terça-feira, 26 de outubro de 2010

Festas de final de ano


Saiba como agir nas festas e eventos corporativos que começam a se multiplicar quando o final do ano se aproxima

Encontros ligados ao trabalho, à carreira e à empresa são boas oportunidades de conhecer pessoas que podem ajudar você em sua trajetória profi ssional. Tudo bem, nem sempre a disposição e o ânimo colaboram para um encontro de trabalho após o expediente. Por outro lado, esses eventos podem render boas conversas depois de um dia inteiro na frente do computador. “Estreitar relacionamentos e ser lembrado asseguram a presença na memória das pessoas”, diz a consultora de imagem Lícia Egger Moellwald. Se você for ao evento representando sua empresa, fi ca mais importante ainda. Mas, como é sempre nos pequenos detalhes que mora o perigo, é bom prestar atenção aos modos. Confira nossas dicas.


CRITICAR, NEM PENSAR

Não faça comentários depreciativos sobre o lugar, sobre o que está sendo servido ou sobre os convidados. Faça o estilo agradável, mesmo que tudo não seja como você esperava. Falar mal de um cliente para outro, ou de colegas de trabalho para terceiros, pega muito mal para sua imagem.

CARTÕES DE VISITA

Consultores e executivos concordam que os cartões de visita são parte obrigatória do convívio profi ssional. Os cartões só não podem ser distribuídos de forma ostensiva, tem que esperar o momento certo, que só o bom senso vai indicar. André Raduan, presidente da Amway, empresa de produtos de higiene e cuidados pessoais, dá uma dica: “Guarde os cartões de visita no bolso direito do paletó e no esquerdo guarde os que recebe. Assim, não tem erro”.

Se não for, avise!

O ideal é que avise antes e que mande um representante, caso seja um convite para a empresa. Se acontecer algum imprevisto e não der tempo suficiente para se desculpar e enviar um representante, mande um e-mail agradecendo o convite.

NETWORKING

Esses eventos podem ser excelentes oportunidades para ampliar o networking e ficar por dentro de quem está entrando ou saindo do mercado. Ouvir pessoas e trocar ideias pode ser valioso para quem quer ampliar as perspectivas. “Todos que se encontram num evento estão predispostos a fazer networking”, diz Marcos Haniu, headhunter da Authent.

Deixe o bate-papo para depois

Se encontrar um amigo, o melhor é marcar outro lugar para colocar o papo em dia. É hora de circular e mostrar que você esteve lá.

Não dê vexame

Nada de exagero com as bebidas. Um copo ou uma taça é o limite. Cada um sabe até onde ir, mas é melhor evitar fazer cenas desagradáveis.

CIRCULANDO

Nesses eventos, apesar de ser fora da empresa, todos os interesses devem estar voltados para o trabalho e nem sempre é aconselhável falar apenas com quem você já conhece ou gosta, por ter afinidades profissionais ou pessoais. É sempre bom lembrar que no evento profissional você representa a empresa, e não a si mesmo. Por isto, o segredo é circular, interagir com todos.

EVITE GRUDAR NAS PESSOAS

Ou seja, monopolizar alguém e querer contar tudo sobre sua carreira, seus resultados, seus negócios, sua empresa, agendar visita, tomar cafezinho, perguntar se pode mandar um portfólio da empresa ou o seu currículo. “É improdutivo, nada agradável e deixará uma imagem negativa”, diz o headhunter Marcos Haniu.

Fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/festa-firma-505158.shtml

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Código Fonético Internacional

"S" de sapato??? "F" de faca??? "Q" de queijo??? "Z" de Zebra?? "B" de bola?

Diariamente o Profissional de Secretariado se depara com a simples tarefa de soletrar seja um endereço de e-mail, endereço comercial, reserva de voo, etc...E muitas vezes, nessas horas, ficamos na dúvida de como faze-lo.

Há inúmeros sistemas para identificar as letras do alfabeto e para unificá-los internacionalmente foi criado o alfabeto fonético da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), que atualmente é o mais utilizado no mundo.

Então, quando precisar soletrar algo, siga as instruções :)


LetraCódigoPronúncia no
Alfabeto Fonético
Internacional
Pronúncia em
todas as línguas
Aalpha[ˈal.fa]al fa
Bbravo[ˈbʀa.vo]bra vo
Ccharlie[ˈʧaʀ.li]txar li
Ddelta[ˈdɛl.ta]del ta
Eechos[ˈe.kos]é côs
Ffoxtrot[fɔks tʀɔt]fox trot
Ggolf[ɡɔlf]go allf
Hhotel[ˈo.tɛl]ho tel
Iindia[ˈin.dja]in dî a
Jjuliet[ˈʤu.ʎɛt]dju li et
Kkilo[ˈki.lo]qui lô
Llima[ˈli.ma]li ma
Mmike[majk]maec
Nnovember[no.ˈvãm.bəʀ]no vem ber
Ooscar[ˈɔs.kaʀ]oss car
Ppapa[pa.ˈpa]pa pa
Qquebec[ke.bɛk]qué bec
Rromeo[ˈʀo.me.o]ro mi ô
Ssierra[si.ˈe.ʀa]si er a
Ttango[ˈtãɡo]tam gô
Uuniform[ˈju.ni.ˌfɔʀm]iu ni form
Vvictor[ˈvik.tɔʀ]vic tor
Wwhiskey[ˈwi.ski]uîs qui
Xx-ray[ˈiks.ʀɛj]ecs rei
Yyankee[ˈjã.ki]iam qui
Zzulu[ˈzu.lu]
zu lu




terça-feira, 5 de outubro de 2010

Fora de Série - Outliers - Por que algumas pessoas têm sucesso e outras não!!!





Comecei esta semana a ler o livro "Fora de Série - Outliers" o que já estava "namorando" a algum tempo, mas sempre deixava para outra oportunidade.

O livro, que não é novidade, apresenta alguns aspectos, no mínimo, curiosos sobre o motivo pelo qual algumas pessoas têm sucesso e outras não.

A Certa altura o autor afirma: "Temos condições de assumir controle do mecanismo do sucesso - não apenas nos esportes, mas, como veremos, em outra áreas mais importantes também. Ainda assim, não fazemos isso. Por que? porque nos apegamos à ideia de que o sucesso é uma simples função do mérito individual e de que o mundo onde crescemos - e as regras que, como sociedade, opotamos por criar - simplesmente não importa"


Interessante, embora óbvio, é ler que os ingredientes do sucesso num nível mais alto são: Paixão, talento e esforço. O autor chegou a criar uma "teoria" cujo título é "A regra das 10 mil horas", na qual afirma que é necessário um total de 10 mil horas de treinamento para que seja alcançado a excelência. "A prática não é aquilo que uma pessoa faz quando se torna boa em algo, mas aquilo que ela faz para ser tornar boa em algo" conclui o autor.

Será que as 10 mil horas são regra geral para o sucesso???

Vale a pena a leitura!!!

Livro: Fora de Série - Outliers - Malcolm Gladwell

As 4 fases da carreira - Por Max Gehringer





Uma carreira profissional tem 4 fases. Para quem quiser avaliar se está à frente ou atrás da fase em que deveria estar, aqui vão elas:

A primeira fase vai dos 18 aos 25 anos: é a fase do aprendizado.

Durante esse período, um jovem tem a impressão de que ganha menos do que deveria estar ganhando, e que recebe menos oportunidades do que deveria receber. É verdade. Na fase do aprendizado, a diferença entre o que o jovem ganha e o que deveria estar ganhando, é o que ele paga para aprender.

A segunda fase vai dos 26 aos 34 anos: é a fase da coragem.

O profissional já aprendeu todas as coisas básicas essenciais e sai procurando opções. Ou na empresa ou fora dela. Essa é a fase das grandes mudanças: de empresa, de cidade, de país ou de galáxia. Logo, um jovem de 26 anos, que ainda está procurando uma vaga de estagiário, já ficou para trás. Ele está na fase do aprendizado quando deveria estar na fase da coragem.

A terceira fase vai dos 35 aos 45 anos: é a fase da colheita.

Nesses 10 anos, ocorrem as promoções para cargos melhores e o salário dá um belo salto. Como medida, o salário de alguém com 40 anos deveria ser, no mínimo, 10 vezes maior do que era aos 20 anos.

Dos 46 anos em diante, vem a fase da inércia.

O funil das boas oportunidades fica mais estreito. E poucos passarão por ele. Quem tem mais de 46 anos, evidentemente acredita que tem a mesma energia que tinha aos 25, além de ter mais experiência. É verdade, mas o mercado de trabalho é meio cruel e não reconhece isso. Na fase da inércia, começa a busca pela estabilidade.

Por isso, quando um profissional pergunta: “o que está acontecendo comigo?”, a resposta quase sempre é: você deixou uma fase da carreira passar sem aproveitar. Para recuperar o tempo perdido, você terá que saltar uma fase inteira. Não é fácil, mas é possível.

Na vida profissional, nada é impossível. Só vai ficando complicado na medida em que o tempo passa.

Fonte: Max Gehringer - CBN