sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Como você tem procurado emprego?


Imagine tentar chegar a um destino a 1.000 km de distância, sem ter um mapa ou endereço. Você possivelmente chegaria lá em algum momento, mas certamente levaria muito mais tempo do que o necessário. Acontece o mesmo com a busca de um emprego. Não ter uma estratégia definida pode significar levar mais tempo no processo e sofrer alguns percalços no caminho.

Muita gente se lança de cabeça no processo, ansiosa por voltar a trabalhar, mas buscar um emprego sem ter uma estratégia previamente definida pode rapidamente se tornar um processo aleatório e improdutivo. Responder a todos os anúncios sem avaliar se são compatíveis com suas expectativas, enviar dezenas de currículos sem priorizar as oportunidades mais interessantes e não ter objetivos e formas de avaliar seu progresso, na maioria das vezes resultam em frustração e sentimento de impotência.


Alguns sintomas de que você precisa de uma estratégia em sua busca de emprego:


Objetivo de trabalho indefinido (“Eu posso fazer qualquer coisa”)

Falta de uma agenda diária (“O que eu deveria fazer hoje?”)

Medir o sucesso pelo número de currículos enviados

Falta de diversificação nas atividades relacionadas à busca de emprego (“O que mais eu posso fazer?”)

Frustração ou desânimo (“Eu tentei de tudo e nada funcionou”)

Nível errático de atividades, como por exemplo, correr para enviar um lote de currículos e depois ficar dias sem que algo aconteça.

Falta de consistência e de objetivos no uso de ferramentas como o Linkedin, Facebook, etc.

Progresso mínimo (“Sinto que não estou saindo do lugar”)

Você pode superar esses fatores através da adoção de uma estratégia bem elaborada para se apresentar ao mercado de trabalho. Sua estratégia deveria incluir:

1. Um objetivo de carreira claro e realista:

· Saiba o que você quer fazer

· Saiba o que está qualificado para fazer

· Saiba o que o mercado procura

· Se não houver demanda em sua área, prepare-se para fazer uma transição de carreira


2. Materiais cuidadosamente preparados para divulgar seu potencial e sua experiência (currículo, carta de apresentação)

· Atualize seu currículo - prepare-o de forma que possa ser customizado para cada oportunidade

· Prepare uma carta de apresentação que possa ser customizad para cada oportunidade

· Atualize seu perfil no Linkedin

3. Um plano de marketing que utilize múltiplos canais para gerar oportunidades de emprego


· Priorize o networking como a forma mais efetiva de encontrar oportunidades

· Incorpore as mídias sociais em sua estratégia

· Mantenha o foco ao responder aos anúncios de emprego


4. Escolha consciente de como vai dividir seu tempo entre as várias atividades

· Reserve tempo para continuar a se atualizar sobre as melhores práticas na busca de emprego

· Reserve tempo para continuar a expandir seu network

· Reserve tempo para manter suas habilidades afiadas (aprenda, ensine) e seu currículo atualizado

(acrescente suas novas realizações ao currículo)


5. Um sistema para gerenciar e manter organizados seus contatos, oportunidades, lista de tarefas e etapas do processo


6. Um plano - passo a passo -para implementar sua estratégia

· Desenvolva uma lista de objetivos diários, semanais e mensais

· Estabeleça uma rotina que inclua o agendamento de todas as atividades

· Celebre seu progresso no atingimento dos objetivos estabelecidos


7. Um método simples mas consistente, para acompanhar seu progresso com relação aos objetivos traçados

Criar uma estratégia de busca de emprego requer algum tempo e esforço no início, mas trará resultados mais rápidos e produtivos no curto e no médio prazos. Ao invés de pensar no que precisa fazer a seguir, você vai começar cada dia com um sentimento de propósito e energia renovada, ao perceber que progride continuamente em direção a seu objetivo.

Fonte: 


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Curso Preparatório para Docência na Área de Secretariado




A educação no Brasil passa por transformações e, cada vez mais, as Instituições de Ensino buscam profissionais qualificados para exercerem essa função. Pensando sobre a excelência na educação, a Iventys Educação Corporativa promoverá nos dias 27 e 28/05/2017 (sábado e domingo) o Curso Preparatório para Docência na Área de Secretariado (CPDAS) idealizado pelas referências na área secretarial Bete D’Elia e Walkiria Almeida. O CPDAS foi reconhecido em primeiro lugar, por voto popular, como melhor projeto na área de Secretariado em 2016 pela Conferência Nacional de Secretariado (CONASEC). O CPDAS está sendo realizado pelas empresas Phorum e Toucher, com assessoria executiva da empresa
SecGlobal e parceria do Comitê de Secretariado Executivo do DF e Sindicato dos Secretários do Distrito Federal (SISDF).

A docência tem se consolidado, nos últimos anos, como uma carreira promissora e de projeção para os profissionais que lecionam. `Muitos profissionais iniciam sua experiência na docência como um plano B, porém com as mudanças de cenário no mercado atual e as empresas privadas e instituições governamentais em crise, a docência se mostra como uma bela carreira com grandes chances de se tornar o Plano A de um profissional dedicado. Sugerimos a leitura do artigo publicado no dia 27/01/2017 de autoria da secretária executiva Cora Fernanda de Faria e colaboração da Profa. Simara Rodrigues, Coordenadora do Curso de Secretariado Executivo Bilíngue da UNIP, campus Brasília, que trata perfeitamente deste tema:
“A roupa de mulher maravilha, ou super-homem, do assistente executivo: o famoso Plano B”.

Além disso, este curso aborda assuntos importantes e enriquecedores para quem deseja atender as exigências das instituições e dos estudantes. Esta será uma oportunidade única de receber um treinamento com conteúdo totalmente alinhado com as expectativas de quem precisa contratar profissionais para atuarem na docência em cursos de graduação em Secretariado.

[Público alvo]

Profissionais com formação em Secretariado Executivo e outras áreas que desejam atuar ou já atuam na docência em cursos de graduação de Secretariado Executivo.

[Programa do curso]

MÓDULO 1
1.1 Da vivência como secretário para a docência de Secretariado
– A construção da ponte
– A mudança de cenário
– O perfil dos clientes
– O perfil das Entidades
– Escolas de formação

1.2. Ensino e Aprendizagem
– Estratégias de aprendizagem

1.3. Histórico sobre alunos do curso de secretariado
– Cursos de Formação.
– Cursos de Desenvolvimento.

1.4. Gerações: X, Y e Z
– Como lidar com estudantes de diferentes gerações.

1.5. Inteligência Emocional e Programação Neurolinguística
– Relacionamento docente e estudante

MÓDULO 2
2.1. Didática de Ensino
– Cursos de Formação.
– Cursos de Desenvolvimento

2.2. Metodologias
– Cursos de Formação.
– Cursos de Desenvolvimento

2.3. Legislação
– Leis de Diretrizes e Bases – LDB
– Mudanças na LDB
2.4. Desenvolvimento de competências
– Estudo sobre competências
– Competências do profissional de secretariado designadas pelo MEC.


MÓDULO 3
3.1. DNA do Profissional de Secretariado
– Criatividade e inovação na atuação como profissional de secretariado e como docente
3.2. Plano de Ensino
– Ementa – Objetivo Geral – Objetivo Específico
3.3. Planejamento das Aulas
– Como planejar
– Objetivo
– Referências
3.4. Processo de Avaliação e Técnicas de Correção
– Avaliações (provas, exercícios)
– Seminários
3.5. Informativo
– Diferenças entre o curso técnico, tecnólogo e bacharelado.
– Disciplinas
– Valores hora/aula: formação e desenvolvimento
– Entendimento sobre os cursos: doutorado, mestrado, especialização e MBA
– Currículo Lattes: conhecimento, criação e atualização


MÓDULO 4
4.1. Dinâmicas de grupo
– Aprendizagem e técnicas
4.2. Depoimento
– Profissional de secretariado que atualmente está lecionando.
4.3. Aulas práticas: participantes prepararão e ministrarão uma aula teste
– As participantes prepararão as aulas de acordo com o conteúdo visto durante as aulas.


[Sobre as Instrutoras]

Bete D’Elia é Graduada em Português-Francês pela USP – Universidade de São Paulo, Especialização em Psicologia Universal, pelo Psyko Universal Instituto de Desenvolvimento. É Coach com formação pelo IDHL – Instituto de Desenvolvimento Humano Lippi. Palestrante e Facilitadora em treinamentos, Cursos e Workshops. Consultora para profissionais da Gestão Empresarial, no setor público e privado, com destaque no Segmento Secretarial. É Articulista das Revistas Ser Mais e Vocação Pública e em sites de Gestão e Áreas Secretariais. É Editora Adjunta da Revista de Gestão e Secretariado, GeSec, classificada como Qualis B3 pela CAPES. Autora do Livro Profissionalismo – Não dá para não ter – Editora Gente; É coautora dos seguintes Livros: As novas Competências do Profissional de Secretariado pela Editora IOB Thomson; Gestão do Tempo e Produtividade – pela Editora Ser Mais; Coaching e Mentoring – pela Editora Ser Mais; Coordenadora com Magali Amorim e Maurício Sita do Livro Excelência no Secretariado, também pela Editora Ser Mais; Organizadora com Cibele Barsalini Martins do livro Modelos de Gestão no Contexto do Profissional de Secretariado, pela Editora UFSC. Diretora Toucher Desenvolvimento Humano Ltda.

Walkiria Gomes de Almeida é Mestre em Administração, com concentração em Gestão Internacional pela ESPM- Escola Superior de Marketing e Propaganda. Especialista em Gestão Empresarial pela FECAP. Diretora da PhorumGroup Desenvolvimento Empresarial, conselheira do Sindicato das Secretárias e Secretários do Estado de São Paulo – SINSESP, gestão 2016/2020, consultora da Toucher Desenvolvimento Humano, facilitadora de cursos na Unisescon – Universidade Corporativa do SESCON- Sindicato das Empresas Contábeis do Estado de São Paulo e no SIEEESP- Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo. Autora e coautora de artigos na Revista GeSec, do Sindicato das Secretárias do Estado e São Paulo. Coautora do livro Excelência no Secretariado, Editora Ser Mais. Palestrante nacional e docente na área de secretariado, na graduação e pós-graduação de Instituições renomadas.

[Carga horária]

16 horas

Para se inscrever, clique
CPDAS! Não percam esta oportunidade de ouro!

Fonte:

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

A roupa de mulher maravilha, ou super-homem, do assistente executivo: O famoso plano B.

Prepare-se para tirá-la do armário. Assistentes executivos estão se especializando em diferentes áreas, e, com isso, vemos um mercado mais promissor para a carreira de docência.


Por Cora Fernanda e Simara Rodrigues 




Planejamento de carreira é um assunto que, por vezes, deixamos para depois. Beeeem depois. Mas não devemos nos descuidar tanto assim.

O tempo está passando muito rápido e tudo tem urgência: um dia nossa casa, outro, nossa família, em outro os estudos ou uma outra língua. São muitas tarefas e anseios pela carreira, o plano A, que não pensamos em um plano B, efetivamente.

Mas aqui vai um artigo cheio de boas notícias, onde mostramos que o secretariado tem crescido e se aquecido com todas estas mudanças de cenário. E mudanças trazem oportunidades. Se envolva, se comprometa e comece a planejar o seu futuro again.

Como? Não há hora específica para começar, basta que você veja esta necessidade. A construção dele não necessariamente deve ser delineado quando o seu plano A, estiver ao fim. Sua carreira, independente do momento, deve ser cuidada. Muito bem cuidada! Estou ascendendo? Estou adequada? Estou em transição? Estou confortável? Esse conjunto de perguntas converge ao seu traçado de desenvolvimento e trajetória profissional. Sendo assim, devo atentar para minhas sensações sobre a carreira. Neste ano de 2016, conclui um curso para docência em secretariado executivo. Acreditem, muitas portas se abriram, criatividade foi a mil. Não é este o sinal? Saber que podemos ir além do que nossa rotina nos traduz?

O que? Estamos falando em o que fazer? Sim! O que você vai fazer neste momento de escolha? Pela quantidade de atribuições que o assistente executivo tem, inclusive na atualidade, ele está miscigenando-se a outros profissionais. Mas não confunda! Ainda somos assistentes executivos, atuando em finanças, traduções, manutenção de casas e família, além de outros assuntos mais técnicos. Daí o questionamento: o que vou fazer? Temos uma gama de assuntos para escolher e navegar, ainda que desconhecido, desbravar. Não esqueça, o start está com você. Ainda sobre o CPDAS, curso que mencionei no parágrafo anterior, descobri outras possibilidades. Ministrados pelas fenomenais Walkíria Almeida e Bete D´Elia, surgiu de uma lacuna, ou seja, por precisarmos de profissionais capacitados para lecionar e administrar as informações de forma concisa e fiel, para aqueles que estão ingressando na carreira de secretariado. Outras palavras: assistentes executivos formando novos profissionais da área. Você é daqueles profissionais que inspiram? Que as pessoas sempre voltam em sua mesa? Que as pessoas querem por perto? Que admiram? Que contagia os demais com o secretariado? Está no caminho certo para lecionar, pois professores inspiram aqueles que estão do outro lado da tela, aquela que será pintada. Aprendizado, com certeza é uma habilidade a ser desenvolvida, e, desenvolver novos profissionais, é a chave da mudança.

Por que? Mas porque devemos olhar a oportunidade da docência com os olhos do amor? Claro, porque esta tarefa e dom só pode ser exercida por aqueles que amam o que fazem e multiplicam seu conhecimento, fazendo uma grande nebulosa de aprender- saber – aprender. A sala de aula ensina? Contagia? Trago neste artigo, uma profissional brilhante e que acrescentará tudo aquilo que devemos saber sobre docência. Ela é Simara Rodrigues, professora e coordenadora do curso de Secretariado Executivo na UNIP, Campus Brasília. Quer saber mais?

Professora.... é para copiar? Não! Agora só preste atenção no que a mestre escreverá....

Querida Cora, se o seu artigo fosse uma avaliação, diria que você gabaritou a prova e a sua nota foi 10! Parabéns pelas ricas contribuições e reflexões. Você foi muito pontual, isto porque de nada adianta acumular títulos e formações se não houver talento para ensinar, ou seja, se não existe a paciência e habilidade pedagógica essencial para a prática da docência.

Por isso, é importante saber que sendo o seu plano B a docência, será importante preservar o coração de estudante, que ao ensinar, está em constante aprendizagem; e não desenvolver um ensino mecânico como de "depósito bancário", em que apenas se injeta conhecimento acrítico nos alunos. Logo, a habilidade de lecionar precisar vir sem interesses lucrativos, sem discriminação de classe, raça ou gênero, sem mediocridade. Daí a importância em trabalhar com empatia, engajamento e propósito, atuando como um curador do conhecimento, que sabe ouvir paciente e criticamente, pois somente quem escuta é capaz de se comunicar com segurança e propriedade. 

Perceba que, muitas habilidades estão inseridas no perfil do profissional de secretariado, o que facilita transitar entre as áreas, mas não significa que exigirá menos dedicação e competência. O que a propósito, deve ser esclarecido: quem escolhe um plano B precisa ter consciência das responsabilidades e consequências e não visualizar esta possibilidade apenas como uma renda extra. Saiba que com esse pensamento, você estará fadado ao fracasso. 

E ao vestirmos essa roupa de “super-herói” que não sejamos demasiado convictos de nossas verdades, mergulhados em nosso ego, que em muitas situações é massageado pelo status e poder, que na verdade não existe. Se bem pararmos para pensar, nossos alunos são os mesmos clientes, exigentes, que encontramos no mundo corporativo, e merecem a melhor prestação do serviço, qual seja, a capacidade singular de compartilhar conhecimento, a partir de nossas vivências, experiência e disposição. E que fique claro: este conhecimento precisa ser vivido e testemunhado por nós docentes, principalmente da área de secretariado, uma vez que a teoria deve ser coerente com a prática do professor, que passa a ser uma referência e influenciador de seus educandos. Afinal, não seria convincente falar para os alunos que o tabagismo faz mal à saúde e no intervalo da aula, fumar um cigarro.

É preciso brilho nos olhos, postura positiva, sem frieza e mecanismo da leitura do slide em power point projetado na tela. É preciso emoção que movimente as atitudes dos indivíduos, mesmo aqueles mais despreparados e que alegam ter caído de “paraquedas” na profissão.

Nós docentes, precisamos estimular a alegria em nossas aulas, ao mesmo tempo que, carregando o caráter da cientificidade e dos conhecimentos teóricos, nossa área não caia na rotulação de ser apenas tecnicista e sem compromisso com os conhecimentos específicos. Por isso, a necessidade em saber lidar com esta dualidade.

O papel do docente precisa ir além da sala de aula, compreendendo a atuação na formação de pessoas e na construção de sonhos, muitas vezes adormecidos, que a partir das inspirações e referências, são despertados. Parafraseando Paulo Freire: “Educar é impregnar de sentido o que fazemos a cada instante” e assim, deixo essas inquietações na expectativa de que outros profissionais de secretariado busquem a docência, não apenas como um plano B, mas um plano de vida, que motiva, inspira e constrói.

E uma última dica: não cometa o grande equívoco de pensar que é preciso saber tudo para começar a trabalhar com o seu plano B. Esse momento nunca vai chegar. Feita a sua escolha, prepare-se, faça cursos, procure informação, acione sua rede de contatos, converse com pessoas que já atuam na área, participe de eventos, congressos, palestras e assim como fizeram os seus professores, aqueles eternizados em sua memória, seja a diferença.

Gostou? Já com ideias novas? Pensando à frente? Está preparado antes mesmo de começar?

Até a próxima!


Fonte:

http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/a-roupa-de-mulher-maravilha-ou-super-homem-do-assistente-executivo-o-famoso-plano-b/102077/




quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Pare de achar que você não é pago para isso




Em um dos meus primeiros estágios na área de Secretariado Executivo - deixo aqui bem claro essa afirmação para que entendam os motivos - fui contratada para trabalhar em uma Gerência Geral, dando suporte às Secretárias da área.

Imaginei, como todo estagiário de Secretariado, que minhas atribuições estariam relacionadas às técnicas secretariais. Acontece que minhas atribuições se limitavam a realizar a triagem dos documentos que chegavam na Superintendência - nome "bonito" que meu gestor dava às minhas atividades - mas que na verdade se tratava de receber os envelopes, abri-los, grampeá-lo á correspondência e entregar nas respectivas áreas da Superintendência. Resumo da ópera: Eu exercia, na prática, as atribuições da mensageira - que fique claro não é nenhum demérito. No começo achei a atividade muito simples para uma estudante de Secretariado Executivo que está se preparando para assessorar grandes Executivos do mundo corporativo - perceba nessa fala certo tom de ironia.  

Bom, seja como for, foi o que fiz por alguns meses. Chegava na empresa e já havia centenas de envelopes para eu abrir, grampear e entregar nas áreas. Foi então que procurei fazer um limão daquela limonada - Graças a Deus sempre fez parte do meu perfil ser otimista e enxergar além -  Foi então que comecei a entender algumas particulares do negócio. A partir das cartas que chegavam, comecei a conversar com as pessoas e demonstrar interesse sobre o assunto. E  o que a princípio parecia grego para mim, foi fazendo sentido.


Conceitos como PGO - Plano Geral de Outorgas, PGMU - Plano Geral de Metas para a Universalização SFTC - Serviço Telefônico Fixo Comutado - Que foram um grande diferencial na minha carreira muitos anos depois - começaram a fazer sentido na minha rotina e desempenhar aquela função passou a ser algo interessante. 


A partir dessa atividade eu conheci todos os colaboradores da empresa, fiz amizades, ampliei minha rede de contatos e ganhei visibilidade. Ao contrário das minhas colegas que diziam que não aceitaram o estágio porque não eram pagas para fazer aquilo, eu aceitei. A propósito, essa prática foi recorrente em minhas experiências profissionais e colhi muitos frutos por isso. 

Concluído o tempo de estágio, que na época era de 01 ano, fui contratada para trabalhar na Gerência, dessa vez para Secretariar o Gerente, já que a Secretária havia sido promovida para outra área. Permaneci nesta empresa por aproximadamente 06 anos e tive muiiiiiiiiiiiiiiitas experiências interessantes e que me levaram a trabalhar no lugar dos meus melhores sonhos. 

Eu acredito que se tivesse virado as costas para esta oportunidade minha história teria sido diferença, ou não. Quem vai saber? 


Moral da história (e aqui copio uma reflexão do Renato Grinberg em seu livro Estratégia do olho de tigre)

“Quando você abonda a vaidade e pratica a humildade, aceitando situações como fases de um processo, você se torna interessante para a empresa. Sim, pois a empresa terá alguém com garra, determinação e ávido para crescer. Toda empresa quer um profissional assim”. 




quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Planejamento Estratégico Pessoal: tenhao o seu

Um dos meus sites favoritos e que contribui para que me mantenha atualizada é  o endeavor. Trata-se de uma plataforma moderna, dinâmica e bem interessante, com textos, livros e cases inovadores.

Um dos textos que li e imediatamente pensei: preciso postar no blog, foi este logo abaixo. É exatamente isso, se uma empresa precisa ter claramente definido sua missão, visão, valores e o planejamento estratégico, por que seria diferente com a gente?

Aproveite o início do ano, em que a vontade de fazer acontecer está a flor da pele e faça o seu planejamento estratégico. 




Planejamento Estratégico Pessoal: você tem o seu?

Se o planejamento estratégico da sua empresa é importante, o seu planejamento pessoal é tão essencial quanto.

Você já pensou em ter um PEP? Isso mesmo, um Planejamento Estratégico Pessoal? Uma espécie de plano de vida que parta de uma autoanálise sincera, que reconheça sua essência e esteja alinhada com a sua missão pessoal?

Num primeiro momento, a ideia pode parecer estranha, mas acredito que a lógica usada pelas empresas para avaliarem seus ambientes e forças/fraquezas, e assim se estruturarem para o futuro, deva ser usada pelas pessoas físicas, ou seja, nós!

Como crença, as empresas nada mais são do que um conjunto de CPFs, fazendo parte de um CNPJ. E esses CPFs precisam, cada vez mais, serem protagonistas de suas histórias e assim gerarem valor para suas vidas e para as empresas que representam, trabalham, gerenciam ou possuem.

A lógica do planejamento estratégico, no ambiente corporativo, vem passando por muitas evoluções, tanto de escopo e profundidade, como do tempo de sua previsão, dado o cenário extremamente volátil e complexo que vivemos atualmente, de inovações constantes e rápidas.

Mas nem por isso o planejamento deve ser abandonado. A única coisa que muda é a lógica na sua construção e a necessidade de revisões mais constantes e os ajustes de rumo também. Ou seja, Planejar, Realizar, Controlar e Ajustar, ou, em outras palavras,
PDCA (Plan – Do – Check – Adjust). Dessa forma, recomendo uma visão estrutural dessa ferramenta PEP, criada por mim, para ajudar pessoas a realizarem seu potencial de vida e sonhos, transformando-os em ações e metas, com indicadores e com alto poder de realização e felicidade.


A visão estrutural do processo de planejamento passa por estas etapas:
planejamento1



A ideia de ter uma “moldura” (frame) facilita a construção do planejamento, que, para cada indivíduo, será diferente e pode ser fundamental para gerar mais clareza sobre a sua visão de vida, valores que conduzem os seus comportamentos, pessoas de referência para networking, além de uma análise de Pontos Fortes e Fracos, Oportunidades e Ameaças, ou seja, uma análise SWOT e, obviamente, ao final, a concretização de um Plano de Ações.

A estrutura do PEP é ilustrada desta forma:


planejamento2

Uma das principais dificuldades dos empreendedores é realizar uma autoanálise bem sincera de si próprio e assim iniciar a jornada do PEP – Planejamento Estratégico Pessoal. Todos nós somos dotados de pontos fortes e fracos e, ao decorrer de nossa jornada, na medida que vamos nos defrontando com as dificuldades e alegrias, esses mesmos pontos são acionados de duas maneiras:
  1. Aceitamos e agimos com base nesse conhecimento;
  2. Recusamos e evitamos o “confronto” com determinada característica.
Obviamente o ponto forte, quando conhecido e assimilado, sempre trará vantagens competitivas para a carreira de qualquer pessoa, porém os pontos fracos são mais complexos, de maneira geral, de serem aceitos ou identificados.
Um dos caminhos recomendados é desenvolver fortemente o seu autoconhecimento, investir tempo e esforços no sentido de buscar essa essência, seja por meio de leituras, cursos, terapia, conversa franca com as pessoas com quem convive ou conviveu, nos mais diversos ambientes (pessoal, profissional, familiar) ou qualquer outra forma que faça sentido ao empreendedor e que lhe traga benefícios práticos e reais.

A Análise SWOT pode ser visualizada na seguinte Estrutura e deve ser aplicada para a sua autoanálise:

análise swot

Na elaboração do seu plano de ações, é importante entender a estrutura focada em conquistas de âmbito:


  • Pessoal: família, educação, viagens, religião, etc
  • Profissional: carreira, empreendedorismo, etc
  • Financeiro: independência financeira, seguro, patrimônio, reservas, etc.
Esse tripé Pessoal + Profissional + Financeiro tem sido o principal fundamento da minha jornada de realização e cumprimento de minha missão pessoal e também profissional, na busca pelo equilíbrio constante. Sabemos que isso não é uma tarefa fácil, mas sim algo que deve ser visto como uma jornada de acertos e erros e melhoria contínua.

Definitivamente, sempre acreditei na lógica do planejamento e na busca do sentido da realização de meus sonhos e metas, e espero poder contribuir com o seu start-up do PEP – Planejamento Estratégico Pessoal. 

Por Adir Ribeiro, Presidente da Praxis Business

Fonte:

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Dicionário Corporativês

Adoro chegar em casa e conversar com meu filho sobre o seu dia de trabalho. É muito interessante como aquilo que é óbvio para alguns não é para outros. Certo dia ele disse: “Mãe, hoje participei de uma reunião e não entendi quase nada. Eles falavam uma série de palavras e termos que nunca ouvi falar”. Rindo, disse para ele: “Anote todos os termos e depois peça ajuda ao grande guru: google”.

Pensando nisso, encontrei um site com diversos termos “corporativês”, os quais compartilho no blog, na expectativa de que você não se sinta um peixe fora d'água.

Fique por dentro do vocabulário corporativo

O presidente da empresa em que você trabalha virou CEO? A reunião virou Brainstorm? Calma, você não é a única pessoa que ainda tem dúvidas sobre os neologismos do dicionário corporativo.

Considerando que eles estão cada dia mais presentes no mercado em geral, a Ricardo Xavier criou um glossário com os principais termos novos aplicados ao RH e ao mundo corporativo em geral.

Além de explicar metodologias, aqui são destacadas as principais expressões, traduções, cargos e siglas usadas no dia a dia dos executivos.

Aproveite para aprimorar seus conhecimentos e facilitar sua comunicação empresarial!

A

Absenteísmo: usado para designar as ausências dos trabalhadores no processo de trabalho, seja por falta ou atraso, devido a algum motivo interveniente, como problemas de saúde, etc.

Adhocracia ou Adocracia (ad hoc = aqui agora): sistema temporário variável e adaptativo, organizado em torno de problemas a serem resolvidos por grupo de pessoas com habilidades e profissões diversas e complementares. Constitui opção à tradicional departamentalização.

Approach: abordagem.

ASAP: sigla de “As soon as possible” - o termo inglês quer dizer “O mais rápido/ breve possível”.

ASP - Application Service Provider (provedor de aplicação de serviços): termo conferido às empresas que tornam disponíveis serviços ou aplicações de informática com base na internet aos seus clientes, como a redução de custos para implantação de projetos.

Assessment Center: análise de comportamentos baseada na observação de profissionais ao realizarem determinadas atividades. Seu objetivo é obter uma visão mais precisa dos comportamentos dos profissionais avaliados em relação aos seus atuais ou futuros cargos. Pode, ainda, ser utilizado para o processo de Recrutamento e Seleção.

Avaliação 360 graus: método que avalia o desempenho dos colaboradores, envolvendo todas as pessoas que fazem parte do seu círculo de atuação. Isso possibilita a visão sob diferentes ângulos (visão dos superiores, pares, subordinados, clientes e fornecedores).

Avaliação 180 graus: modelo intermediário ao 360 graus. Com ele, não há avaliação dos subordinados, mas apenas dos pares, clientes e chefe.

B

Benchmarking (marcos referenciais): processo de comparação do desempenho entre dois ou mais sistemas, buscando as melhores práticas na indústria que conduzem ao desempenho superior. É visto como um processo positivo e proativo que uma empresa examina como a outra realiza uma função específica a fim de melhorar e realizar a mesma ou uma função semelhante.

Behaviorismo: conjunto de teorias psicológicas (dentre elas a Análise do Comportamento e a Psicologia Objetiva) que postulam o comportamento como o mais adequado objeto de estudo da Psicologia. Geralmente é definido por meio das unidades analíticas: respostas e estímulos. Bônus: premiação extra concedida aos funcionários.

BPF: sigla de Boas Práticas de Fabricação.

Branding: construção da marca de uma empresa, produto ou pessoa.

Brainstorming: mais que uma técnica de dinâmica de grupo, é uma atividade desenvolvida para explorar a potencialidade criativa do indivíduo no menor tempo possível, ou seja, trocar idéias.

Break-even point (ponto de equilíbrio): nível de produção ou de volume de vendas em que o empreendimento ou negócio se equilibram.

Breakthrough: avanço em determinada área.

Briefing: todas as informações necessárias para realização de uma determinada ação.

Broad band: banda larga.

BSC - Balanced Scorecard (Indicadores Balanceados de Desempenho): seu objetivo é medir os fatores intangíveis que possibilitam o sucesso interno dos processos e pessoas, tecnologia e inovação. Sua implantação se divide em três partes: definição clara das estratégias da empresa e alinhamento da organização com os objetivos propostos internos ineficazes e definição de indicadores quantificáveis com controle sistemático.

BTB ou B2B (Business to Business): nome dado ao comércio eletrônico associado a operações de compra e venda, de informações, de produtos e de serviços por meio da Internet ou mediante a utilização de redes privadas partilhadas entre parceiros de negócios, substituindo assim os processos físicos que envolvem as transações comerciais.

BTC ou B2C (Business to Consumer ou Business to Costumer): comércio efetuado diretamente entre a empresa produtora, vendedora ou prestadora de serviços e o consumidor final, por intermédio do comércio eletrônico, Internet.

B2E (Business to Employee): modalidade de marketing voltado para dentro das organizações, onde o advento Internet e Intranet dá aos colaboradores a mesma agilidade de acesso à informação que dá aos compradores. Ainda em fase embrionária, esse conceito se traduz, atualmente, em e-Recruitment e e-Learning.

Budget: orçamento.

BUMO: Sigla de “Brand Used Most Often” – refere-se à marca ou produto mais utilizado, com mais frequência.

Business intelligence (inteligência de negócios): são conjuntos de softwares que ajudam em decisões estratégicas, como organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações, oferecendo suporte à gestão dos negócios.

Business plan: plano de negócios.

Business unit: unidade de negócios.

Buying in: compra de uma empresa, por exemplo.


C

5S: a sigla 5S deriva das iniciais de cinco palavras japonesas: SEIRI, senso de utilização; SEITON, senso de ordenação; SEISO, senso de limpeza; SEIKETSU, senso de saúde; e SHITSUKE, senso de autodisciplina. É uma metodologia adotada em várias organizações, desde pequenas empresas até as grandes corporações, para simplificar, organizar, limpar, conservar e participar, visando melhorar a produtividade e o desempenho.

C2C(Customer to Customer): venda de cliente para cliente. Ex: site Mercado Livre.

Case: estudo de caso, normalmente abordado em empresas.

Cash: dinheiro vivo.

CEP - Controle Estatístico de Processos: é uma ferramenta da qualidade utilizada nas indústrias e nos processos produtivos com o objetivo de aumentar a economia, evitando desperdícios de matéria-prima, insumos e outros produtos de industrialização. Otimiza os trabalhos, tornando as atividades menos estressantes.

CGMP: sigla de “Current Good Manufacturing Practice” - trata das Boas e Atuais Práticas de fabricação de produtos voltados para as áreas de saúde humana e animal.

CIF: sigla de “Cost Insurance Freight” – refere-se ao custo seguro frete, empregado para designar o sistema de pagamento para mercadorias embarcadas quando os custos do seguro e do frete estão incluídos no preço.

 
Clima organizacional: é o ambiente interno de uma empresa. Para avaliá-lo, são considerados, entre vários itens, a liderança na companhia, a motivação para o trabalho, as possibilidades de crescimento profissional, enfim, as satisfações e insatisfações dos funcionários.

Coach (treinador): atua encorajando e/ou motivando o seu cliente, procurando transmitir-lhe capacidades ou técnicas que melhorem as suas capacidades profissionais ou pessoais, visando a satisfação de objetivos definidos por ambos. 

Coaching (treinamento/desenvolvimento): projeto com início, meio e fim, definido em comum acordo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente), conforme a meta desejada por este. O coach apoia o cliente na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazos por meio da identificação e do uso das próprias competências desenvolvidas, como também do reconhecimento e da superação de suas fragilidades para que ele atinja novos objetivos.

Cognição: ato ou ação de conhecer, aquisição de um conhecimento.

Comitê draft: comitê de planejamento.


Commodity: produto primário, geralmente com grande participação no comércio internacional.


Competência: conjunto de conhecimentos, habilidades, comportamentos e aptidões que possibilitam maior probabilidade de obtenção de sucesso na execução de determinadas atividades.


Compliance: agir de acordo com uma regra, um pedido ou um comando. Por meio das atividades de compliance, qualquer possível desvio em relação à política de investimento dos produtos é identificado e evitado. Assim, os investidores têm a segurança de que suas aplicações serão geridas segundo as diretrizes estabelecidas.


Conhecimento: conjunto de informações que inclui crenças e valores que se modificam de acordo com o meio em que as pessoas vivem.


Conhecimento explícito: é aquele que pode ser articulado na linguagem formal, podendo ser facilmente comunicado por meio de livros e revistas, por exemplo.


Conhecimento tácito: é aquele difícil de ser articulado na linguagem formal, pois está ligado à experiência de cada indivíduo e envolve valores, intuições e habilidades.


Consumer Relationship Management: gerenciamento das relações com o consumidor.


Consumer understanding: conhecimento profundo a respeito dos clientes


Continuous improvement (melhoria contínua): é um componente essencial no Just-in-Time e na Qualidade Total que reflete uma determinação inabalável para eliminar as causas dos problemas. É o oposto da mentalidade de “apagar incêndios”.


Corporate purpose: objetivo da empresa.


Core business (principal negócio da empresa): geralmente definido em função da estratégia dessa empresa para o mercado. Este termo é utilizado habitualmente para definir qual o ponto forte e estratégico da atuação de uma determinada empresa.


Counseling: aconselhamento de carreira. É uma espécie de terapia profissional, que discute, entre outras coisas, os objetivos pessoais e futuros, estilo gerencial do executivo, nível cultural, valores e conhecimento do mercado. O objetivo é avaliar tudo isso para ajudar o profissional a tomar as melhores decisões para sua carreira

CRM - Customer Relationship Management (Gestão de Relacionamento com o Cliente): é uma ferramenta que automatiza as funções de contato com o cliente. Ela compreende sistemas informatizados e é fundamental para uma mudança de atitude corporativa, que tem por objetivo ajudar as companhias a criar e manter um bom relacionamento com seus clientes, armazenando e inter-relacionando de forma inteligente informações sobre suas atividades e interações com a empresa.

Crosselling: técnica de vendas na qual um vendedor tenta vender mais de um produto da mesma empresa para seus clientes já existentes.

D

Dado: informação no seu estado bruto, a descrição exata de algo ou de algum evento.

 
Datacenter (banco de dados): mecanismo principal de processamento de dados de uma empresa. É um instrumento que aloja sites da internet e providencia serviços de dados para outras companhias, como atualização de softwares.

 
Data-base marketing: marketing baseado em banco de dados de nomes e pessoas, para quem você dirige mensagens de interesse de sua empresa.

Data warehouse (depósito de dados): sistema utilizado para a análise de grande volume de dados, como séries históricas, possibilitando a obtenção de informações estratégicas para a tomada de decisões no presente e para previsões.
Deadline (data limite): data, dia ou hora em que alguma coisa precisa ser dada como terminada ou concluída.


Disruptiva: empresas insurgentes, que entram no mercado “por baixo”.

 
Downsizing (reduzir, achatar, diminuir): redução no número de funcionários de uma empresa.

Dumping: prática comercial, geralmente desleal, que consiste em uma ou mais empresas de um país venderem seus produtos por preços extraordinariamente baixos (muitas vezes com preços de venda inferiores ao preço de produção) por um tempo, visando prejudicar e eliminar a concorrência local, passando então a dominar o mercado e impor preços altos. É um termo usado em comércio internacional e é reprimido pelos governos nacionais, quando comprovado.

E

E-learning/Eletronic Learning (treinamento em rede de computadores): softwares projetados para funcionar como “salas de aula virtuais”, permitindo várias possibilidades de interação entre os seus participantes. Por exemplo, um especialista tem a sua palestra gravada em Nova York (EUA) e ao mesmo tempo ela é transmitida para diferentes lugares, como São Paulo e Rio de Janeiro. É possível fazer perguntas e participar de discussões em tempo real. Seu objetivo é ampliar a difusão do conhecimento, permitindo que o usuário aprenda em qualquer momento e lugar.


EBITDA: Earnings before interest, taxes, depreciation and amortization - ganhos antes dos pagamentos de juros, impostos, depreciação e amortização. O termo é seguido por um número que representa os ganhos da empresa em um determinado período, permitindo, portanto, a análise do desempenho financeiro de tal empresa.


 
Educação continuada: cursos de aperfeiçoamento referentes à atividade do funcionário. Pode incluir a pós-graduação.

Empowerment (delegação de autoridade): abordagem a projetos de trabalho que se baseia na delegação de poderes de decisão, autonomia e participação dos funcionários na administração das empresas. Analisa o desenvolvimento, ou grau de maturidade, do empowerment na organização, avaliando o estágio evolutivo em que se encontram as áreas de gestão, as configurações organizacionais, as estratégias competitivas, a gestão de recursos humanos e a qualidade.


Endomarketing (marketing interno): conjunto de ações desenvolvidas para conscientizar, informar e motivar o indivíduo.


 
E-Procurement (aquisição ou obtenção eletrônica): utilização da internet para a automatização dos processos de compra e gestão de bens e serviços necessários à atividade da empresa.


E-recruitment (recrutamento eletrônico): ferramentas tecnológicas utilizadas no recrutamento e seleção de funcionários. Envolvem cadastro de currículos, filtro de candidatos, testes online e monitoramento de vagas.


ERP - Enterprise Resource Planning (Planejamento dos Recursos do Negócio): Os ERP’s são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa, possibilitando a automação e o armazenamento de todas as informações de negócios. São sistemas de gestão empresarial.

Expertise: conhecimento técnico.


 
Epistemologia: estudo crítico dos princípios, hipóteses e resultados das ciências já constituídas; teoria das ciências, teoria do conhecimento.


Expertise maps: são bancos de dados com listas e descrições dos indivíduos dentro e fora da organização.


Extranet: é uma parte da empresa estendida a usuários externos (rede extra-empresa), tais como representantes e clientes.


F
Faciliting factors ou enabling conditions (Fator facilitador, ou condições capacitantes): práticas, normas e processos que estimulam ou inibem a captação, geração, difusão e armazenamento de conhecimento pelas organizações.


 
Factoring: é a prática de algumas empresas que consiste em comprar cheques pré-datados de lojistas, cobrando comissão.


Feedback (resposta): trata-se de informar o colaborador sobre o seu desempenho, conduta ou a respeito de uma eventualidade, buscando estimular e reorientar ações, com o objetivo de maximizar o seu desempenho.


Fine tuning: sintonia fina, calibragem.


FOB – Free On Board: a cláusula FOB estabelece que, nos contratos de compra e venda de mercadorias, o preço é relativo ao produto colocado a bordo do navio no porto de embarque, ficando as despesas de frete e seguro, assim como os riscos da viagem até o porto de destino, por conta do comprador.


Follow-up: dar prosseguimento a uma discussão ou debate, retomando temas para atingir soluções. Também pode significar revisão das tarefas que foram geradas após uma reunião ou auditoria, quando os prazos para realização se esgotaram. Significa ainda ligar para e acompanhar o cliente.


Forecast: previsão.


Full time: designa que determinada tarefa será realizada por tempo integral.


FYI: For Your Information – o mesmo que PSC: Para Seu Conhecimento


G

Gap: intervalo; lacuna; falha; deficiência.


H

Hands-on: com participação ativa.

Headcount: número de pessoas que trabalham em determinada equipe ou empresa.

Headhunter: caça-talentos do mundo corporativo.


Holística: é a “imagem única”, sintética de todos os elementos da empresa, que normalmente podem ser relacionados a visões parciais abrangendo suas estratégias, atividades, informações, recursos e organização (estrutura da empresa, cultura organizacional, qualificação do pessoal, assim como suas inter-relações). Se esta visão for formalizada, pode-se discutir problemas específicos sem perder a abrangência, nivelando o conhecimento entre os participantes da discussão.


Housekeeping: técnica usada para iniciar, cuidar e manter os processos de Qualidade e Produtividade Total em uma empresa.


I

Inclusão digital: dar condições para que um número cada vez maior de pessoas possa ter acesso às novas tecnologias, entre elas a internet.

Inclusão social: forma de trazer para a sociedade pessoas que foram excluídas dela e estavam privadas de seus direitos, como os portadores de deficiências físicas.


Income: renda.


Income tax: imposto de renda.


Input: refere-se à entrada de dados por meio de um programa ou código. Esses dados são inseridos e depois armazenados para gerar resultados.

Insight: momento em que novas idéias surgem; percepção; “estalo”.


Insourcing (fonte interna): delegação de operações internas da companhia para um setor especializado nessas operações. É o oposto do termo outsourcing.


Interface amigável e intuitiva: ferramentas que possuem um design fácil de ser usado, geralmente com ícones indicando o que representa cada função.


Intranet: é uma rede de comunicação interna e exclusiva, criada especialmente para uma organização e dirigida aos seus colaboradores.


Intrapreneur: empreendedor interno, pessoa que dirige uma unidade do negócio como se ela fosse uma empresa independente.


In-loco: no lugar em que determinada coisa acontece.


ISO: Sigla da International Organization for Standardization.


J
Job rotation: rodízio de funções promovido pela empresa para que o funcionário possa adquirir novos conhecimentos em setores diferentes e acumular experiências sem sair da companhia em que trabalha.

Joint venture: associação de empresas para explorar determinado negócio. De caráter não definitivo, nenhuma das empresas participantes perde sua personalidade jurídica.


Just-in-Time ou JIT: sistema que determina que nada deve ser produzido, transportado ou comprado antes da hora exata, ou seja, primeiramente vende-se o produto para depois comprar a matéria-prima e posteriormente fabricá-lo ou montá-lo. Pode ser aplicado em qualquer organização, para reduzir estoques e os custos decorrentes.


Just-in-time knowledge: ferramenta que reduz as barreiras de tempo e espaço no acesso a conhecimentos como o e-learning.

K

Kaizen: conceito de administração japonesa que significa processo de melhoria contínua, gradual, com bom senso e baixos investimentos.


Kick-off: reunião que gera a oportunidade para informar e principalmente motivar as pessoas envolvidas a participar de algum projeto.


Key user: aquele que conhece todos os recursos referentes a uma determinada ferramenta tecnológica.


Know-how: conhecimento.


Knowledge Management Systems (Sistemas de Gerenciamento de Conhecimento): soluções de tecnologia e informações que auxiliam as iniciativas empresariais típicas de gestão do conhecimento, como identificação, criação, apresentação e distribuição no contexto corporativo.


KPI – Key Performance Indicators: indicadores que medem o nível de desempenho do processo, focando como são desenvolvidos os processos de tecnologias da informação para que os objetivos sejam alcançados. Um exemplo de KPI é o que mede o número de mercadorias produzidas por um funcionário em uma hora.

L

Learning organizations/ Knowledge creating companies: companhias que utilizam a gestão do conhecimento, identificando, armazenando e incorporando conhecimento às suas práticas organizacionais, visando o crescimento virtuoso do conhecimento.

LLM: Master of Laws, Mestrado em Direito.

Lato Sensu: curso extensivo de especialização e aperfeiçoamento (pós-graduação).

 
M

Market share: fatia de mercado, ou participação no mercado.


Markup: sobrepreço, acrescentado ao preço final do produto (após custo de produção, distribuição e margem de lucro prevista).

Mapeamento de perfil: levantamento do perfil do colaborador, que pode ser feito por meio de entrevistas ou respondendo a questões de um software. Com dados objetivos, ajuda a pessoa a entender quais são os seus pontos fortes e aqueles que podem ser desenvolvidos, aprimorando o seu desempenho.

 
MBA: Sigla em inglês para Master Business Administration, curso que equivale à pós-graduação em Administração de Empresas.

MBA in company: MBA oferecido pela empresa dentro de seu próprio espaço físico.

Memória organizacional: ativos e informações ligados a qualquer organização, seja ela com ou sem fins lucrativos.


Mnemônica: técnica destinada a ajudar a fortalecer e treinar a memória mediante processos artificiais auxiliares.


Mentoring: profissional mais velho, com experiência e habilidade de relacionamento, que acompanha e passa para o mais novo suas idéias sobre o trabalho e a carreira.

Merchandising: prática de marketing na qual a marca ou a imagem de um produto ou serviço é utilizado para vender outro, destacando-o da concorrência, no ponto de venda (PDV). Merchandising é a ação de promover que usa a comunicação de marketing no ponto de venda e em espaços editoriais na televisão, mídia impressa e outros, para reforçar mensagens publicitárias feitas anteriormente, ou mesmo em substituição à publicidade, em alguns casos.


Meritocracia: sistema de recompensa e/ou promoção fundamentado no mérito pessoal.


 
N
Nepotismo: favorecimento de parentes próximos feito por quem tem autoridade e poder.


Networking: utilização da rede de relacionamentos (network). Os contatos do network podem trazer muitos benefícios ao profissional. Por exemplo: as pessoas dessa rede poderão indicá-lo para alguma oportunidade para um novo emprego.


Newsletter: boletim de notícias.


O

Óbice: palavra derivada do latim que significa impedimento, embaraço, empecilho, obstáculo ou estorvo.

Ombudsman: palavra de origem sueca que significa “o homem que representa os interesses”, ouvidor, profissional que tem como missão intermediar a comunicação entre o público e a empresa.


Outplacement: benefício que uma empresa oferece ao ex-funcionário, que consiste no aconselhamento, apoio, orientação e estímulo para ser recolocado em outra organização.


Outputs: obtenção de dados como resultado da operação de algum programa, de um input.


Outsourcing: obtenção de mão-de-obra externa por parte de uma empresa; contratação de serviços terceirizados com o intuito de reduzir os custos internos, aproveitando o conhecimento especializado de outras organizações.


Overhead: despesas operacionais.


P

Paradigma: exemplo que serve como modelo; padrão.

PDCA: Sigla para Plan, Do, Check and Act – Planejar, Executar, Verificar e Agir, ferramenta usada na melhoria dos processos de fabricação ou de negócios.


Performance: atuação; desempenho.


PhD: Doctor Philosophy. No Brasil, é equivalente ao doutorado.


Player: empresa que está desempenhando algum papel em algum mercado ou negociação.

Política de Portas Abertas: meio que a organização dá ao funcionário de apelar aos executivos da empresa quando se sentir prejudicado pela chefia imediata.


Portfólio: coleção de trabalhos ou produtos de um profissional ou uma empresa. Pode ser considerado seu perfil público.


Presenteísmo: diferente do absenteísmo, quem sofre deste mal não falta ao trabalho, mas ao final de todos os dias sofre com dores de cabeça, cansaço, dores nas costas, irritação, sinusite e alergias - com isso, a produtividade e a motivação é que deixam de aparecer.

Pro forma: apenas por formalidade.


PSC: Para Seu Conhecimento - o mesmo que FYI – For Your Information


Publicização: Movimento introdutor de um novo modelo de administração pública baseado em alianças estratégicas entre o Estado e a sociedade.


Q


QFD - Quality Function Deployment: metodologia usada para apontar os produtos que asseguram e avaliam a satisfação do cliente.

QS - Quociente de Sucesso: é definido como a soma de qualidades ligadas a atitudes, valores e maneira de levar a vida. Como não são condições diretamente ligadas a aspectos genéticos, podem ser desenvolvidas e melhoradas pelo “querer” do indivíduo.

QS 9000 - Quality System Requirements (Requisitos do Sistema da Qualidade): foi desenvolvida por um grupo-tarefa da indústria automotiva (Chrysler, Ford e General Motors) a fim de padronizar os sistemas de qualidade e manuais fundamentais, assim como ferramentas de avaliação dos fornecedores.

R

Redes sociais na internet: são relações entre os indivíduos na comunicação mediada pelo computador. Esses sistemas conectam pessoas que possuem os mesmos interesses pessoais ou profissionais, facilitando a sua conexão e interatividade.

Reengenharia: método usado para mudar os processos internos de uma empresa.

Resiliência: capacidade de se adaptar às mudanças.

Responsabilidade social: atuação e consciência do papel das empresas como agentes sociais no desenvolvimento do ser humano e da comunidade na qual estão inseridas.

RH: sigla de Recursos Humanos (área responsável pelas contratações, treinamentos, remuneração, encaminhamento de carreira e administração de conflitos na empresa).


ROI: Return Of Investiment - tempo necessário para o retorno do investimento


 
S

Sabático: período de afastamento do trabalho que o executivo utiliza para refletir sobre sua vida e carreira. A prática é antiga e ainda é utilizada por empresas que acreditam que ela aumenta a produtividade do executivo.


SCM - Supply Chain Management (Gerenciamento da Cadeia de Fornecimento): grupo de fornecedores que supre as necessidades de uma empresa na criação e no desenvolvimento dos seus produtos. A competição no mercado global não ocorre entre empresas, mas entre cadeias de fornecimento. A gestão da logística e do fluxo de informações em toda a cadeia permite aos executivos avaliar pontos fortes e pontos fracos na sua cadeia de fornecimento, auxiliando a tomada de decisões que resultam na redução de custos, aumento da qualidade, entre outros, elevando a competitividade do produto e/ou criando valor agregado e diferenciais em relação à concorrência.


Share:fatia do mercado - muito usado quando a empresa quer determinar quanto em porcentagem do mercado ela obtém referente a determinado produto ou segmento.


Sinergia: ação positiva e simultânea de um grupo de pessoas na realização de uma atividade.


Skill: habilidade.

SLA – Service Level Agreement: contrato entre um fornecedor de soluções tecnológicas e um cliente, que especifica em termos mensuráveis quais serviços o fornecedor vai oferecer. Eles são definidos no início de qualquer fornecimento terceirizado (outsourcing), garantindo que o cliente receba produtos e serviços com qualidade, eficiência e eficácia.


Spread: taxa de risco.

Stakeholders: partes ou grupos que estão diretamente interessados nas atividades da empresa: acionistas, governo, clientes, funcionários, fornecedores e sociedade.


 
Start-up: início da operação.


Stand-by: no aguardo, em modo de espera.


Status quo: situação atual do ambiente interno da empresa, principalmente no que diz respeito aos processos internos.

Stock Options: incentivo a funcionários para comprarem ações da empresa por um preço abaixo do mercado.


Strictu sensu: curso intensivo (mestrado e doutorado).

 
Supply Chain Management: gerenciamento de cadeia de abastecimento.


T

Target: alvo.

Team building: processo de motivação que tem como objetivo criar em um grupo de pessoas o “espírito de equipe”, gerando o sentimento de inclusão ao grupo e melhorando a forma como as pessoas interagem e trabalham em conjunto.


TI: sigla de Tecnologia da Informação.

Top of mind: marca ou produto mais lembrado espontaneamente.


TQC - Total Quality Control (Controle de Qualidade Total): sistema criado em todas as fases de uma empresa de manufatura, da engenharia de projeto à distribuição, que busca assegurar uma produção sem defeitos.


TQM - Total Quality Management (Gerenciamento de Qualidade Total): criado em 1985 pela Naval Air Systems Comand para descrever o seu enfoque de gerenciamento ao estilo japonês para o aperfeiçoamento da qualidade.


Training on the job: treinamentos feitos em conjunto com as tarefas práticas do funcionário, como um estágio supervisionado.

Trend: tendência.


Turnover: termo utilizado para caracterizar o movimento de entradas e saídas, admissões e desligamentos de profissionais empregados de uma empresa, em um determinado período. Quanto aos desligamentos, podem ser espontâneos ou provocados pelas empresas.


W
Web 2.0: termo que se refere à segunda geração da World Wide Web (rede mundial de computadores ou internet), reforçando o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. O objetivo é que o ambiente virtual se torne mais dinâmico, contando com a colaboração dos usuários para a organização do conteúdo. Um exemplo é a enciclopédia Wikipedia, cujas informações são disponibilizadas e editadas pelos próprios internautas, sendo depois conferidas por um grupo de pessoas que trabalha para o aperfeiçoamento dessa enciclopédia virtual.

Workaholic: pessoa “viciada” em trabalho.

Workflow: as tarefas podem ser executadas por um ou mais sistemas de computador, ou por um ou mais colaboradores. A ordem de execução e as condições pelas quais as tarefas são iniciadas também estão definidas no workflow, sendo que o mesmo é capaz também de representar a sincronização das mesmas, garantindo o fluxo de informações.

Workshop: treinamento em grupo de acordo com a técnica dominada pelo instrutor.


X

XML – eXtensible Markup Language (Linguagem Extensível de Formatação): configuração usada para gerar linguagens de formatação, ou seja, criar documentos com dados organizados de forma hierárquica, com o intuito de designar uma linguagem simples, principalmente para a internet, interligando diferentes bancos de dados.


Cargos

CEO – Chief Executiver Officer (Diretor Executivo, ou Diretor Geral): é o cargo mais alto da empresa. Pode ser chamado também de principal executivo, presidente, superintendente, diretor geral, entre outros. Geralmente, as pessoas costumam fazer confusão quando a empresa tem os dois, CEO e Presidente. Neste caso, a função do segundo é mais representativa.

CFO – Chief Financial Officer (Diretor Financeiro): principal executivo de Finanças.

Chairman: presidente do conselho que dirige a empresa.


CHRO – Chief Human Resources Officer (Diretor de Recursos Humano): principal executivo de Recursos Humanos.


CIO – Chief Information Officer (Diretor de Tecnologia da Informação): o papel de um CIO em alguns casos tem-se estendido para um Chief Knowledge Officer (CKO), que trabalha também com conhecimento, não apenas com informação. Hoje, os CIO’s devem abrir a caixa preta da TI, participar de reuniões e tomar iniciativas, ou seja, cuidar da estratégia por trás da tecnologia.


CIO – Chief Imagination Officer (Diretor de Imaginação): responsável por promover a criatividade entre o pessoal.


CKO – Chief Knowledge Officer (Diretor de Conhecimento) ou CLO – Chief Learnig Officer (Diretor de Aprendizado): é quem administra o capital intelectual da empresa, reúne e gerencia todas as informações da organização. Entende tanto de tecnologia e p$dicionarioModelrocessos quanto de pessoas.


CLO - Chief Learning Officer: responsável por administrar o capital intelectual. Ele precisa reunir e gerenciar todo o conhecimento da organização.

CMO – Chief Marketing Officer (Diretor de Marketing): a função é um pouco mais complexa do que a Diretoria de Marketing. Em algumas empresas, o CMO acumula ainda a Diretoria Comercial e, em outras, a área de Novos Negócios.

COO – Chief Operating Officer (Chefe Executivo de Operações): é o braço direito do CEO. Enquanto o chefe pensa na estratégia, o COO cuida mais de perto da rotina do negócio.

Country Manager: Diretor geral para o país

CRO – Chief Risk Officer (Diretor de Riscos de Operações Financeiras): além de questões financeiras, o CRO avalia itens como estratégias do negócio, concorrência, legislação e problemas ambientais.


CSO - Chief Security Officer: profissional que tem a missão de identificar fontes internas e externas de recursos para desenvolver projetos de tecnologia.

CTO – Chief Technology Officer (Diretor de Tecnologia): geralmente comanda a infra-estrutura da área de Tecnologia. Também planeja e coordena a execução de expansão e manutenção da infra-estrutura de TI de uma organização.

Entrepreneur: empresário

Sales manager: Gerente de vendas

 

Fonte: