segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O que você tem feito com as suas 24 horas?


Recebi o texto abaixo carinhosamente de um aluno.

Compartilho a leitura com todos!


As 8 horas que fazem a diferença

O dia tem 24 horas para todas as pessoas. Não tem ninguém que tenha um minuto a mais. E essas 24 horas, teoricamente, estão divididas em três blocos de 8 horas. No primeiro bloco de oito horas, descansamos, dormimos. No segundo bloco, trabalhamos. E no terceiro bloco de oito horas, o que fazemos?

Aí está a chave do sucesso. É justamente o que fizermos dessas oito horas restantes que determinará o nosso sucesso ou fracasso. É nesse período que percorreremos o “quilômetro extra”. É nesse período que faremos a diferença.

Ser o melhor, o mais dedicado, o mais competente durante as oito horas de trabalho, não é mais do que nossa obrigação. Se não formos os melhores nas oito horas de trabalho, o fracasso é certo, as promoções não virão e poderá até vir o desemprego. A verdade é que, para se obter sucesso total na vida e mesmo no trabalho, não basta ser excelente nas oito horas de trabalho.

O que fizermos das oito horas restantes do sono e do trabalho que fará a grande diferença. E, geralmente, utilizamos mal essas valiosas oito horas. Não planejamos o que fazer com elas. Simplesmente “as perdemos” – perdemos tempo, como se diz. E esse tempo jamais voltará. Um minuto mal gasto é um minuto que jamais será recuperado. Vencerá quem utilizar mais sabiamente essas oito horas restantes. Seja em atividades desportivas, de lazer ou utilizando-as para o aperfeiçoamento intelectual, fazendo cursos, participando de concertos, indo ao cinema, ao teatro, assistindo a programas educativos e culturais na televisão, essas oito horas devem ser motivo de análise e planejamento para todos nós. Elas farão a diferença, acredite!

É preciso que cada um de nós entenda, sem ilusão, que hoje, o mercado só terá lugar para os realmente competentes, diferenciados; somente para os melhores. E para que sejamos melhores é preciso que façamos mais do simplesmente dormir bem oito horas e trabalhar bem oito horas por dia. É preciso que façamos a diferença exatamente utilizando melhor as terceiras oito horas além do sono e do trabalho.

E o que fazemos com as nossas 8 horas além do sono e do trabalho? No que estamos empregando esse valioso tempo? Estamos criando em nós a diferença necessária para vencermos neste mundo competitivo onde só os melhores sobreviverão com dignidade? Fazemos algum planejamento para a ocupação inteligente desse tempo livro não comprometido? Investimos nessas oito horas para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional?

Pense nisso...

Fonte: (Prof. Luis Almeida Marins Filho)

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Aberta a temporada para Trainee

A revista Exame desta semana traz  matéria especial sobre o programa de trainee em diversas áreas e empresas no Brasil.

Aproveite e boa sorte!


Fonte: Revista Exame - Ed. publicada em 25/08/2010
Fonte: Site Você S.A. - http://vocesa.abril.com.br/escolha-sua-profissao/materia/especial-trainee-589685.shtml

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Qualificação: O que é isso?

A matéria abaixo foi publicada na revista Você S.A.



Oito executivos de áreas diferentes dizem o que um profissional precisa saber para ser contratado hoje

É comum ouvir no mercado que falta gente qualificada para preencher as vagas abertas nas empresas. “Quando se fala de profissionais realmente bons, com experiência, capacidade de liderança, as ofertas são poucas”, diz Renata Lindquist, da consultoria de busca de executivos Mariaca, com sede em São Paulo, confirmando uma percepção que assombra as companhias que têm plano de expansão. Alguns requisitos básicos, como falar inglês fluentemente, ter cursado uma faculdade de renome e mostrar experiência na área em que se deseja atuar abrem portas, mas não são imprescindíveis em todos os mercados.


Na verdade, o currículo essencial muda de acordo com a empresa. “As companhias vão precisar de gente ambiciosa, com visão interdisciplinar, que dialogue com outras áreas além da sua, pensando na organização como um todo”, diz Gil van Delft, diretor da consultoria de busca de profissionais Page Personnel, com escritório em São Paulo. Como as principais operações das organizações em expansão continuam sendo as internacionalizações, fusões e aquisições, é importante lidar e ter experiência com diversidade cultural.


As características pessoais — e a prova de que um profissional usou o que sabe a seu favor para conseguir sucesso —, portanto, são mais importantes do que formação impecável, principalmente quando se trata de gente com alguns anos de experiência. “Comprometimento e flexibilidade, por exemplo, são habilidades que não se coloca em currículo, mas que avaliamos durante as entrevistas”, diz Gisleine Camargo, gerente da KPMG, consultoria de gestão de São Paulo.


ENTREVISTAMOS EXECUTIVOS DE EMPRESAS DE TAMANHOS E MERCADOS DIVERSOS E FIZEMOS A ELES A MESMA PERGUNTA: “O QUE UM PROFISSIONAL PRECISA PARA SER CONSIDERADO QUALIFICADO?”. ELES RESPONDEM AQUI , DE ACORDO COM O QUE É ESSENCIAL EM SUAS ÁREAS, O QUE VALORIZAM AO FAZER UMA CONTRATAÇÃO.


PAULO BASÍLIO
Diretor superintendente da ALL, companhia de logística, do Paraná

“Formação boa é valorizada, mas não mais que atitude e vontade de crescer rapidamente. Esse é o perfi l que buscamos. Costumo perguntar pelas decisões que um profi ssional tomou na vida, vejo se ele arriscou, se aceitou fazer algo diferente no trabalho ou em outras áreas que demonstrem sua ousadia.”







LUÍS DELFIM
Presidente da Guararapes, representante da Coca-Cola, de Pernambuco

“Não esperamos que um profissional esteja pronto, pois investimos em formação. Mas ele tem de mostrar que se atualiza em relação ao mercado e ao mundo. Se está na área comercial, o que tem feito para vender mais? Ele está a par das novas tecnologias? Como faz para prever tendências? Valorizo qualidade nos resultados, mais do que quantidade.”







GUSTAVO DIAMENT

Vice-presidente de marketing da empresa de telefonia Nextel, de São Paulo

Tem de ser inconformado com o que há na empresa e mostrar resultados que demonstrem que saiu do lugar-comum. Também é importante construir relações colaborativas em todos os níveis da corporação para resolver os problemas. Inglês é essencial, experiência é importante. Mas competências técnicas podem ser aprendidas.”







RODRIGO CASERTA

Vice-presidente de estratégia de mercado da Totvs, empresa de TI, de São Paulo


“Precisamos de gente que traga ideias ousadas. Alguns cargos pedem conhecimento técnico, mas é mais importante a capacidade de liderança, mesmo que seja sobre pessoas de outras equipes: nossos resultados são medidos pelo desempenho de outras áreas. Quem cursou MBA nos Estados Unidos ou Europa ganha pontos — demonstra que se preparou e foi dedicado.”






DELI MATSUO

Vice-presidente de recursos humanos do Google, de São Paulo


“Queremos gente que se destacou ao longo da vida, que se esforçou para estar entre os melhores na escola, no time, na comunidade ou numa ONG. Tem de ter relevância em alguma área. É uma atitude, mais do que formação ou experiência.”







SANTUZA BICALHO
Vice-presidente do Student Travel Bureau, empresa de intercâmbio, de São Paulo

“Queremos gente para o varejo, e por isso é bom ter visão generalista e formação idem, como administração ou comunicação. Pode incluir uma pós-graduação. Quem estudou ou trabalhou no exterior conhece outras culturas, o que importa em nosso negócio. Inglês tem de ser fluente.”








GUSTAVO CHICARINO
Diretor de estratégia da rede Accor, de hotelaria e serviços, de São Paulo

“Fico atento ao comportamento. Estudar fora do país é importante, pois amplia os horizontes, mas ganha relevância se a pessoa fez isso por si mesma, se preparou financeiramente, foi organizada. Saber ouvir e trazer informação nova também é essencial, embora não esteja no currículo.”






LUIZ GALHARDI
Diretor de cadeia de suprimentos da Dow, da área química, de São Paulo
“Tem de ter iniciativa, experiência de trabalho em equipe e saber inovar. Isso aparece na maneira como ele conta seus resultados. Quando alguém fala que cortou custos, quero saber quais os benefícios para o meio ambiente. Escolhemos gente das melhores faculdades e que fale bem inglês.”








Fonte: Você S/A
Data da Publicação: 30/07/2010

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Atendimento telefônico




Embora pareça tarefa fácil atender a uma ligação, precisamos ficar atentos e principalmente evitar os famosos jargões: Querida, meu bem, flor, meu amor e o que mais a imaginação permitir, que insistem em roubar a cena em uma simples chamada telefônica. Se não fosse trágico, seria cômico!

Outro aspecto polêmico é: Informar ou não a quem liga se o executivo está no escritório? A resposta é simples: DEPENDE.

Depende da orientação que o Secretário receberá do Executivo e só caberá A ELE essa decisão. Muitos Secretários, a medida que conhecem o perfil do chefe, se sentem a vontade para tomar esta decisão. ESTÁ ERRADO! Pois apenas ele saberá o quão importante é a chamada.

A verdade é que não há uma fórmula para o esse atendimento e cada chamada terá sua particularidade. Não há uma regra pré estabelida.

O que caberá, em qualquer situação, será uma postura simpática e educação acima de tudo, inclusive naquelas situações em que o cliente nos escolhem para Cristo!

A seguir algumas dicas sobre o assunto: 

Identifique-se e utilize o nome do cliente. Ninguém gosta de falar com uma fonte desconhecida, por isso, o atendente da chamada deve identificar-se assim que atende o telefone. Por outro lado, deve perguntar com quem está falando e passar a tratar o cliente pelo nome. Este toque pessoal, embora pareça uma caractéricas apenas de call center, faz com que o cliente se sinta importante. Ao realizar uma chamada, identifique-se antes de perguntar, por exemplo, se o fulano de tal está. Exemplo: Boa tarde, meu nome é Simara, sou secretária do Dr. fulano, diretor da empresa tal, e ele gostaria de falar com o Dr. Sicrano de tal" Aqui você já economizou tempo, pois se idenficou, informou o seu nome, o nome de quem você representa, o nome da empresa e o que você deseja.


Assumir a responsabilidade pela resposta: A pessoa que atende o telefone deve considerar o assunto como seu e garantir ao interlocutor uma resposta rápida. NUNCA, EM HIPÓTESE ALGUMA DIGA "Não sei". Se não for mesmo possível resolver o assunto, apresente formas alternativas para o fazer.

Número de vezes que se deixa o telefone tocar: Atenda o quanto antes, pois do contrário dá a impressão de desorganização.

(Parece básico MAS não é) Saudação inicial: jamais atenda falando “alô”, como se estivesse em sua casa. No atendimento profissional, o correto é falar o nome da empresa, nome de quem está atendendo e a saudação de acordo com o horário do telefonema. Mesmo que seja a centésima ligação do dia, atenda como se fosse a primeira.

Volume da voz - Quando soa muito alto pode parecer grosseira e ineficaz. Quando soa muito baixo dificulta a comunição. Falar alto ao telefone somente pode ser feito se a ligação estiver ruim e o cliente manifestar esse problema, solicitando que se aumente o volume da voz.

Seja organizado: Não deixe a pessoa esperando enquanto procura uma caneta, pedindo para esperar um minutinho. O mínimo que alguém que atenda ao telefone em uma empresa deve ter bem próximo de si é uma caneta e um bloco de papel. (Essa regra não é válida apenas para nós, Secretários)

Seja profissional no trato com as pessoas que liguem para sua empresa: Utilize o telefone para agradar, fazendo desse contato um momento mágico, e nunca um momento trágico.



Congresso Secretária DF 2010

Esta semana acontece em Brasília, no SESC Estação 504, o Congresso Secretária DF 2010.

Veja a programação:

Dia 20 de Agosto de 2010


9h às 9h10  -  Abertura do evento

9:15h às 10:45h

Inglês para negócios
A legalização e as atribuições da profissão de secretário/a;
A definição e a diferença entre Inglês Regular e Inglês para Negócios;
Ensinando a aprender Inglês para Negócios;
Estratégias facilitadoras para o aprendizado desse tipo de abordagem.

Palestrante: Tereza Cristina

Possui bacharelado em Letras pela Universidade Santa Úrsula, RJ, Especialização em Língua Inglesa e Mestrado em Estudos Lingüísticos pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP). Atualmente, está cursando Doutorado em Estudos Lingüísticos também na UNESP, em São José do Rio Preto. Foi professora de língua e literatura inglesa na Universidade Santa Úrsula (RJ), na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul(MS) e nas Faculdades Integradas Ruy Barbosa (SP). Atualmente é professora de língua inglesa na FACINTER (PR) e de Lingüística de Corpus na PUC (PR).


10:50h às 11:10h

Coffee Break

11:15h às 12:30h

O marketing pessoal e suas implicações na área de secretariado
Visão, valores e missão.
Diagnóstico pessoal: limites e potencialidades.
Diagnóstico ambiental: obstáculos e oportunidades.
Planejamento e estratégia.
A construção do networking.

Palestrante: Thereza Bond

Pós Graduação em Formação de Docentes e Orientadores Acadêmicos na EaD – Facinter – Curitiba. MBA em Gestão Empresarial - IBPEX – Curitiba. Complemento em Magistério Superior – IBPEX – Curitiba. Extensão em Recursos Humanos – IBPEX – Curitiba. Psicologia – Bacharelado e Licenciatura Plena – PUC-Pr. Coordenadora do MBA em Gestão de Recursos Humanos. Professora de Graduação e pós-graduação Presenciais e à Distância na área de Gestão de Pessoas. Coordenadora do MBA em Gestão de Recursos Humanos. Professora de Graduação e pós-graduação Presenciais e à Distância na área de Gestão de Pessoas.

12:35h às 13:45h

Horário de Almoço

13:50h às 15:05h

O secretário como cogestor
É inegável que, na realidade atual, o secretário deve estar munido de múltiplas competências, relacionadas a comportamentos, conhecimentos e habilidades. Isso porque as organizações passaram por significativas mudanças nas últimas décadas, exigindo de todos os profissionais, especialmente os de secretariado, acompanhem essas transformações.


Palestrante: Marlene de Oliveira

Secretária Executiva com 34 anos de experiência na área

Graduada em Secretariado Executivo, Pós Graduada em Comércio Exterior e Mestre em Integração Latinoamerciana. Professora das disciplinas de Técnicas Secretariais, Cerimonial e Org. Eventos. Coordenadora de graduação e pós graduação em secretariado presencial e ead. Produtora Executiva e idealizadora do Programa Secretariado em Pauta, exigido de 2006 a 2009 pela CWBTV. Co-autora da coleção Manual do Profissional de Secretariado em 4 Volumes. Ed. Ibpex.Curitiba.

15:15h às 15:40h


Coffee Break


15:50h às 17:10h

As ferramentas de qualidade utilizadas no dia-a-dia do secretario

Palestrante: Thereza Bond

Pós Graduação em Formação de Docentes e Orientadores Acadêmicos na EaD – Facinter – Curitiba. MBA em Gestão Empresarial IBPEX – Curitiba. Complemento em Magistério Superior – IBPEX – Curitiba. Extensão em Recursos Humanos – IBPEX – Curitiba. Psicologia – Bacharelado e Licenciatura Plena – PUC-Pr. Coordenadora do MBA em Gestão de Recursos Humanos. Professora de Graduação e pós-graduação Presenciais e à Distância na área de Gestão de Pessoas. Coordenadora do MBA em Gestão de Recursos Humanos. Professora de Graduação e pós-graduação Presenciais e à Distância na área de Gestão de Pessoas.

17:20h

Encerramento


Maiores informações:

http://www.wbe.com.br/2010/df/insricoes.html

domingo, 8 de agosto de 2010

Nunca se dê por vencido...



Em dias de desanimo, a dica é: NUNCA SE DÊ POR VENCIDO...

Adoro a imagem acima. Ela fala por si.

Autoria da imagem: Francisco Munguia.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Você é reativo ou proativo?



Luiz era funcionário de uma empresa há 4 anos. Naquele dia, ele estava muito chateado e resolvera ter uma conversa com o proprietário. Ao se encaminhar até a sala onde ocorreria a conversa, ele ficou se questionando porque estava sendo tão injustiçado. Quanto mais ele pensava, mais certeza tinha que precisava tirar isso a limpo.

Aproximou-se do dono da empresa e foi logo falando: -"Estou chateado!Convivo com vocês a 4 anos e nunca pedi nada. Fiquei sabendo que o Mauricio, que chegou há apenas 6 meses, já entrou ganhando igual a mim. E mais grave: tem um boato de que ele recebeu aumento de salário! Quero saber como fica a minha situação, já que estou na empresa há mais tempo.

O proprietário concorda que Luiz tem o direito de ficar chateado e apenas lhe pede um favor:

-" Gostaria que vc fosse até o supermercado da esquina e verifique se tem abacaxi, pois deverei realizar um encontro, ainda hoje, com todos os funcionários e quero servir frutas no lanche”

Luiz ficou sem entender nada, mas foi ate o supermercado, conforme lhe fora solicitado. Retornou e informou que havia bastante abacaxi.

O patrão chama Mauricio e lhe faz a mesma solicitação pedida a Luiz. Determina, ainda, que Luiz permaneça na sala, até que Mauricio retorne.

Ao retornar, Mauricio informa: -" Tem abacaxi, mas eles não estão muito bons, pois estão verdes e pequenos. No entanto, as melancias, melões e tangerinas estão excelentes. As bananas, maças e uvas estão com ótimos preços, além de estarem maduras, o que seria ótimo para a festa”

Nesse momento, o patrão olha para o Luiz e exclama: -"Esta é uma das razões porque o Mauricio está em melhor situação salarial que você! Ele poderia ter retornado com uma resposta simples, mas foi mais além, trouxe outras possibilidades e me deu alternativas de escolha. Ele poderia ter sido reativo - apenas ter trazido a resposta solicitada -, no entanto, ele foi proativo"

As oportunidades estão para todos, a grande diferença é como alguns fazem proveito dela!

E VOCÊ É REATIVO OU PROATIVO?
FONTE: Livro A Nova Secretária - Laurinda Grion - Pag  118