado, mas que ele não pode fazer nada a respeito. Afinal, o chefe é visto como o “todo-poderoso”, investido de autoridade. É aí que o funcionário cai na armadilha de assumir o modelo mental da vítima. Nesta posição, ele não se sente responsável pelo problema que está enfrentando e, portanto, não faz nada para mudar a realidade.
‘’Podemos dizer que quando somos vítimas, somos inocentes, não carregamos a ‘culpa’ pelo problema. A desvantagem disso é que nos tornamos totalmente impotentes. Afinal, se eu não faço parte do problema, como posso ser parte da solução?”, questiona Misiara.
Ou seja, façamos um mea culpa, é mais fácil colocar a culpa nos outros e nos fatores externos, seguindo a máxima do filósofo, Jean Paul Sartre de que “o inferno são os outros”.
As dicas dos consultores é que o funcionário experimente fazer diferente do que tem feito em ambiente seguro, por exemplo, com colegas mais próximos, família ou amigos. Assim que ganhar mais confiança, pratique com seu líder. Perceba as mudanças no comportamento dele à medida que você vai mudando o seu.
Se, por exemplo, antes de aceitar uma tarefa, checar eventuais dúvidas com ele, confirmando o que foi pedido, o prazo e critérios de qualidade, você estará ajudando o chefe a ser mais claro em seus pedidos e em suas interações. A probabilidade de que vocês dois sejam mais efetivos é muito maior.

Se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve - Planejamento é fundamental!



 “Não consegui aquela promoção”, “meu salário não é justo”, “preferia estar em outra área”. É só olhar ao redor e fazer uma conta de cabeça: quantos amigos você tem que estão realmente felizes com seus trabalhos e quantos vivem repetindo reclamações, como as do início desta reportagem?

Um dos principais motivos, apontam os especialistas em carreira, é a falta de planejamento. Como muitas empresas, as pessoas deixam o planejamento para depois e vão tocando suas vidas. O resultado é que elas acabam desenvolvendo uma carreira com uma lista de diferentes empregos, em vez de criarem um plano de carreira.

“Há uma frase antiga que diz: se você não sabe para onde vai, qualquer caminho serve. Senão, pode escolher seu próprio caminho”, diz Eliana Dutra, diretora-executiva da Pro-Fit Coaching.
É interessante saber suas habilidades, talentos e aonde chegar com eles, sugere a coach. A solução pode ser mais simples do que se imagina. Pergunte aos amigos seus talentos, fraquezas e vulnerabilidades. Pedir feedback ao chefe e aos colegas, é outra boa forma de conseguir autoconhecimento.

O livro “Descubra Seus Pontos Fortes”, de Marcus Buckingham e Donald O. Clifton, é baseado em pesquisas feitas pelo Instituto Gallup com mais de 2 milhões de pessoas e ajuda a desenvolver competências. Outras ferramentas, como o próprio coaching e a terapia são outras opções. 
Passo a passo

Para Van Marchetti, diretora da Attitude Plan, é preciso parar de culpar a falta de tempo, sentar e montar um plano de ação. “Se existe tempo para o happy hour, existe tempo pra isso”, diz. Algumas dicas da palestrante, especialista em carreiras, ajudam.

- Pense no cargo que ocupa no momento. Liste o que esse cargo exige e o que poderia fazer mais. Pergunte-se: Estou entregando algo a mais antes de cobrar um reconhecimento?
- Pegue uma folha e faça uma relação com o que faz de melhor tecnicamente e quais suas habilidades comportamentais (vale aquelas que você já percebeu ou as que apontaram);
- Em outro quadrante coloque o que sabe que precisa superar e melhorar. Observe: o que mais critica talvez seja o que mais precisa melhorar em você mesmo;
- Calcule seu valor de mercado, que é o conjunto das competências técnicas e comportamentais. Compare a média salarial da vaga que está almejando com o seu salário atual. Avaliando o quadrante inicial (a lista de qualificações do cargo que deseja), é possível saber o quanto está próximo ou distante. Essa é uma ferramenta importante até para pedir um aumento de salário;
- Listadas as habilidades, é preciso desenvolver ações para alcançar os diferenciais necessários. Não precisa ser um MBA, podem ser leituras simples, leitura de artigos etc;

“As pessoas ainda escrevem muito errado. Até mesmo em cargos de liderança. A leitura faz com que a pessoa escreva melhor e desenvolva o raciocínio”, afirma Van. “O primeiro passo é reconhecer o que precisa melhorar, depois aceitar e, então, começar o movimento.”

Armadilhas no caminho

É comum aceitar propostas de trabalho sem ter a visão se elas estão alinhadas ao que se deseja (ao plano de carreira), às aspirações ou vocações. Como não ceder à tentação? Na opinião de Van, é importante que o profissional defina o que faz melhor e o que gosta de fazer. É preciso fazer uma escolha. “Nem adianta criar expectativa com uma vaga que não é exatamente aquilo que gostaria de fazer.”

Quem tem uma lista de empregos que mais parece uma colcha de retalhos, dificilmente será bem visto por potenciais empregadores. Na área de TI ou em áreas mais técnicas isso é mais aceitável. Mas na maioria dos segmentos, para atingir cargos de liderança e de gestão, é essencial ter cases no currículo, avisa a especialista.

Se o plano de carreira não funcionou até aqui, faça uma boa edição do currículo, de maneira a indicar o caminho escolhido. Segundo a coach, o cargo deve ser específico e a área, ampla. Navegar em vagas oferecidas e entender o que empresas estão procurando ajuda na hora da edição.

“As pessoas se queixam que não têm dinheiro ou tempo. Financeiramente, às vezes dá pra abrir mão de algum entretenimento. No mais, faz meia hora de almoço e investe o resto nisso”, diz Van. “Quando a gente tem uma meta, tem que estar firme nela.”

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Aprenda espanhol cozinhando



O Instituto Cervantes de Brasília, entre diversas programações oferece o curso de culinária. Uma ótima oportunidade de aprender espanhol cozinhando. 


O chef David Lechtig ensinará durante o curso o que há de melhor na culinária hispano-americana, contando com a participação de chef convidados especialmente para algumas edições do projeto.  

Ao longo do ano, Lechtig ensina os segredos de drinks latinos, dos ceviches do Peru, Picadillo de Costa Rica, e outras deliciosas e conhecidas iguarias. E conta com a participação de renomados chefs, como: Sebastián Parasole, Luís Luis Ángel e Ileana Blanco.


O próximo curso está previsto para o dia 30/10,  às 19:30.
valor da inscrição - R$ 50,00

Maiores informações: 


Instituto Cervantes

Seps 707/907 - Lote D - ASA SUL
Tlf: 55 61 3242 0603
Fax: 55 61 3443 7828
informabras@cervantes.es 

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Crie seus próprios vídeos




ótimo site para criação de vídeos

http://studio.stupeflix.com/en/


Vaga para Secretariado no Citi

Compartilhando:



SECRETARIA EXECUTIVA SR-12042573

Descrição

 Abrir pedidos no marketplace
Coordenar atividades de manutencao da area
Organizar todos os assuntos de carater pessoal do Head
Fazer os reembolsos do Head
Coordenar o calendario do Head da Area
Coordenar disponibilidade das salas de reuniao
Receber ligacoes do Head da Area
Coordenar todas as ligaçoes que vierem de fora

Qualificações

 Fluência em inglês
Espanhol preferível
Habilidade de lidar com muitas atividades ao mesmo tempo
Entregar as tarefas no tempo determinado
Antecipar-se as necessidades do chefe e da Area
Extrema facilidade em lidar com pessoas
  

Local principal

: LATAM-Brasil

Horário

: Período integral

Nível de instrução

: Bacharelado

Turno

: Emprego diurno

Status do funcionário

: Regular

Viagens

: Não

Filial

: CENTRO EMPRESARIAL AGUA BRANCA - TORRE NOVA YORK AV. FRANCISCO MATARAZZO, 1500 SAO PAULO 10002 0500


Tenha cautela ao mudar de emprego




Profissionais consideram a troca de emprego uma maneira de subir na carreira, mas especialistas sugerem que eles passem pelo menos dois anos em cada organização


Quando o trabalho passa a não satisfazer os objetivos profissionais, a mudança de emprego é uma opção que passa a ser considerada. Muitos trabalhadores, inclusive, acreditam que essa é uma maneira de alcançar crescimento na carreira. Pesquisa feita pela empresa de soluções de força de trabalho Kelly Services mostrou que 53% dos entrevistados acreditam que trocar de organização é sinônimo de desenvolver habilidades e avançar profissionalmente. Especialistas alertam, porém, que a troca precisa ser planejada. Ficar menos de dois anos em uma corporação pode passar a impressão de que o funcionário não está preocupado em concluir projetos e entregar resultados.

No caso de Fabrícia Oliveira, 28 anos, os novos rumos na carreira foram bem-vindos. Ela trabalhou durante sete anos numa empresa da área de saúde e, nesse período, obteve apenas uma promoção. Há menos de dois anos, começou a trabalhar em outra empresa do mesmo ramo e foi promovida recentemente para o cargo de gerente financeira. A jovem acredita que a mudança de trabalho foi determinante para seu crescimento profissional e, hoje, se sente realizada, pois vê que a organização se preocupa com os funcionários. No emprego atual, Fabrícia recebe uma bolsa auxílio de 50% para cursar a graduação em farmácia. Apesar de considerar que fez a escolha certa, ela destaca que é preciso ter cuidado com a alta rotatividade de empregos. “Antes de mudar, é importante conversar com o empregador, expressar a ambição e verificar as possibilidades. Ficar mudando pode ser um desperdício de oportunidades.” 

Planejamento
O diretor presidente da empresa de educação corporativa Mind Quest, Maurício Wendling Lopes, sugere que o profissional tenha cautela ao cogitar mudar de emprego em busca de crescimento. Ele defende que o funcionário fique de dois a quatro anos em uma organização, para provar que consegue entregar resultados. “Toda vez que eu avalio currículos, descarto pessoas que ficam menos de um ano constantemente em mais de uma empresa”, afirma. Lopes explica que essas mudanças devem ocorrer de forma planejada, estável e coerente.



Segundo o especialista, a mudança incentivada exclusivamente por causa do aumento salarial também não é bem vista, assim como trabalhar em diversas áreas, sem critério. “A impressão que isso passa é de que a pessoa não se aprofundou numa área”, diz. Na hora de mudar de organização, o profissional precisa mostrar ao novo empregador que tem comprometimento e que domina um setor do mercado. Isso só poderá ser feito mostrando as metas alcançadas no local de trabalho anterior, pois as corporações pretendem contratar pessoas que queiram deixar um legado por onde passarem. “As empresas também estão buscando profissionais que têm valores, princípios, e que queiram aderir aos seus projetos”, ressalta Lopes.

Ricardo de Oliveira, 24 anos, trabalhou em uma loja de departamentos por um ano meio. Ele era fiscal de prevenção de perdas e contava com a possibilidade de alcançar uma promoção ou ganhar um bônus salarial. No entanto, a dedicação e o cumprimento de metas não foram suficientes para conseguir o crescimento profissional desejado. Ele percebeu que o retorno esperado talvez nunca viesse e resolveu procurar um emprego que oferecesse maiores oportunidades de desenvolvimento. “Se você percebe que não está satisfeito, que não está progredindo, mesmo que o salário seja bom é melhor tentar outro caminho, que traga mais prazer e contentamento”, argumenta. Oliveira não se arrepende da mudança. Foi trabalhar em um shopping como recepcionista há um ano e sete meses. Pouco tempo depois, veio a promoção para vigilante.

 A especialista Suzana da Rosa Tolfo, professora dos cursos de pós-graduação em psicologia e administração da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), acredita que a mudança de emprego em busca de crescimento profissional é consequência das exigências que as próprias empresas fazem. Elas demandam uma matriz de competências flexível e pedem níveis de qualificação altos para que o profissional ocupe um dos cargos disponíveis. Por causa disso, os funcionários buscam estar sempre atualizados e correr atrás de objetivos que consideram importantes. Se a organização não oferece formas de alcançar esses metas, ele sai à procura de outra que o faça. “O profissional precisa identificar quais são seus objetivos e o quanto eles vão ao encontro dos da organização”, ressalta a professora, que é Secretária Adjunta de Gestão de Pessoas da USFC.

Suzana explica que, hoje, a carreira que as gerações mais jovens costumam desenvolver é horizontal, o que pode significar passar por diferentes áreas ou trabalhar no mesmo cargo em mais de uma empresa. Mais uma vez, a própria cultura de gestão de pessoas tem relação com essas características da força de trabalho: diante da insegurança quanto à manutenção da posição na empresa, a mudança de emprego aparece como uma forma que o profissional encontra de se adaptar à instabilidade do emprego. “É uma via de mão dupla: o mercado diz que se você não se capacitar, não for competente e mostrar qualidade e produtividade, não terá mais lugar na organização. O trabalhador, em função disso, tende a ter essa relação que não é mais do vestir a camisa.”

Mesmo com essa nova cultura organizacional, Vanderlei Ribeiro, 45 anos, dedicou 18 anos de trabalho à mesma empresa. No entanto, quando percebeu que não existia mais nada que a organização pudesse fazer para contribuir com seu crescimento, e vice e versa, decidiu mudar de emprego. “A essa empresa eu devo todo o meu conhecimento, foi lá que eu estruturei minha carreira, mas eu tinha estagnado”, explica. Há três anos, Ribeiro foi trabalhar como gerente de vendas de uma empresa do ramo de materiais para construção e metalurgia. A nova empregadora estava em fase de crescimento e ele achou que seria a oportunidade perfeita para crescer. “É muito bom chegar nessa fase da vida em que recebemos reconhecimento pelo trabalho”, afirma.

Alto escalão
Levantamento feito este ano pela Fesa, empresa de recrutamento de altos executivos, mostrou que as companhias oferecem, em média, pacote de remuneração 28% maior na contratação desses profissionais. Segundo o diretor da regional do Rio de Janeiro da recrutadora, Leonardo Ribeiro, o incremento salarial é decorrente da responsabilidade que eles têm no andamento dos negócios e da crise de talentos que o mercado enfrenta.

Com a oferta de profissionais qualificados em baixa e a demanda cada vez maior, os salários oferecidos aumentam. “Os altos executivos são os maiores responsáveis por participar das decisões da empresa. O acionista precisa desse profissional com competências-chave”, afirma. Ainda assim, o especialista ressalta que é preciso ter cuidado na mudança de emprego. “O executivo tem que planejar sua carreira como se fosse sua própria empresa. Precisa tomar decisões estratégicas.”